quinta-feira, 22 de junho de 2017

Memórias epigráficas


Os romanos inauguraram a tradição epigráfica honorífica após algumas tentativas da Antiguidade mais antiga. Para memória futura, gravaram-se na pedra os nomes dos benfeitores e heróis. Cá por Bouças, essa tradição continua bem viva. Estamos sempre a tropeçar em memórias epigráficas. É este o caso, na Avenida D. Afonso Henriques, a propósito de Luís Villas-Boas, um dos grandes responsáveis pela divulgação do jazz aqui na terra - ao lado do José Duarte, claro, que ainda anda por aí. O então presidente não resistiu à tentação e zás (ou jazz)...


...toma lá mais uma! 
Não tenho nada contra mas sempre gostava de saber o que é que este calhau tem a ver com o jazz.

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