domingo, 30 de junho de 2013

Piratas em Leça da Palmeira


A edição que está a decorrer dos Piratas em Leça da Palmeira - onde por acaso não há muitas notícias deles... - está a ser um enorme sucesso, com este calorzinho também a ajudar. Não sei quanto custa esta iniciativa mas garantem-me que não custa muito. Se assim for, prova-se mais uma vez que com pouco se pode fazer muito, com Fernando Rocha de novo a marcar pontos no seu pelourinho.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Entrar a pés juntos

Jogo perigoso, diz-se no futebol, sobre o título com que me estreio no PdL. E, em ano de Autárquicas em Matosinhos, consta mesmo que é jogo perigoso escrever o que seja cá na terra. Não faz mal. O árbitro perceberá que a intenção foi apenas jogar a bola e, no máximo, serei advertido com um cartão amarelo ou com aqueles avisos gestuais, veementes, mas que resultam em nada, na prática.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

É um facto: voltou

A imagem corre nas redes sociais, sobretudo nos chats, com muitos likes.

O dux está de volta. A verdade é que nunca deixou de ser O Presidente.

domingo, 23 de junho de 2013

ADN Narciso

O que está a dar é zurzir em Narciso Miranda e António Parada por se terem conluiado depois de um longo noivado. Todos sabemos que Parada esteve do lado da barricada de Seabra contra Narciso Miranda, Guilherme Pinto e Henrique Calisto. Seabra ganhou essa batalha mas não conseguiu "matar o pai" por causa de uma infeliz coincidência. A vida seguiu, Narciso cansou-se e saiu e até apoiou Guilherme Pinto na sua primeira eleição. O atual presidente da câmara nunca teria chegado onde chegou se Seabra não tivesse ousado atacar Narciso quando este era dono e senhor do reduto socialista de Matosinhos. Hoje, apesar da grave doença que o afeta, Manuel Seabra encontra-se bem cravado na equipa de António Parada, embora na condição de deputado da nação. Tudo isto apenas para vos dizer que o que está a dar é o que sempre esteve a dar. Ou seja, um mapa político de Matosinhos dominado, desde os finais dos anos 70 do século passado, pela personalidade forte, carismática e por vezes ignóbil de José Rodrigues Narciso Miranda. Sempre tive um carinho especial por ele, até quando me quis calar com processos. Reconheço: exagerei um bocadinho, sobretudo quando o tratei por parolo de Barroselas. É muito injusto para Barroselas pois Matosinhos está cheia de parolos e Barroselas não sei porque apenas passei por lá a caminho do "Camelo". O que sei é que Narciso é o pai de toda esta tribo que vive da política em Matosinhos. Foi o modelo, o mentor, o promotor e o autor de todas estas figuras que hoje lhe apontam os piores defeitos mas que se esquecem das virtudes que Narciso lhes ofereceu por vezes numa bandeja. Mas esta gente é assim. Quem se baixa para comer da gamela fica sempre com problemas de coluna. E bom S. João!

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Ricardo Santos: reforço PdL

 Porto de Leixões vai passar a contar com um reforço de peso: Ricardo M. Santos. Um jovem leceiro com sangue na guelra, de escrita fina e grande sentido crítico. Ou não fosse membro de uma das famílias leceiras que mais admiro. Acho que vamos ficar todos a ganhar.
Força, Ricardo!

Juntos vencerão

Tal como se previa e temia, Narciso Miranda vai integrar a equipa de António Parada provavelmente como candidato a presidente da Assembleia Municipal. É uma dupla apenas improvável para quem não conhece o meândrico mundo da política matosinhenses, escatologicamente viciado por este tipo de movimento centrífugos que nem uma Bamby da última evolução consegue igualar. As contas não são simples de fazer e certamente que Narciso não transporta para o lado de Parada os 31% que teve nas últimas eleições mas é um aliado de peso. Não tarda nada e vamos ter em Matosinhos pelo menos uma avenida com o nome de Sousa Franca. Ou quiçá o nome do antigo candidato a PR na lota cá da terra.
Para Guilherme Pinto sobra o desafio de se bater contra o dinossauro da política matosinhense e ao mesmo tempo contra o antigo braço armado de Manuel Seabra. É assim a vida. Alegre e divertida.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Arre que já chateia!

