quinta-feira, 29 de junho de 2017

O multiplicador Narciso



No espaço de uma semana, Narciso Miranda passou de 5 mil assinaturas para 16 mil. O Dux de Bouças é realmente extraordinário, qual Messias a caminho da Terra Prometida a multiplicar os muletes. Está aqui e está a fazer concorrência ao Cristiano Ronaldo!

Parada diz ao que vai

António Parada e o seu programa. Curto mas objetivo, com ênfase na ação social e no apoio aos mais desprotegidos e com ideias precisas sobre o desenvolvimento de Matosinhos através da criação de emprego e do turismo. As cópias já estão em preparação. Mas este é o plano original.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Quase 100 mil euros em estudos de opinião? A sério?


Estamos sempre a tomar conhecimento de coisas extraordinárias. O nosso obrigado mais uma vez ao deputado municipal Carlos Alberto Ferreira, que fez as contas aos estudos de opinião encomendados pela câmara desde no último mandato, sempre endereçados à famosa DOMP. São estudos de avaliação, entre outros, do índice de envelhecimento e do grau de satisfação dos munícipes. É pena que se gaste tanto dinheiro em estudos e se deixe o jardim de uma idosa que reside no bairro de Monte Espinho com o seu neto deficiente neste estado. Ou será que urge fazer um estudo de opinião sobre isto antes de convocarmos um jardineiro camarário?
De resto, cá fica a interpelação de Carlos Alberto à presidente da assembleia municipal de Matosinhos:

Na qualidade de deputado à Assembleia Municipal de Matosinhos, nos termos das disposições legais e regimentais aplicáveis, venho pela presente solicitar a V. Exa para que junto do executivo camarário diligencie o seguinte pedido de esclarecimento e obtenção de documentos solicitados:

Exma Srª Presidente, se as minhas contas estão certas, ao longo deste mandato 2013 / 2017, entre o Município de Matosinhos e empresas detidas a 100% pela autarquia, e a empresa DOMP, foi por ajuste directo a esta empresa adjudicados serviços (ver relação abaixo) no valor de € 94.540,00 + IVA.

Tratando-se de serviços no campo de estudos de opinião, pagos por dinheiro do erário público municipal, solicito a V. Exa que junto do executivo mandasse que me fossem facultados os estudos que já foram realizados, e os que ainda possam estar por concluir. Podem vir por esta via.

Os estudos objecto de ajuste directo, realizados entre a CMM e a empresa DOMP, que foram objecto dos contratos são os seguintes:
60/2014                 - €22.050,00 + IVA   de 01.06.2014
Matosinhos Habit   - €  9.720,00  + IVA  de 19.05.2015
119/2015               -  € 45.950,00 + IVA  de 03.09.2015
51/2015                 - € 16.820,00 + IVA   de 31.03.2017  

Austrália em Matosinhos


Que se saiba, Matosinhos não tem geminação com qualquer cidade australiana, ao contrário do que acontece no Brasil, França, S.Tomé e Guiné Bissau. É pena pois seria uma boa oportunidade para, tal já aconteceu com as nossas cidades gémeas, uma delegação oficial "estreitar laços" com essa tribos estrangeiras. Mas Matosinhos tem uma forte ligação à Austrália através dos eucaliptos. Apesar do avanço urbano, estes vão sobrevivendo, como acontece no Monte Espinho, em Leça da Palmeira. Há mesmo um lugar de Matosinhos cujo nome é "Austrálias", o nome que o povo dá à árvore originária da grande ilha do outro lado do Mundo.

PCP melhorou rede de transportes


Apesar de ter ficado com o pior dos pelouros, o do trânsito e da mobilidade, o Partido Comunista Português, através de José Pedro Rodrigues, arregaçou as mangas e fez trabalho. Há coisas e boas e menos boas a apontar mas no geral o que foi feito nos últimos 4 anos é positivo, com o vereador chamado ao executivo a conseguir aumentar significativamente a rede de transportes públicos, conseguindo, nomeadamente, algumas ligações, ainda tímidas, ao metro que passa nos confins do concelho. O que é extraordinário é que durante tanto tempo ninguém se tenha lembrado de otimizar o serviço do metro do Porto com a população que reside na faixa litoral a norte de Leça da Palmeira. Às vezes é preciso ter em conta que nem todos temos à porta de casa um BMW com motorista, situação de que José Pedro tem perfeita consciência como amante do transporte de duas rodas sem motor.

terça-feira, 27 de junho de 2017

Assembleia Municipal: Não sabem o que estão a perder!



