sábado, 10 de junho de 2017

Mário Mitch jogou com tripla


Mário Mitch realizou a sua 7.ª gala do futebol em Matosinhos e conseguiu a extraordinária proeza de, no campo do Infesta, juntar os três principais candidatos à cadeira de sonho de Bouças: António Parada, Luísa Salgueiro e Narciso Miranda. Que tenha visto, apenas Luísa Salgueiro e António Parada não se cumprimentaram. Para o organizador foi uma tarde em cheia, na certeza de que estas galas podem ser também combates de galos (ou galinhas).



sexta-feira, 9 de junho de 2017

O vereador que queria ser funcionário público


Tiago Maia, atual vereador da Câmara Municipal de Matosinhos, desistiu de ser candidato a uma vaga permanente no departamento de educação da CMM depois de uma denúncia feita pelo deputado municipal eleito pelo Partido Socialista Carlos Alberto (curiosamente, Tiago Maia prepara-se para integrar a lista socialista às próximas eleições, depois de uma temporada como independente, e Carlos Alberto está out). Maia, que foi chefe de gabinete de Guilherme Pinto e que ascendeu a vereador após a morte do primeiro, diz agora não ter ponderado suficientemente o facto de, entre 90 e poucos candidatos, ir ser avaliado por inferiores hierárquicos.
Tiago Maia não fica nada bem nesta fotografia. Antes de tudo por insuficiente ponderação e depois porque com isto transmite para a campanha de Luísa Salgueiro, que está a comandar, uma imagem de insegurança. Se a certeza da vitória é assim tanta, porquê tentar garantir o futuro com a tal vaga permanente na função pública?
Feitas todas as contas, Tiago Maia tomou agora a atitude correta mas não se livrará do estigma de só o ter feito depois da denúncia pública.


Num comentário no Facebook a propósito deste tema, Pedro Baptista, conhecido socialista, disse o seguinte: Que pouca vergonha! Por falar em poucas vergonhas neste executivo: como se chama o Vereador que tem negócios no Brasil com o Marco António, do PSD, com a respetiva "Entente cordiale", razão pela qual este não se quis candidatar a Matosinhos?



quinta-feira, 8 de junho de 2017

Salvador Chouriço ganha o prémio de excelência do Senhor de Matosinhos


Nas Festas do Senhor de Matosinhos que estão a acabar, o meu prémio de excelência vai para a Casa Ermida, onde rezei três missas. Na última, tive o privilégio de ouvir uma versão melhorada (também não é difícil...) do João Pedro Pais. O Salvador Chouriço esteve em grande, bem assim como a tábua de enchidos que antes desta performance nos serviu. Quanto ao espadal, como dá para ver em baixo estava bravo, bravíssimo...
O prémio pode ser levantado na União de Freguesias Matosinhos/Leça da Palmeira.



Socialismo de coração


Ando a ler "Porque Falham as Nações", a obra seminal de Daron Acenoglu e James A.Robinson, e o que desde logo resulta é que a prosperidade e a pobreza têm tudo a ver com as instituições democráticas que escoram os estados democráticos e livres. Mas só lendo o JN de hoje fiquei a perceber que as 619 páginas deste livro que detalha a forma como as nações se formaram e cresceram não passa de uma grande treta. A democracia é um conceito muito mais lato. Não depende do que se decide no seio das suas instituições democraticamente eleitas. Manuel Pizarro, o conquistador do novo país dos Incas, das Icas ao Monte dos Pipos, sobretudo neste último, não passa muito cartão ao resultado natural da democracia. O que conta, afinal, independentemente de tudo, é o coração. Manel, dá cá mais cinco!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

PSD avança com Jorge Magalhães


Após um processo conturbado, com Joaquim Jorge a ser excluído de calçadeira, o PSD vai avançar para as eleições de outubro com o médico Jorge Magalhães como cabeça de lista. Os social-democratas tiveram o seu pior resultado de sempre há 4 anos mas tiveram em Pedro Vinha da Costa um vereador na oposição sempre ativo e contundente em relação à maioria de "independentes" suportada pelo vereador da CDU José Pedro Rodrigues. Foi em 2001 que, em coligação com o CDS, o PSD conseguiu o seu melhor resultado de sempre em Matosinhos, reunindo 21.858 votos (31,64%) e garantindo a eleição de quatro vereadores, numa eleição em que Narciso Miranda venceu com 53,89% dos votos, o seu 4.º pior resultado em 7 eleições. Jorge Magalhães arranca mais tarde e terá agora de fazer as suas listas. Vá lá que não precisa, como os candidatos independentes, de recolher 4.500 assinaturas...