 A questão que se coloca é: quantas mais entrevistas vai o Rafael Barbosa, perdão, o JN fazer a Guilherme Pinto até ao dia das eleições autárquicas?

domingo, 16 de junho de 2013

E viva o Leixões

Duas boas notícias sobre as eleições do Leixões. Venceu a lista que em princípio permite manter o clube a respirar. A outra é que temos quase 700 sócios com as quotas em dia.

É só.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Uma obra notável

Quis o destino que o autor desta biografia, Magalhães Pinto, tivesse falecido poucos dias antes da apresentação desta notabilíssima obra. Uma das melhores lançadas pela Câmara Municipal de Matosinhos. Reli-a ontem. É um grande trabalho de pesquisa, de rigor nas fontes, e de erudição. Até tem um toque de romance. Os matosinhenses não podem deixar pelo menos de passar os olhos por esta biografia de um presidente da câmara que fazia questão sempre de dizer que era o povo quem lhe pagava o ordenado. Ok, era um homem do regime. Sim, mas um Homem que honrou o serviço público e Matosinhos. Já não se fazem homens assim. Os políticos que temos são todos de aviário.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Guilherme pagou a bandeirada

O movimento "Por Matosinhos" abriu a sua temporada no Cabo do Mundo. Mais um jantar. Este no Rochedo, Com os taxistas de Matosinhos. Suspeito que houve carne assada ou, quando muito, bacalhau com natas. Mas adiante. Apenas para deixar o meu protesto. Está na hora do ainda presidente da câmara municipal de Matosinhos reunir com os apanhadores de mexilhão, os colecionadores de selos e, quiçá, as moças do farol. Na parte que me toca, seria interessante um encontro com os Amigos do Faísca mas, claro, com um menu pelo menos com cinco pratos. É uma sugestão que deixo ao diligente líder do movimento "Por Matosinhos", sem dúvida pujante, pelo menos no que toca a jantaradas.

domingo, 9 de junho de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O Sete

 
Há um ditado popular que diz: “nunca digas que estás bem”.


E foi isso que aconteceu ao amigo Joaquim, que estava sossegado no seu remanso dos 79.


Há mais de SETE dias o filho do Delfim alfaiate foi convidado  para ir conviver com os seus conterrâneos que, as senhoras e os senhores que sabem escrever e que possuem imensos leitores


Mas o pior estava para acontecer e que era ele  ter de dizer alguma coisa, mais ainda, com um aviso de tom severo e  solene:  não falar mais de sete minutos!


O aviso seria para acelerar o programa ou para se verem mais cedo do convidado?


Ele, no entanto, aceitou, sem prever no sarilho em que se estava a meter. Pensou, voltou a pensar, e lá se atirou para o teclado do computador, mas sempre com o credo na boca e com o SETE sempre apontado para as suas fragilidades literárias.


Contou os sete dias da semana e verificou que os sete minutos teriam de ser bem argamassados e espremidos e logo num dia anterior ao 7º. dia da semana, dia primeiro do sexto mês, que, como se sabe,  é prenunciador da chegada do sétimo.


Mas, há que ter receio desta baralhada que o sete provoca!


Entretanto, ajudado pelo riscar da vida, começou a chegar à conclusão que não era assim tão difícil andar à volta do sete, pois desde os seus primeiros momentos de vida fora mantido  sete meses no ventre de sua mãe.


Nasceu antes do tempo. Tal como o Churchil (convém dar esta nota para valorizar o autor).


Ao menos isso.


E tudo começaria aí.


Não aconteceu no dia 7, mas no 3x7 do mês de Abril.


Assim, o 7 o perseguiu nos primeiros tempos da vida.
Até nasceu no 147 da Brito e Cunha a menos de 700 metros do mar.
Uma maré cheia de setes.


Como tinha nascido sem estar pronto para tal, esteve quase SETE meses entre botijas de água quente e algodão em rama.