A assembleia municipal desta 2.ª feira foi uma rapidinha. É claro que quem fica nas galerias fica sempre sem perceber minimamente o que se discute pois a regra é não disponibilizar qualquer tipo de documentação ao povo, que, valha a verdade, também pouco se interessa por estas coisas. Agora nem podemos contar com o José Modesto no período antes da ordem do dia pois parece que está a atravessar um período de nojo - mas o Aurélio faz sempre questão de nos proporcionar aquele momento que faz com que os vereadores desviem os olhos dos telemóveis ou dos computadores, desta vez para falar do abate de árvores em Leça da Palmeira. Por falar em abate, também se falhou da entunásia que se pratica no canil municipal pois, como todos sabemos, esta questão dos animais de estimação é mesmo de topo de agenda nos tempos que correm. Fiquem mais descansados. O presidente da câmara, no seu tom de contar carneirinhos, explicou que só são abatidos os animais que se revelam perigosos - os cães, obviamente. Ainda apanhei que não há nada a fazer mas lá terá que ser paga uma choruda indemnização a uma empresa qualquer, na sequência de um processo judicial perdido, e foi então que tomou a palavra o deputado Carlos Alberto Ferreira para fazer com que a atenção prestadas aos telemóveis passasse para níveis minimalistas. CAF felicitou o vereador Tiago Maia por se ter retirado do concurso público a que se candidatou e falou também da assessora de Eduardo Pinheiro que continua candidata a um lugar permanente para uma posição nos recursos humanos que requer uma especialista em línguas e literaturas modernas (vá-se lá saber porquê). Carlos Alberto disse estar à procura da ética republicana perdida. Pinheiro, por seu lado, continuou a contar carneiros e foi aí que tive de descer à rua para fumar um cigarrito e não adormecer. Outro assunto tratado foi também o do estacionamento e do tal parecer da comissão de proteção de dados sobre as matrículas registadas no sistema. Conclusão, teria sido melhor que agora não fosse preciso estar sempre a corrigir regulamentos mas Pinheiro não tem dúvidas que os comerciantes e os matosinhenses aplaudem de pé a rotatividade proporcionada pelo sistema de estacionamento pago junto ao mercado e à câmara municipal. Na parte que me toca, sinto-me um acionista da empresa off-shore que gere o estacionamento pago em Matosinhos e numa rua de S.Mamede e confesso que chorei quando o presidente da câmara disse que com as mudanças que a câmara tem sido obrigada a fazer, por estar a operar na ilegalidade, perde dez mil euros por mês. Estive tentado a descer para lhe dar 5 euros mas decidi ir embora pois tinha a 108 para apanhar. À saída, ainda consegui perceber que o tal BMW topo de gama que está há meses na garagem camarária é o carro destinado a viagens de médio e longo curso do presidente ou de um vereador com mais pressa em chegar a um ministério qualquer. Com isto tudo, perdi a 108 e tive de pedir boleia ao Telmo para o Cabo do Mundo. O BMW não estava disponível.

Uma Aproximação que levanta dúvidas



O deputado Carlos Alberto Ferreira, eleito pelo Partido Socialista, do qual se desvinculou no final do ano passado, dirigiu à presidente da Assembleia Municipal de Matosinhos, Palmira Macedo, mais um pedido de esclarecimento, que aqui tornamos público:

Leonardo Fernandes, candidato à União de Freguesias S. Mamede Infesta e Sra. Hora, pelo PS, escolhido por Luísa Salgueiro e Pizarro envolvido em situação que pode originar perda de mandato.



Leonardo Fernandes é o candidato designado pela Distrital do PS à U.F. de S. Mamede Infesta e Sra. Hora, e é atualmente membro do executivo da Junta da União de Freguesias de S. Mamede Infesta e Sra. Hora., com responsabilidades na Educação, acumulando as funções de deputado à Assembleia Municipal de Matosinhos, eleito pelo Movimento Independente Guilherme Pinto nas últimas eleições autárquicas de 2013.
Sucede que Leonardo Fernandes, a 8.6.2015 em assembleia municipal, votou favoravelmente na participação do município no denominado programa APROXIMAR na área da Educação, obtendo a afetação de €1.265.708,00 para a resposta social Componente de Apoio Familiar.
Cerca de 15 dias depois, a 22.6.2015, Leonardo Fernandes constituiu uma sociedade comercial por quotas “Filomena, Alexandrina & Leonardo, Lda.”, onde fica com a gerência, com o nome comercial de Dinâmicas Divertidas e com o objeto social de prestação de serviços na área da componente de apoio familiar.
A referida sociedade inicia a prestação desses serviços no Agrupamento de Escolas de S. Mamede Infesta logo de seguida, sendo a mesma publicitada pela Associação de Pais Padre Manuel Castro com a indicação dos números de telemóvel dos três sócios gerentes.
Na segunda metade de 2015, a referida sociedade gera uma receita de €21.533,49.
Em Novembro de 2016, a quota pertencente a Leonardo Fernandes foi vendida a João Pedro Marques que curiosamente reside na mesma habitação que o Leonardo Fernandes.
Estabelece o art.8º da Lei 27/96 alterada pelo Dec-Lei 214G/2015 de 2 de Outubro que incorrem em perda de mandato os membros dos órgãos autárquicos ou das entidades equiparadas que no exercício das suas funções, ou por causa delas, intervenham em procedimento administrativo, acto ou contrato de direito público ou privado relativamente ao qual se verifique impedimento legal, visando a obtenção de vantagem patrimonial para si ou para outrem. Aliás, tal perda de mandato é ainda possível no mandato subsequente ao da verificação da irregularidade nos termos do n.º3 da mesma norma.
É assim por demais evidente a promiscuidade existente entre o exercício de cargos públicos e os interesses patrimoniais pessoas de quem os exerce.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Batam palminhas, o Piçarro está a chegar...