A mobilidade matosinhense sempre no sentido lato


Nos últimos meses a mobilidade tem sido um festim em Matosinhos, como aconteceu em relação às ciclovias e às respetivas pinturas que um distinto presidente de junta até gozou numa sessão pública, borrifando-se para o facto de o vereador do pelouro integrar o executivo municipal em funções. O caso da Rua Álvaro Castelões, frequentemente congestionada de trânsito, é paradigmático e prova que na Betesga não se pode pensar como o Marquês no Rossio.
E agora algo completamente diferente.  Quanto à fiscalização da polícia municipal, que nada tem a ver com o trânsito, como já corrigiu o Ricardo Santos,  fiquei ontem à 11 e picos da noite esclarecido quanto ao seu papel quando, junto à câmara municipal, um cromo deu 5 rateres na sua moto nas barbas de 3 agentes e seguiu rapidamente sem acender as luzes.

Narciso arranca com baile


Depois de uma ronda por cafés a recolher assinaturas e de um abraço sentido ao Homem da Maça, Narciso Miranda inaugurou a sua sede campanha na 3.ª feira de Senhor de Matosinhos, o santo com o qual se confunde. O Dux de Bouças chegou acompanhado por dois dinossauros da política matosinhense, os presidentes de junta em exercícios, sob a bandeira dos independentes (desculpem mas vou só um bocadinho ali à varanda fumar um cigarro e rir um bocadinho), Moutinho Mendes e Rodolfo Mesquita. São dos pilares importantes da sua candidatura. Dizem que Narciso é passado mas quem esteve atento a este ato percebeu rapidamente que ainda não perdeu o comboio do futuro. O dux ainda sonha com o regresso à cadeira onde se sentou durante longos e prolixos 26 anos.



terça-feira, 6 de junho de 2017

Passe os seus dedos por mais um concurso público




Aproxima-se o fim de um mandato autárquico. O futuro não é certo. Há que acautelar o futuro. Passe os seus dedos por mais uma lista para a admissão de um técnico superior de educação e tire as suas conclusões.

Orfeão Madeirense cantou em Matosinhos


Com o apoio de algumas empresas locais (fábricas de conservas Dias e Araújo e a firma Barbosa e Guimarães), foi possível o Orfeão de Matosinhos aproveitar uma digressão do Orfeão Madeirense pelo Continente para o convidar para vir cantar ao Orfeão de Matosinhos, como aconteceu esta 2.ª feira. O Orfeão de Matosinhos, que está a celebrar o seu Centenário, continua empenhado em fazer cultura e em justificar os importantes apoios que recebeu este ano da união de freguesias e da câmara municipal. Não basta ter uma porta aberta e uma mão estendida - é preciso fazer. E o Orfeão de Matosinhos, sob o comando de António Cunha e Silva, um dos grandes homens da cultura de Matosinhos, continua a insistir.

Um dia a casa vem abaixo


Alguém muito inteligente que me explique por que razão um executivo municipal tem de assistir à demolição de um barraco junto à praia, como aconteceu hoje em Lavra. Mais a mais, conforme podem apreciar em baixo, não estava previsto qualquer desfile etnográfico de tribos da Papua Nova Guiné.



segunda-feira, 5 de junho de 2017

Vai de andor


A notícia do JN sobre o domingo de Senhor de Matosinhos é a presença de Luísa Salgueiro logo atrás do andor, acompanhada por elementos da união de freguesias. Tomamos nota da devoção da candidata do Partido Socialista, que começou o dia a correr e acabou-o a andar pelas ruas de Matosinhos. Mas a procissão, ao que parece, ainda vai no adro...

...E toca a banda



A Banda de Matosinhos voltou ao ativo e muito bem. Em dia de festa, brilhou no coreto do Parque Basílio Teles. Ainda andei à procura de candidatos mas parece que iam na procissão.

Parada já apresentou armas



Banho de multidão para António Parada no dia da inauguração da sua sede de candidatura.

domingo, 4 de junho de 2017

Fogo no paiol


A esperada apoteose pirotécnica do Senhor de Matosinhos. Dia 1 de outubro há mais.

Mais um ajuntamento


O presidente da União de Freguesias de Matosinhos/Leça visitou o território do Estádio do Mar para se associar à homenagem às campeãs nacionais de voleibol do Leixões, como se sabe o clube do seu coração. A campanha eleitoral começou em força!

sábado, 3 de junho de 2017

António Parada inaugura sede de campanha


O Movimento de Cidadãos com António Parada inaugura este sábado, pelas 18 horas, a sua sede de campanha, na Rua Tomás Ribeiro, junto ao Parque Basílio Teles.