Lá estava o SETE a marcá-lo, e marcou-o até hoje.


A 7 de Outubro foi aprender as primeiras letras e a 17 do 7, quatro anos depois, prestou provas de que sabia ler e escrever.


A 7 de Junho disseram-lhe que não servia para a tropa. A ele e a sete amigos.


Aos 17 anos de vida começou a trabalhar até às 7 horas da tarde e depois a estudar à noite, tomando o 1 para apanhar o 17 no Castelo do Queijo para a Praça da Batalha..


Conheceu a menina dos seus olhos a 7 de Janeiro e durante 7  anos fizeram quase um oito, quanto ao que respeita às andanças e contradanças do amor. Ela nascera em 1937.


Beijos e abraços. Risos e amuos. Até ao sim.


Tem graça, o Amor precisa de duas doses reforçadas de letras para ultrapassar o SETE, mas é bom que assim seja, porque resulta, normalmente, num delicioso OITO.


Voltando atrás, casou a 27 de Maio. O padre Alcino, que o casou, não tinha 47 anos, quase 48.



O casalinho foi residir para o 237 duma bonita rua de Leça da Palmeira.
A noite de núpcias foi uma noite de SETE fôlegos, a pedir meças ao destemido 007.


E passados poucos anos lá em casa já havia sete pessoas.


O SETE continuaria  a acompanhar a vida de todos.


Para variar, para dar um certo ar erudito ao autor, ele aponta o SETE da  7ª. Arte, antecedida pela Música, Pintura, Escultura, Arquitectura, Literatura e Coreografia., isto, ainda, a par das sete maravilhas com a Pirâmide de Gizé, Jardins Suspensos da Babilónia, Farol de Alexandre, Colosso de Rodes, Mausoléu de Halicaman, Estátua de Zeus em Olímpia e Templo de Artémis em Éfeso.


Bem, isto já é pretensão de     querer ser um intelectual. O que na verdade não é chinelo para o pé do Joaquim..


O autor cai num PINTAR O SETE que  não dá para tirar sequer a prova dos nove do que pretende dizer. Está metido numa camisa de sete varas, perdão, a camisa tem 12 varas.


É de ficar baralhado.


Mas     que se fechem os olhos à vergonha e continuemos.


Os sábios, os que sabem e não os que impingem uma sabedoria de loja de chinês, mostram à evidência que a Filosofia também se intromete com o SETE, tantas são as suas virtudes:




A Esperança
A Fortaleza
A Prudência
O Amor
A Justiça
A Temperança e
A Fé


Bem, mas sem ocultar,  os pecados mortais que, por coincidência, são também SETE e andam por aí bem espalhados nos tempos que passam.


A Vaidade
A Avareza
A Ira
A Preguiça
A Luxúria
A Inveja e
A Gula.



Mas as virtudes também são SETE. Pois são.


A Castidade
A Generosidade
A Temperança
A Diligência
A Paciência
A Caridade e
A Humildade.



E até temos as sete cores do arco-iris:


Vermelho
Laranja
Amarelo
Verde
Azul
Anil e
Violeta.



Francamente, o que havia de dar ao SETE!


Esta prosa está mesmo a tornar-se numa lenga-lenga.


E nem sequer ainda batemos as teclas das sete notas musicais, retinindo o dó no pensamento daqueles que estão a ser martirizados pela audácia deste autor se meter por sete caminhos.





Sem estilo e sem vergonha. Um autor  de sete e meio.  


Pois, mas deixem o Joaquim espalhar-se ainda mais um pouco nas teclas do computador.


Ele ainda pretende arranjar oportunidade para recordar o tempo de menino e a Branca de Neve e os seus sete anões: o Atchim, o Soneca, o Zangado, o Feliz, Dengoso, o Mestre e o Dunga, que pintavam o sete..


Raio de coisa! Ó Joaquim, já chega!


E agora: não aparece a porta de saída.


Ó sete, sai da frente. Vê se apanhas o ponto final.


Há o receio, evidente, que já foi pisado sete, o pico e o oito e tal.