PdL conseguiu chegar à fala com Manuel Bizarro, o dono disto tudo.

PdL - Tenho-o visto pouco em Matosinhos...
MB - Anda certamente distraído. Não passo facilmente despercebido. Já me viu a rir e a bater palmas?
PdL - Por acaso já mas nunca ao vivo.
MB - Não sabe o que perdeu. Quer que me ria e bata palmas ao mesmo tempo?
PdL - Esqueça. Quero é que me responda a 4 ou 5 perguntas, pode ser?
MB - Sim!
PdL - Como todos sabemos, quem manda nisto tudo de Baião a à Aguçadoura é o senhor...
MB - Desculpe, alguma razão especial para ter citado Baião e a Aguçadoura?
PdL - Não, atirei ao calhas...
MB - Pensei que ia falar de Bouças.
PdL - E vou...
MB - De cima ou de baixo?
PdL - Obviamente de baixo.
MB - Já calculava. Não quer mesmo que bata palmas e me ria ao mesmo tempo?
PdL - Não. Quero é que me explique como atropelou aqui a malta da mercearia socialista?
MB - Meu amigo, não atropelei ninguém. Eles é que se atiraram para estrada. Eu só ia a passar. Salvo erro foi na Páscoa. Ou terá sido no carnaval?
PdL - Não importa. A verdade é que eles talvez merecessem um pouco mais de respeito...
MB - E mereceram. Só têm de respeitar a disciplina partidária. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.
PdL - Confiante na vitória da sua candidata?
MB - Sim!
PdL - Não teme António Parada e Narciso Miranda?
MB - Quem? Não me faça rir...
PdL - É a última coisa que quero. Deixe-se estar quietinho, sim.
MB - Posso ao menos bater palmas?
PdL - Não! Só quero que me responda a mais uma pergunta. Não fica incomodado quando lhe chamam Piçarro?
MB - Nem um bocadinho. É algo que me confere virilidade. Posso bater palmas agora?
PdL - Sim, claro. Bata todas as que conseguir agora.

(posto o que fomos até ao renovado mictório do Basílio Teles e fizemos uma mijinha em conjunto)
MB - Posso bater palmas de novo?
PdL - Espera só um segundo, deixa-me acabar, pois vim de calças brancas.

Pessoa na Caixa


A toponímia é sempre um pomo de controvérsia. Muitas vezes com fundamento. Todos os concelhos têm a sua comissão toponimica e é ela quem decide os nomes a atribuir a avenidas, ruas, vielas e becos obviamente sem saída, muitas vezes por proposta dos autarcas eleitos (especialmente os presidentes de junta). Destaco aqui uma decisão feliz da nossa comissão ou do proponente que avançou com os heterónimos de Pessoa, atribuindo-os aos arruamentos de um pequeno mais simpático bairro social que é quase um condomínio fechado - o Bairro da Caixa, em S.Mamede de Infesta. Onde é preciso voltar a fazer a ligação de água para os tanques coletivos.

domingo, 25 de junho de 2017

A procissão dos de votos


Ainda a procissão vai no adro e já se fazem preces a todos os santos. Foi-se o Senhor de Bouças, vem aí o Mártir, pouco importa, qualquer um serve para dar uma ajuda à missa solene de 1 de outubro. Ainda é muito cedo para previsões mas já se sabe que o caminho vai ser apertadinho para todos e cheio de pedras. O que de certo modo justifica o empenho no divino. Tal como em relação aos bruxos, é incerta a retribuição mas na dúvida...e, meus senhores, a Dúvida é neste momento senhora deste ducado à beira mal plantado.
(imagem: Cemitério de S.Mamede)


Uma epifania entre Moalde de Cima e Moalde de Baixo


Tive este fim de semana uma epifania quanto ao estado da nação. Aconteceu enquanto seguia de Moalde de Cima para Moalde de Baixo, em S.Mamede.



