quinta-feira, 17 de março de 2011

EU ESTIVE LÁ...

EU ESTIVE LÁ, - Fui dar o meu grito de protesto de revolta.
“A LUTA CONTINUA, QUANDO O POVO VEM PARA RUA”
Não com saudades das minhas lutas do meu passado mas porque o presente está a ferir demais.
Foram milhares e milhares na cidade do Porto e por todo o Pais, múltiplas gerações numa reivindicação unânime por uma sociedade mais justa sem exploradores, nem explorados POR UM PORTUGAL MELHOR.
EU ESTIVE LÁ, participei numa das maiores manifestações efectuadas no Porto, encontrei vários Amigos, Camaradas Companheiros, conversei com muitos jovens e com idosos, todos estávamos no mesmo diapasão, porque todas as gerações estão à rasca dos vários quadrantes políticos e religiosos.
EU ESTIVE LÁ e vou continuar a estar presente, para demonstrar aos novos “TALIBANS Portugueses” do poder, da finança e da europança. Que o Povo vai continuar a lutar na rua, porque a vida não é apenas sobrevivência, e sim existir, mas sem carências, com entusiasmo, amor, felicidade e ser solidário. Viver SÓ POR VIVER…NÃO VALE A PENA!
Temos de lutar contra os abusos do poder, temos de exigir rigorosos padrões éticos e de cidadania.
Vamos continuar a lutar correndo o pano e mudar a cena, buscando uma melhor realidade, quebrar o passado e começar tudo do zero.
EU ESTIVE LÁ, com todas as gerações presentes, de todos os que sobrevivem no dia-a-dia, pois nunca pertenci, nem pertencerei àqueles que têm lugares cativos, nas administrações, nos gabinetes do Poder Local e Central e nunca me aproveitei dos meandros da política.
Estas grandes manifestações têm de continuar, contra a epidemia destes senhores governantes, o desemprego, a miséria, a degradação social e cultural, já há muito que são os presentes destes pseudo-socialistas e sociais-democratas.
Todas estas facturas que nos estão sendo apresentadas, sendo sempre negativas, são facturas contra o desenvolvimento errado e prejudicial ao Povo cujas consequências obviamente que são danosas para os mais desfavorecidos urgente que todos nós, todas as gerações e nos consciencializemos, que sós não vamos a lado nenhum, è necessário e urgente aproveitar estes descontentamento
EU ESTIVE LÁ, e um dos meus filhos também, irei continuar a lutar para que os dois meus filhos não sejam mais explorados e não permitir que lhes roubem o seu direito ao futuro.
PROCURÁ-LOS NA LUTA NÃO É PRECISO
POIS ESTAREI SEMPRE AO VOSSO LADO,
NESTA OPORTUNIDADE TRIUNFANTE
DE LUTAR AO LADO DOS MEUS FILHOS.
Jorge Carvalho
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