Por isso, feche-se a conversa a sete chaves.


Mas, esperem, há uma surpresa que valerá vários setes. Os 27 escritores que aqui estiveram merecem isso.


Por isso, o Joaquim foi pedir a ajuda ao inesquecível Zeca Afonso, para nos falar das sete fadas que o fadaram. Sete fadas. E com 337 letrinhas.









Ora, escreve e canta ZECA:


Sete fadas me fadaram
Sete irmãos m’arrenegaram
Sete vacas me morreram
Outras sete me mataram


Sete setes desvendei
Sete laranjinhas de oiro
Sete piados de agoiro
Sete coisas que eu cá sei


Sete cabras mancas
Sete bruxas velhas
Sete salamandras
Sete cega-regas


Sete foles
Sete feridas
Sete espadas
Sete dores
Sete mortes
Sete vidas
Sete amores
Sete estrelas me ocultaram
Sete luas, sete sóis
Sete sonhos me negaram
Aqui d’el rei é demais!


E, pode-se, finalmente, respirar fundo. Chegamos ao fim.


Os SETE minutos já lá vão.  As  palavras jorraram  pelas sete bicas do minguado saber do autorr.


Um verdadeiro diabo a sete este bocadinho de vida.


O tema escolhido pelo autor,  era mesmo um bicho de sete cabeças. Foi uma rasteira que pregaram ao Joaquim.


Onde já onde vão os sete minutos a que se obrigou?


Com jeito chegávamos aos 77.


No entanto, mesmo com o confrangimento que se vê nas vossas caras,  não custa confessar, que o autor aspira voltar aqui, para o ano, com 80 já feitos, isto é, depois de já  ter despachado 10 setes.!


E talvez amparado a uma bengala parecida com um sete.


Não gostaram do que ouviram?
E tem razão para tal. Isso percebe-se nos vossos olhos de misericórdia.


Esperavam outra coisa. Mas, repetimos, a culpa foi do sete que obrigaram o autor a cumprir. O tempo do tema multiplicou-se.


Morreu a intenção. Matamos o SETE.


Sem sentido do ridículo pintamos o sete de diabruras no sentido das palavras; pusemos quem nos ouviu a procurar compreender tiradas incompreensíveis; causou-se indiferença e muitos olharam para o tecto; provocou-se escândalo ao trazer um texto destes para este Encontro; houve desordem nas palavras, nas linhas e entrelinhas.


Uma vergonha!


Mas, já agora, perdido por sete, perdido por setenta, o Joaquim quer redimir-se, pedir perdão a quem aguentou estes enormes sete minutos, trazendo para ponto final, os Sete Erros apontados pelo grande Mahatma Gandhi:


E eles são:


Riqueza sem trabalho;


Prazer sem consciência;


Conhecimento sem carácter;


Ciência sem humanidade;


Comércio sem moralidade;


Adoração sem sacrifício;


Política sem princípio.










Chegamos à última página.


O autor certamente que conseguiu ser perdoado.


Mas nunca mais aceita nem sete, nem setenta minutos.
JOAQUIM QUEIRÓS

terça-feira, 4 de junho de 2013

Uma das vozes mais lúcidas da nossa terra (António Gramaxo)