Movimento "António Parada, Sim!" esteve de novo em Angeiras


Em pleno dia de S.João, o Movimento "António Parada, Sim" esteve de novo na praia de Angeiras e conviveu numa sardinhada antes de ver as marchas.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Vinho e amor nunca combinam


Com uma localização privilegiada, este "quiosque" já funcionou como posto de divulgação do património de Matosinhos mas entretanto foi alugado a um "wine lovers" que durou pouco (um "wine sex" teria tido outro sucesso!). Penso que o quiosque está de novo para aluguer e sempre gostava de saber a valência que vai ter. Propostas? Eu tenho uma: Gostava imenso de viver aqui! Será que posso apresentar uma proposta? Prometo que cuido das pipas.


Os Ferros de Leça



É um orgulho pertencer a esta família, os Ferros de Leça da Palmeira e as respetivas "ramificações". As velhas famílias leceiras continuam fiéis à sua terra e a promover o seu desenvolvimento.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Memórias epigráficas


Os romanos inauguraram a tradição epigráfica honorífica após algumas tentativas da Antiguidade mais antiga. Para memória futura, gravaram-se na pedra os nomes dos benfeitores e heróis. Cá por Bouças, essa tradição continua bem viva. Estamos sempre a tropeçar em memórias epigráficas. É este o caso, na Avenida D. Afonso Henriques, a propósito de Luís Villas-Boas, um dos grandes responsáveis pela divulgação do jazz aqui na terra - ao lado do José Duarte, claro, que ainda anda por aí. O então presidente não resistiu à tentação e zás (ou jazz)...


...toma lá mais uma! 
Não tenho nada contra mas sempre gostava de saber o que é que este calhau tem a ver com o jazz.

Desta água não beberemos


O fornecimento de água público, para consumo doméstico e eventual, devia ser, como já foi noutros tempos, um dever de todas as autarquias. Mas como entretanto muitas delas já adjudicaram o serviço a empresas privadas, encontrando assim generosas formas de financiamento, o resultado é este. Matosinhos, Avenida D. Afonso Henriques,



A nova ETAR pronta a bombar


Faça-se justiça. Foi com Guilherme Pinto na qualidade de vereador com a pasta do ambiente e com Narciso Miranda como presidente da câmara que Matosinhos avançou, com fortes apoios comunitários, para a construção da sua ETAR e para a selagem do aterro sanitário. A ETAR construída no Aterro, entre as freguesias de Leça da Palmeira e Perafita, tornou-se entretanto obsoleta e a sua reformulação tornou-se prioritária. A obra leva mais de um ano mas está em fase terminal, com a nova ETAR a entrar em funcionamento em julho. Está prometido que o mau cheiro irá passar a pertencer ao passado. Esperamos para ver, tanto mais que, com sapatinhos de lã, a estrutura cresceu na direção do aglomerado populacional da Aldeia Nova/Cabo do Mundo, uma zona que não só leva com a ETAR mas também com os "derivados" da Petrogal.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Vítor Oliveira Jorge dá conferência no Orfeão de Matosinhos


No mundo da arqueologia portuguesa, o nome de Vítor Oliveira Jorge dispensa apresentações. O agora jubilado professor catedrático da Faculdade de Letras do Porto nunca preferiu estar confinado aos gabinetes e fez arqueologia arriscando. Matosinhos também foi objeto do seu estudo quando aprofundou o estudo do megalitismo no norte de Portugal. A Serra da Aboreira foi um dos seus "palcos" e aí, durante mais de uma década, contribuiu, com as equipas que o acompanharam, para o levantamento dos monumentos megalíticos que existem naquela região. A foto não diz respeito à Aboboreira mas a Castanheiro do Vento, um sítio ainda a ser estudados na zona do Côa. VOJ estará em Matosinhos no próximo dia 29, para uma conferência (21.30) sobre o seu percurso como arqueólogo, a realizar no salão nobre do Orfeão de Matosinhos, com o apoio do Gabinete de Arqueologia da Câmara Municipal de Matosinhos. Aqui fica o convite não apenas dirigido aos seus "discípulos" mas também a todos os que podem dedicar um pouco do seu tempo a ouvir um arqueólogo e também poeta que marcou gerações.

Marcas apotropaicas


Portal em Angeiras. Tal como acontece nas igrejas mais antigas, sobretudo no universo do românico, através de figurações incluídas nas cornijas, também o povo foi aprendendo a espantar o mal das suas casas com este tipo de marcas e sinais.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Aquela máquina!