Todos com o Leixões



O Leixões decide esta tarde a permanência na 2.ª Liga. Pela segunda vez consecutiva, a equipa com maior expressão de adeptos em Matosinhos corre no fio da navalha pelo objetivo de garantir a continuidade neste escalão do futebol profissional. A vitória por 1-0 nos Açores dá alento mas nada garante. Está em causa um projeto, liderado por Paulo Lopo, que visa recolocar, em dois anos, o Leixões na 1.ª Liga. Matosinhos precisa de um Leixões forte mas o Leixões também precisa de um apoio forte de Matosinhos.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Dronedários e camelos


O fogo do Senhor de Matosinhos, marcado para sábado, foi anunciado como o grande elemento inovador das festas pois iria ser realizado com drones. Afinal já não vai. A PSP, em nome da segurança, não autoriza. Tenha-se em conta que o fogo será disparado na doca n.º 2 de Leixões, próximo da multidão e dos depósitos de combustível da CEPSA. Não sei como quem de direito não tentou perceber se era possível este tipo de pirotecnia mas creio que mais uma vez houve confiança total de que seria sempre a andar, ao velho estilo "aqui quem manda somos nós". Mas felizmente não é assim. E os drones vão ficar em terra. Mas o povo terá direito ao pagode do costume. Só falta mesmo saber quem é que, em outubro, vai apanhar as canas.

O sagrado e o profano


Joel Cleto e o seu "fiéis" ficaram à porta do templo do Bom Jesus de Matosinhos ontem à noite, em mais uma jornada proporcionada pelo arqueólogo e historiador que sabe contar histórias. À Igreja o que é da Igreja pois o Estado, apesar de laico, tem muito respeitinho por ela e o respeitinho é muito bonito.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Um ponto de ordem na mesa



Como muitos já sabem, mas alguns podem não saber, este ano vou abrir uma exceção na minha tendência natural de outsider e irei apoiar a candidatura do Movimento de Cidadãos com António Parada. Isto pode ser uma surpresa para quem me segue há algum tempo mas quem o faz e sabe ler devidamente também já deve ter percebido que para mim a isenção é uma treta. Os "isentos" que pululam por aí já todos conhecemos bem e tanto estão de um lado como do outro.
Tendo em conta este dado, espero que percebam claramente a minha posição, de forma a que a leitura do PdeL possa ser feita com base neste pressuposto. Estou com esta candidatura mas não estou contra as outras. Obviamente, o sangue que me corre nas veias por vezes pode tentar-me a seguir por outros caminhos. Conto com a vossa ajuda para me porem na ordem (como já aconteceu).
E apareçam no sábado, ali junto ao Basílio Teles.

Flores que não se cheiram


Há um par de meses que a Rua Brito Capelo está decorada com floreiras que justificam equipa de rega diária e segurança privada. Tudo bem. A rua ficou mais bonita. Mas não se esqueçam dos buracos. Como este, no cruzamento da Carioca.

Linha azul


Matosinhos primeiro, eis o lema da candidata Luísa Salgueiro. Matosinhos não esteve em primeiro na escolha das listas do PS, já todos sabemos, mas isso se calhar pouco importa. O que importa é que a "mãozinha" está a amparar com toda a força e carinho a deputada da nação que há largas semanas está primeiro em Matosinhos, em segundo em Matosinhos e em terceiro sempre em Matosinhos. Os cartazes estão aí a na rua, neste caso da rotunda do metro, junto à tal estação que o poder local quis batizar por "Câmara Municipal" esquecendo por completo a memória do lugar "Carcavelos"  (mas alguns de nós não se esquecem). Mas permitam-me apenas mais uma reflexão. Se Matosinhos está em primeiro, quem vem atrás?

Número 42


Rua Brito Capelo, Matosinhos. Igreja Universal do Reino do Pecado.

Narciso renasce das cinzas


Em tons de azul claro, com uma "She Dangerous" estilizada, a escultura que vê todos os dias quando se levanta, Narciso Miranda aí está para o que der e vier. Há 8 anos perdeu mas com 27 mil votos, um score que em outubro provavelmente dará a vitória às forças que estão no terreno. Matosinhos entra no mapa das autárquicas 2017 por ter no terreno três candidatos da família socialista: Luísa Salgueiro, a candidata oficial, António Parada e Narciso Miranda. O vencedor das eleições estará aqui. A escolha não vai ser fácil...


quarta-feira, 31 de maio de 2017

O último grito em ações de campanha - tirar fotos em cemitérios


Desde já declaro que a expressão o "último grito" foi aleatória.