A CMM colocou hoje no seu site uma informação - pode ser lida aqui - relativa ao ponto da situação em relação às pontes que unem as freguesias de Matosinhos e Leça da Palmeira, depois de hoje ter sido cortado o acesso à Ponte Grande junto à Quinta da Conceição. Evidentemente que é um transtorno monumental para quem necessita de sair de Leça em direcção a sul mas a verdade é que não há outra alternativa, pelo que está descrito no referido comunicado. Por pontos, para ser mais fácil para quem acha que descobriu as pólvora com as soluções mais descabidas, em jeito de complemento ao que foi divulgado pela CMM.
1 - Ter uma rótula suplente para uma eventual avaria na Ponte Móvel faz tanto sentido como andar com um radiador no carro, caso o que está em uso fure.
2 - As obras na Ponte Grande só podem ocorrer sem chuva e não podem ser interrompidas uma vez que têm de terminar antes do Inverno.
3 -Na entrada do nó da Quinta da Conceição para a Ponte Grande em direcção a sul é impossível manter o trânsito a circular, uma vez que, ao contrário do que sucede em Matosinhos em direcção a Leça, no caso norte-sul a entrada está já em cima da ponte, não havendo a distância que existe no sentido sul-norte.
4 - A opção circular por dentro do PdL está explicada no comunicado.
5 - Por muito que custe a alguns, Matosinhos tem de facto um vereador dos Transportes e Mobilidade e a sua intervenção, ainda que com menos de um mês, já se faz sentir. Desafio qualquer um a encontrar informação de carácter semelhante no site da CMM, tanto no tempo em que o actual presidente era o bom, como no meio ano em que passou a ser o mau.
6 - Vamos trabalhar todos em prol das freguesias de Matosinhos e Leça da Palmeira e do concelho. As eleições já foram, o povo falou. Fazei a digestão da coisa. Se for preciso, há fármacos para o efeito.
Um texto (mais um) interessante de ANTÓNIO GRAMAXO:
Matosinhos com pessoas, mas sem indústria, sem actividade e sem horizontes.
A mim, que vivi e senti bem por dentro o progresso desta terra, todas referências à industria conserveira e àquelas que lhe eram afins, tais como, as litografias em folha de Flandres, as latoarias, as serralharias, os armazéns de azeite, os madeireiros da zona de Aveiro(sobretudo estes) que forneciam as caixas para a exportação das conservas, as tipografias que faziam os envoltórios para embalar as latas sem impressão, as fundições que forneciam as soldas e estanhos para soldagem das latas e estanhagem das grelhas onde se colocavam as sardinhas em cru, enfim toda uma enormíssima actividade paralela à nossa industria e obviamente, a pesca, fizeram desta terra um polo dos mais importantes senão o mais economicamente viável do nosso País, me dizem tudo à minha experiência e sentido de vida. Igualmente nunca poderia ignorar as pessoas que trabalhavam heroicamente na indú...stria de conservas, milhares e milhares de pessoas, numa percentagem avassaladora de mulheres. Acho que sem elas, o seu saber e grande espírito de sacrifício jamais esta actividade seria possível. Não esquecer que a maior parte delas nem vivia em Matosinhos, mas sim nas freguesias rurais do concelho, donde se deslocavam manhã bem cedo e saíam do trabalho a altas horas da noite, sempre com um sorriso nos lábios e a cantar em grupos enormes e apressados de regresso a suas casas tentando esquecer as agruras e dureza do esforço do trabalho diário porque passavam. Também a verdade é que umas indústrias nunca subsistiriam sem a ajuda das outras e daí que todas elas fossem verdadeiramente complementares em todo o processo. Iniciei-me profissionalmente num período de crise das conservas e das pescas, depois surgiu a ressurreição e o apogeu da indústria até ao seu lento apagamento e daí, praticamente, até ao seu fim. As causas foram todas elas exógenas aos desejos dos verdadeiros interessados no progresso industrial de Matosinhos. Nada se fez para atenuar ou até combater esta situação verdadeiramente criminosa. Só que os culpados foram-se escondendo e passaram incólumes e sem julgamento! Mas eu sei quem eles são!
Um texto (mais um) interessante de ANTÓNIO GRAMAXO:
Matosinhos com pessoas, mas sem indústria, sem actividade e sem horizontes.