Carlos Alberto Ferreira, deputado municipal eleito pelo Partido Socialista (do qual já se desvinculou), pediu mais um esclarecimento à presidente da assembleia municipal de Matosinhos, Palmira Macedo. A saber:


  1.  - Tem a autarquia uma viatura BMW Série 5 GT 3000 que se encontra imobilizada nas suas instalações há meses?
  2.  - Está a autarquia a pagar mensalmente cerca de € 1.200,00 de ALD por essa viatura?
  3. -  A terem resposta afirmativa as questões 1 e 2, que medidas já tomou ou ainda vai tomar o executivo para salvaguardar o interesse das finanças da autarquia? 
  4.  - A terem resposta afirmativa as questões 1 e 2,  porque razão não foram atempadamente tomadas medidas que visassem acabar  com este desperdício de dinheiro público?

Estádio Nacional de Guifões


Não sei por que razão se instalaram tantos sintéticos no concelho. Bom, bom é o futebol praticado neste ervado de Guifões, como aconteceu no último fim de semana. E sem vídeo-árbitro, que também se dispensa.


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Broadway é parque de estacionamento de luxo


Sempre atento ao que se passa em Matosinhos, o deputado municipal Carlos Alberto Ferreira enviou uma carta à presidente da Assembleia Municipal, Palmira Macedo, a propósito da Broadway inaugurada com pompa e circunstância no ano passado, com o custo aproximado de 200 mil euros. O espaço que dá a lado nenhum está transformado num parque de estacionamento.
Como se sabe, esta "Broadway" aproveita o antigo canal ferroviário e foi idealizada como um espaço de circulação pedonal para potenciar Matosinhos Sul. A ideia era boa, o nome nem por isso...e a realidade é o que está à vista.

António Parada e Pedro Sousa cumprimentaram-se


Sábado, na Cruz de Pau, em Matosinhos, o Grupo de Bombos da Cruz de Pau inaugurou a sua nova sede. Entre as muitas individualidades presentes, António Parada, candidato à autarquia pelo Movimento SIM!, e Pedro Sousa, presidente da União de Freguesias de Matosinhos e Leça da Palmeira. Pedro Sousa discursou e teve uma palavra para o seu antecessor na junta, precisamente António Parada, que avançou dois passos e o cumprimentou, na presença do atual presidente da câmara, Eduardo Pinheiro.
Tudo o que leram e ouviram na semana passada pertence ao domínio do onírico, estamos entendidos?

Petrogal volta a assustar


Este fim de semana a Refinaria da Petrogal em Leça da Palmeira/Perafita mais uma vez foi notícia por causa, ao que indica a informação oficial, de um raio que fez parar a fábrica e que deu origem a um espesso fumo negro como consequência do arranque da mesma alguns minutos depois. A imagem que estão a ver é de uma parte da refinaria e à esquerda a de um hospital.
Quando a refinaria foi construída, destruindo uma das manchas verdes do concelho de Matosinhos (Areias de Sames), pouco havia no seu entorno. Hoje temos estes hospital e residências quase a toda à volta, para além de uma ETAR e três bares de praia junto à costa. A refinaria foi sendo cercada pelo urbanismo e hoje é potencialmente um barril de pólvora, apesar de, conforme sabemos, ter um dispositivo de segurança de altíssima qualidade. O histórico de acidentes não funciona propriamente como um factor de conforto para a população que reside nas proximidades da refinaria. É o meu caso, há 11 anos. Onze anos com quatro ou cinco sustos e sem que alguém um dia me tivesse batido à porta para me informar sobre os procedimentos a ter em caso de acidente.
Este domingo, foi audível o estrondo e o aparato que se seguiu. População e bombeiros tentaram contactar a refinaria mas ninguém os atendeu. Há aqui, claramente, um problema de comunicação que parece ter acontecido também em...Pedrógão.
Quando se fala de proteção civil não se fala de políticos com os respetivos coletes à procura de câmaras de televisão. Fala-se sobretudo de prevenção e informação. A prevenção pelos vistos temos ao nível da própria refinaria, a informação é algo que nunca nos foi apresentado por este vizinho. Vamos continuar pacientemente à espera.



sexta-feira, 16 de junho de 2017

Para que serve a ESAD Idea?

Inaugurada pelo primeiro-ministro, a ESAD Idea está aberta de terça a sexta e regista uma frequência bastante regular de visitantes, isto é, poucos ou nenhuns. A residência artística, essa, permanece fechada. Neste entretanto, os fregueses noturnos da Brito Capelo já encontraram com que se é entreter.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Nada pior que a realidade

Será disto que se fala durante um  cocktail a propósito de um fogo de artifício ou de uma exposição de pintura? Será disto que se fala quando se trata da reabilitação da Brito Capelo? Será disto que se fala na hora de encontrar um lugar numa lista? Será disto que se fala durante um passeio de lancha da marinha? Será disto que se fala na hora de concorrer a um lugar permanente na função Pública?

Oração

Ó Senhor de Matosinhos, valei-nos dos vaidosos e dos mentirosos.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Quem perdeu estes sapatos?