Vou finalmente revelar o enigma que hoje instalei. Finalmente, ACABARAM as festas de Matosinhos. Quem me ouvisse falar ou lesse os meus escritos, poderia pensar, “este tipo adora as festas da sai cidade”. Mentira. Não gosto de festas, nem romarias, nem ajuntamentos de pessoas, muito menos quando alteram o ritmo de vida diário, meu e de milhares pessoas que por aqui residem ou labutam. Isto é, fran...camente, uma enormíssima chatice, para todos os habitantes inseridos no perímetro das festas. Não há paciência que resista. Então aqui na minha zona é um martírio. Dezenas de carrinhas e furgonetas dos feirantes, que fazem delas, armazém, dormitório e refeitório, provocam um mal-estar generalizado, é uma porcaria que os técnicos de limpeza procuram evitar, mas a verdade é que vícios criados, não acabam tão depressa. Este ano, em minha opinião, as “coisas” pioraram ainda mais, a instalação das barracas num local tão pequeno provocou uma pressão enorme onde ninguém se podia mexer, uma barulheira tremenda, enfim, ACABARAM as festas. Numa cidade que se pretende moderna, de horizontes largos, uma romaria deste tipo, num local tão centralizado, é fatalmente um erro enorme. Não se pode fechar o centro administrativo e urbano um mês inteiro, correndo-se o risco das pessoas e instituições se afastarem de vez deste cenário. É preciso pensar, rapidamente e de forma positiva, como se devem organizar as festas de Matosinhos. Ninguém pode só pensar na receita que os comerciantes pagam (garanto-vos que pagam milhares e milhares de euros) correndo-se o risco de se deitar a perder uma romaria com tantas tradições. Um mês é uma eternidade. Quanto muito uma semana e mesmo assim, deveria pensar-se num local que não prejudicasse tantos e tantos milhares de pessoas. É engraçado vir a Matosinhos, passear no picadeiro, mas acabado o passeio, as pessoas voltam para as suas casas e não pensam mais nisso. Agora quem cá vive, não aguenta esta situação. Onde está o cariz popular e de romaria das festas? Não há! A Igreja mostra a sua extraordinária beleza, mas, o resto, é um pavor. Artesanato? Deixem-me rir! . Podem dizer que exagero, mas, francamente, é preciso estar dentro dum problema, para se ter a exacta dimensão dele. O resto, meus Amigos, é demagogia. Da mais pura!




Colado a cuspe


"Os meus colegas abriam a janela e cuspiam lá para baixo". Com esta bombástica declaração Guilherme Pinto marcou a sua visita ao palacete onde estudou, conforme nos informa, sempre diligente, o JN, o jornal oficial da campanha de GP, a acompanhar todos os passos do ainda presidente da câmara de Matosinhos. Que relevância têm estas obras, que já tardavam, no chamado Palacete do Visconde de Trevões? Bem, é uma notícia com todos os condimentos para um jornal local mas como Matosinhos não tem algo que se pareça com isso...lá apareceu a CNN, perdão, o JN.
O mais importante da notícia, esse, está no fim: a câmara, que vai gastar 90 mil euros nas obras, ainda não sabe que destino dar ao palacete. Posso ajudar: residência oficial do presidente da câmara cessante e respetiva corte.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Se continuas assim vais perder!


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Este painel de oradores de um pseudo fórum para projetar Matosinhos é o quê? Mais um tiro no pé do candidato da mãozinha?
Olha lá, se continuas assim vais conseguir perder estas eleições.
Matosinhos não se resume à mercearia socialista, que, pobrezinha, muito pouco tem para oferecer.
Põe-te fino.

Trabalhos arqueológicos na Boa Nova

Finalmente estão em curso trabalhos arqueológicos na envolvente da ermida da Boa Nova, a propósito das obras de requalificação da Casa de Chá, que estão em curso. Já foram realizadas algumas sondagens mas nada de significativo surgiu até ao momento. Vamos ter paciência e esperar que alguns sinais até aqui escondidos nos permitam perceber melhor o que aconteceu durante os cerca de 80 anos que os frades franciscanos, nos séculos XV/XVI, ocuparam aquela promontório sagrado.

Guilherme pressiona Parada


Guilherme Pinto (Independente): 35%
António Parada (PS): 28%
Pedro Vinha da Costa (PSD/CDS): 17%

O resultado desta sondagem, divulgada domingo pelo JN, vai afastar-se muito do resultado das autárquicas que devem ocorrer no final de setembro.

Mas, confesso, não deixa de ser para mim uma surpresa GP aparecer tão destacado.

Das duas, uma: ou esta sondagem, como tantas outras, é um encomenda ou caso contrário estamos perante um fenómeno pois GP está muito longe de valer mais de 20% do eleitorado, embora este, o eleitorado, claro, seja capaz por vezes de nos surpreender.

Não esquecer que abriu a época do fogo de artifício.