domingo, 26 de abril de 2009

COLECTIVIDADES E ASSOCIAÇÕES


As Colectividades e Associações não são nada mais nada menos do que organizações resultantes de reuniões com uma ou mais pessoas, com vista a vários objectivos comuns. Está desta forma criada uma Colectividade e uma Associação. Esta forma de Associativismo, enquanto forma de organização Social, deve caracterizar-se pelo seu conteúdo de voluntariado.Estas desempenham vários papéis importantes na nossa Sociedade, muitas delas ultrapassando em algumas áreas as próprias funções que ao Estado compete. Em Matosinhos – Leça da Palmeira existem centenas de Colectividades e Associações em diversas áreas de actuação:Desporto – Lazer – Saúde – Ambiente - Qualidade de Vida - Religião -etc. etc. todas elas com papéis bastante importantes.É uma falta de responsabilidade esperarmos que alguém faça as coisas por nós, por elas, obviamente que não fazemos o que queremos, mas também somos responsáveis pelo que fazemos, por aquilo que elas fazem. A maneira de ajudar os outros é provar-lhes que eles são capazes de pensar e de agir, as nossas Colectividades e Associações devem de ter esse papel de agir de uma forma altruísta e que essa forma nunca seja exagerada, sob a responsabilidade da mesma se desmoronar. Cada Um, Todos nós, somos responsáveis…elas também o são. O objectivo das mesmas é que os meios são mais importantes que os fins, e para isso as mesmas devem serem ajudadas financeiramente pela nossa CMM, mas sempre com a ideia de que nos devemo-nos dedicar às causas e nunca às pessoas.Estou convicto que na actual situação que o nosso País atravessa elas como instituições estarão cada vez mais activas.Por vezes a solidão passa por uma ida ao convívio à sede tentando superar as amarguras que a presente vida nos causa.Estamos atentos a que as entidades que foram eleitas pelo povo saibam estar à altura das nossas Colectividades e Associações. contribuindo desta forma para que as mesmas não desmoronem.Finalizo com Pitágoras: Os afectos podem, às vezes, somar-se. Subtrair-se, nunca.

JOSÉ MODESTO
Enviar um comentário