Encontrados em Matosinhos, na rua Comendador Ferreira de Matos, muito perto do Kremlin. Um par de sapatos de senhora ainda em relativo bom estado de conservação e um sapato para homem (presumo) que se perdeu do seu par. Vivemos um tempo de alguma perplexidade, onde muitos são os que não sabem para onde caminhar, o que pode explicar, de certo modo, o que aqui encontramos. Costuma ser assim nestas alturas, sobretudo quando se abre o leque de opções e ainda ninguém sabe ao certo para que lado vai soprar o vento. E todos morreram calçados é, como se sabe, o título de um velho filme de Hollywood que teve como protagonista Errol Flyn no papel de general Custer,

Não sei este clássico explica tudo isto, o que sei é que descalça ia também Inês para a fonte e que o cântaro acabou por partir. É sempre muito aborrecido quando nos perturbam a nossa vidinha e há que pôr os pés, calçados ou não, ao caminho. Estou agora à procura de um livro de citações que possa também ajudar-me a abrilhantar esta prosa, dando-lhe potência épica e o tom da época também. Mas o que me apetecia mesmo era dar um passeio de lancha ali na doca de Leixões para sentir as boas vibrações e tirar mais umas tantas fotografias com estilo. Estou plenamente consciente de que os cavalos também se abatem mas enquanto não tenho de dizer até amanhã, camaradas!, deixem-me continuar a pensar que o meu destino vai ser tão fabuloso como o da Amélie. Queria fechar com uma citação de Napoleão mas confesso que continuo fã das tíbias da Primavera Árabe.

Majára: O Polvo e a Sereia


Eu sei que o que está a dar são murais em fachadas mas continuo a preferir este na "Majára", o antigo "Tainha", uma das muitas marisqueiras matosinhenses que nunca nos desiludem. Destaco a figura, central, a nereida, e a aproximação do polvo...

terça-feira, 13 de junho de 2017

Não é fácil a independência neste país


A França tem um presidente da República independente (os Estados Unidos também, mas à maneira Trump) e as últimas eleições autárquicas em Portugal têm afirmado também movimentos desta estirpe, à margem dos blocos partidários. Mas não é nada fácil lançar e concretizar uma candidatura não partidária aqui na terra. As leis são feitas pelos partidos e faz-se tudo para se manter a situação. Por isso, em Matosinhos uma candidatura não partidária - e temos duas no terreno - tem de recolher 4.500 assinaturas só para a câmara municipal e a respetiva assembleia. Contas feitas, as duas candidaturas não partidárias no terreno têm de recolher as assinaturas de 6,4% dos eleitores matosinhenses, É fácil imaginar a magnitude da tarefa e imaginem agora que havia mais duas candidaturas deste tipo, tendo-se em devida conta que um cidadão não pode assinar mais que uma lista. Pois é, os partidos no poder fazem tudo, mas tudo mesmo, para facilitar a apresentação de candidaturas livres de cidadãos! :) Acresce a tudo isto que quem está no poder dispõe normalmente de uma máquina de votos e muitas vezes de coação de votos, com o aproveitamento também de recursos e meios públicos de forma descarada. Como se tudo o já apresentado não bastasse, de vez em quando temos no terreno os tais partidos travestidos de independentes, situação que, porém, rapidamente cai na típica situação de queda da máscara, como é fácil verificar também aqui por Bouças.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

O que faz correr o Zé?


26 anos na presidência da Câmara Municipal de Matosinhos, três como vereador no executivo. Prestes a completar 68 anos, Narciso Miranda continua em passo acelerado. Qual é a surpresa?

Black out na marginal de Leça da Palmeira


Sabemos que anda quase toda a gente entretida com a campanha eleitoral e em fazer presenças e talvez por isso a marginal de Leça da Palmeira esteve todo o fim de semana em black out. Está na hora de marcar um evento noturno para o passeio marítimo do Siza Vieira.

sábado, 10 de junho de 2017

Mário Mitch jogou com tripla


Mário Mitch realizou a sua 7.ª gala do futebol em Matosinhos e conseguiu a extraordinária proeza de, no campo do Infesta, juntar os três principais candidatos à cadeira de sonho de Bouças: António Parada, Luísa Salgueiro e Narciso Miranda. Que tenha visto, apenas Luísa Salgueiro e António Parada não se cumprimentaram. Para o organizador foi uma tarde em cheia, na certeza de que estas galas podem ser também combates de galos (ou galinhas).



