quarta-feira, 24 de julho de 2013

Ai se o ridículo matasse...

O problema de políticos desta estirpe é que confundem muitas vezes a vontade do povo com a própria e os interesses panfletários. Ninguém manda em Matosinhos. Eu pelo menos não quero ser mandado por ninguém, já me basta ser "mandado" trabalhar quase todos os dias e cumprir as minhas obrigações.
O resto é a treta do costume. Parada quer manter todas as dez juntas de portas abertas mesmo após a reforma administrativa que as reduz para quatro. Uma coisa apenas com alguma lógica em Celorico da Beira ou Unhais da Serra. Em Matosinhos, não. Se as quatro juntas e a câmara funcionarem bem, não precisamos de mais repartições e de mais funcionários. Isto sou eu a falar, o tal sujeito a quem comem mais de 200 euros por mês e metade dos subsídios de férias e Natal porque o Estado é uma besta anafada e há que pagar a manutenção da clientela e das repartições. Nestas alturas até me apetecia dizer uma asneira mas apenas vou dizer isto: doutor Parada, preocupe-se com outras coisas! Por exemplo, poupe-nos a vista e retire alguns dos outdoors. E não mande ninguém insultar vereadores quando estes se passeiam junto à Casa Amarela. Não é preciso. O PS já ganhou as próximas autárquicas. Com Parada ou com o Zé Bigodes ganharia sempre. Portanto, rasgue os cartazes e aplique o que sobra do budget da campanha em baralhos de cartas novos para os reformados do Basílio Teles. Vai ver que assim ainda ganha com maioria absoluta.
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