sexta-feira, 9 de junho de 2017

O vereador que queria ser funcionário público


Tiago Maia, atual vereador da Câmara Municipal de Matosinhos, desistiu de ser candidato a uma vaga permanente no departamento de educação da CMM depois de uma denúncia feita pelo deputado municipal eleito pelo Partido Socialista Carlos Alberto (curiosamente, Tiago Maia prepara-se para integrar a lista socialista às próximas eleições, depois de uma temporada como independente, e Carlos Alberto está out). Maia, que foi chefe de gabinete de Guilherme Pinto e que ascendeu a vereador após a morte do primeiro, diz agora não ter ponderado suficientemente o facto de, entre 90 e poucos candidatos, ir ser avaliado por inferiores hierárquicos.
Tiago Maia não fica nada bem nesta fotografia. Antes de tudo por insuficiente ponderação e depois porque com isto transmite para a campanha de Luísa Salgueiro, que está a comandar, uma imagem de insegurança. Se a certeza da vitória é assim tanta, porquê tentar garantir o futuro com a tal vaga permanente na função pública?
Feitas todas as contas, Tiago Maia tomou agora a atitude correta mas não se livrará do estigma de só o ter feito depois da denúncia pública.


Num comentário no Facebook a propósito deste tema, Pedro Baptista, conhecido socialista, disse o seguinte: Que pouca vergonha! Por falar em poucas vergonhas neste executivo: como se chama o Vereador que tem negócios no Brasil com o Marco António, do PSD, com a respetiva "Entente cordiale", razão pela qual este não se quis candidatar a Matosinhos?



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Salvador Chouriço ganha o prémio de excelência do Senhor de Matosinhos


Nas Festas do Senhor de Matosinhos que estão a acabar, o meu prémio de excelência vai para a Casa Ermida, onde rezei três missas. Na última, tive o privilégio de ouvir uma versão melhorada (também não é difícil...) do João Pedro Pais. O Salvador Chouriço esteve em grande, bem assim como a tábua de enchidos que antes desta performance nos serviu. Quanto ao espadal, como dá para ver em baixo estava bravo, bravíssimo...
O prémio pode ser levantado na União de Freguesias Matosinhos/Leça da Palmeira.



Socialismo de coração


Ando a ler "Porque Falham as Nações", a obra seminal de Daron Acenoglu e James A.Robinson, e o que desde logo resulta é que a prosperidade e a pobreza têm tudo a ver com as instituições democráticas que escoram os estados democráticos e livres. Mas só lendo o JN de hoje fiquei a perceber que as 619 páginas deste livro que detalha a forma como as nações se formaram e cresceram não passa de uma grande treta. A democracia é um conceito muito mais lato. Não depende do que se decide no seio das suas instituições democraticamente eleitas. Manuel Pizarro, o conquistador do novo país dos Incas, das Icas ao Monte dos Pipos, sobretudo neste último, não passa muito cartão ao resultado natural da democracia. O que conta, afinal, independentemente de tudo, é o coração. Manel, dá cá mais cinco!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

PSD avança com Jorge Magalhães


Após um processo conturbado, com Joaquim Jorge a ser excluído de calçadeira, o PSD vai avançar para as eleições de outubro com o médico Jorge Magalhães como cabeça de lista. Os social-democratas tiveram o seu pior resultado de sempre há 4 anos mas tiveram em Pedro Vinha da Costa um vereador na oposição sempre ativo e contundente em relação à maioria de "independentes" suportada pelo vereador da CDU José Pedro Rodrigues. Foi em 2001 que, em coligação com o CDS, o PSD conseguiu o seu melhor resultado de sempre em Matosinhos, reunindo 21.858 votos (31,64%) e garantindo a eleição de quatro vereadores, numa eleição em que Narciso Miranda venceu com 53,89% dos votos, o seu 4.º pior resultado em 7 eleições. Jorge Magalhães arranca mais tarde e terá agora de fazer as suas listas. Vá lá que não precisa, como os candidatos independentes, de recolher 4.500 assinaturas...

A mobilidade matosinhense sempre no sentido lato


Nos últimos meses a mobilidade tem sido um festim em Matosinhos, como aconteceu em relação às ciclovias e às respetivas pinturas que um distinto presidente de junta até gozou numa sessão pública, borrifando-se para o facto de o vereador do pelouro integrar o executivo municipal em funções. O caso da Rua Álvaro Castelões, frequentemente congestionada de trânsito, é paradigmático e prova que na Betesga não se pode pensar como o Marquês no Rossio.
E agora algo completamente diferente.  Quanto à fiscalização da polícia municipal, que nada tem a ver com o trânsito, como já corrigiu o Ricardo Santos,  fiquei ontem à 11 e picos da noite esclarecido quanto ao seu papel quando, junto à câmara municipal, um cromo deu 5 rateres na sua moto nas barbas de 3 agentes e seguiu rapidamente sem acender as luzes.

Narciso arranca com baile


Depois de uma ronda por cafés a recolher assinaturas e de um abraço sentido ao Homem da Maça, Narciso Miranda inaugurou a sua sede campanha na 3.ª feira de Senhor de Matosinhos, o santo com o qual se confunde. O Dux de Bouças chegou acompanhado por dois dinossauros da política matosinhense, os presidentes de junta em exercícios, sob a bandeira dos independentes (desculpem mas vou só um bocadinho ali à varanda fumar um cigarro e rir um bocadinho), Moutinho Mendes e Rodolfo Mesquita. São dos pilares importantes da sua candidatura. Dizem que Narciso é passado mas quem esteve atento a este ato percebeu rapidamente que ainda não perdeu o comboio do futuro. O dux ainda sonha com o regresso à cadeira onde se sentou durante longos e prolixos 26 anos.



terça-feira, 6 de junho de 2017

Passe os seus dedos por mais um concurso público




Aproxima-se o fim de um mandato autárquico. O futuro não é certo. Há que acautelar o futuro. Passe os seus dedos por mais uma lista para a admissão de um técnico superior de educação e tire as suas conclusões.

Orfeão Madeirense cantou em Matosinhos


Com o apoio de algumas empresas locais (fábricas de conservas Dias e Araújo e a firma Barbosa e Guimarães), foi possível o Orfeão de Matosinhos aproveitar uma digressão do Orfeão Madeirense pelo Continente para o convidar para vir cantar ao Orfeão de Matosinhos, como aconteceu esta 2.ª feira. O Orfeão de Matosinhos, que está a celebrar o seu Centenário, continua empenhado em fazer cultura e em justificar os importantes apoios que recebeu este ano da união de freguesias e da câmara municipal. Não basta ter uma porta aberta e uma mão estendida - é preciso fazer. E o Orfeão de Matosinhos, sob o comando de António Cunha e Silva, um dos grandes homens da cultura de Matosinhos, continua a insistir.

Um dia a casa vem abaixo


Alguém muito inteligente que me explique por que razão um executivo municipal tem de assistir à demolição de um barraco junto à praia, como aconteceu hoje em Lavra. Mais a mais, conforme podem apreciar em baixo, não estava previsto qualquer desfile etnográfico de tribos da Papua Nova Guiné.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

Vai de andor


A notícia do JN sobre o domingo de Senhor de Matosinhos é a presença de Luísa Salgueiro logo atrás do andor, acompanhada por elementos da união de freguesias. Tomamos nota da devoção da candidata do Partido Socialista, que começou o dia a correr e acabou-o a andar pelas ruas de Matosinhos. Mas a procissão, ao que parece, ainda vai no adro...

...E toca a banda



A Banda de Matosinhos voltou ao ativo e muito bem. Em dia de festa, brilhou no coreto do Parque Basílio Teles. Ainda andei à procura de candidatos mas parece que iam na procissão.

Parada já apresentou armas



Banho de multidão para António Parada no dia da inauguração da sua sede de candidatura.

domingo, 4 de junho de 2017

Fogo no paiol


A esperada apoteose pirotécnica do Senhor de Matosinhos. Dia 1 de outubro há mais.

Mais um ajuntamento


O presidente da União de Freguesias de Matosinhos/Leça visitou o território do Estádio do Mar para se associar à homenagem às campeãs nacionais de voleibol do Leixões, como se sabe o clube do seu coração. A campanha eleitoral começou em força!

sábado, 3 de junho de 2017

António Parada inaugura sede de campanha


O Movimento de Cidadãos com António Parada inaugura este sábado, pelas 18 horas, a sua sede de campanha, na Rua Tomás Ribeiro, junto ao Parque Basílio Teles.

Todos com o Leixões



O Leixões decide esta tarde a permanência na 2.ª Liga. Pela segunda vez consecutiva, a equipa com maior expressão de adeptos em Matosinhos corre no fio da navalha pelo objetivo de garantir a continuidade neste escalão do futebol profissional. A vitória por 1-0 nos Açores dá alento mas nada garante. Está em causa um projeto, liderado por Paulo Lopo, que visa recolocar, em dois anos, o Leixões na 1.ª Liga. Matosinhos precisa de um Leixões forte mas o Leixões também precisa de um apoio forte de Matosinhos.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Dronedários e camelos


O fogo do Senhor de Matosinhos, marcado para sábado, foi anunciado como o grande elemento inovador das festas pois iria ser realizado com drones. Afinal já não vai. A PSP, em nome da segurança, não autoriza. Tenha-se em conta que o fogo será disparado na doca n.º 2 de Leixões, próximo da multidão e dos depósitos de combustível da CEPSA. Não sei como quem de direito não tentou perceber se era possível este tipo de pirotecnia mas creio que mais uma vez houve confiança total de que seria sempre a andar, ao velho estilo "aqui quem manda somos nós". Mas felizmente não é assim. E os drones vão ficar em terra. Mas o povo terá direito ao pagode do costume. Só falta mesmo saber quem é que, em outubro, vai apanhar as canas.