A mim, que vivi e senti bem por dentro o progresso desta terra, todas referências à industria conserveira e àquelas que lhe eram afins, tais como, as litografias em folha de Flandres, as latoarias, as serralharias, os armazéns de azeite, os madeireiros da zona de Aveiro(sobretudo estes) que forneciam as caixas para a exportação das conservas, as tipografias que faziam os envoltórios para embalar as latas sem impressão, as fundições que forneciam as soldas e estanhos para soldagem das latas e estanhagem das grelhas onde se colocavam as sardinhas em cru, enfim toda uma enormíssima actividade paralela à nossa industria e obviamente, a pesca, fizeram desta terra um polo dos mais importantes senão o mais economicamente viável do nosso País, me dizem tudo à minha experiência e sentido de vida. Igualmente nunca poderia ignorar as pessoas que trabalhavam heroicamente na indú...stria de conservas, milhares e milhares de pessoas, numa percentagem avassaladora de mulheres. Acho que sem elas, o seu saber e grande espírito de sacrifício jamais esta actividade seria possível. Não esquecer que a maior parte delas nem vivia em Matosinhos, mas sim nas freguesias rurais do concelho, donde se deslocavam manhã bem cedo e saíam do trabalho a altas horas da noite, sempre com um sorriso nos lábios e a cantar em grupos enormes e apressados de regresso a suas casas tentando esquecer as agruras e dureza do esforço do trabalho diário porque passavam. Também a verdade é que umas indústrias nunca subsistiriam sem a ajuda das outras e daí que todas elas fossem verdadeiramente complementares em todo o processo. Iniciei-me profissionalmente num período de crise das conservas e das pescas, depois surgiu a ressurreição e o apogeu da indústria até ao seu lento apagamento e daí, praticamente, até ao seu fim. As causas foram todas elas exógenas aos desejos dos verdadeiros interessados no progresso industrial de Matosinhos. Nada se fez para atenuar ou até combater esta situação verdadeiramente criminosa. Só que os culpados foram-se escondendo e passaram incólumes e sem julgamento! Mas eu sei quem eles são!
A mim, que vivi e senti bem por dentro o progresso desta terra, todas referências à industria conserveira e àquelas que lhe eram afins, tais como, as litografias em folha de Flandres, as latoarias, as serralharias, os armazéns de azeite, os madeireiros da zona de Aveiro(sobretudo estes) que forneciam as caixas para a exportação das conservas, as tipografias que faziam os envoltórios para embalar as latas sem impressão, as fundições que forneciam as soldas e estanhos para soldagem das latas e estanhagem das grelhas onde se colocavam as sardinhas em cru, enfim toda uma enormíssima actividade paralela à nossa industria e obviamente, a pesca, fizeram desta terra um polo dos mais importantes senão o mais economicamente viável do nosso País, me dizem tudo à minha experiência e sentido de vida. Igualmente nunca poderia ignorar as pessoas que trabalhavam heroicamente na indú...stria de conservas, milhares e milhares de pessoas, numa percentagem avassaladora de mulheres. Acho que sem elas, o seu saber e grande espírito de sacrifício jamais esta actividade seria possível. Não esquecer que a maior parte delas nem vivia em Matosinhos, mas sim nas freguesias rurais do concelho, donde se deslocavam manhã bem cedo e saíam do trabalho a altas horas da noite, sempre com um sorriso nos lábios e a cantar em grupos enormes e apressados de regresso a suas casas tentando esquecer as agruras e dureza do esforço do trabalho diário porque passavam. Também a verdade é que umas indústrias nunca subsistiriam sem a ajuda das outras e daí que todas elas fossem verdadeiramente complementares em todo o processo. Iniciei-me profissionalmente num período de crise das conservas e das pescas, depois surgiu a ressurreição e o apogeu da indústria até ao seu lento apagamento e daí, praticamente, até ao seu fim. As causas foram todas elas exógenas aos desejos dos verdadeiros interessados no progresso industrial de Matosinhos. Nada se fez para atenuar ou até combater esta situação verdadeiramente criminosa. Só que os culpados foram-se escondendo e passaram incólumes e sem julgamento! Mas eu sei quem eles são!




















Com o aproximar das eleições, começa a perceber-se cada vez melhor quem vai ser o seu vencedor. O Partido Socialista de Matosinhos e António Parada estão no que se pode chamar um ritmo imparável, tanto mais que o movimento acaba de ser reforçado com o mandatário Vítor Oliveira, um matosinhense de sucesso no mundo do futebol e um amigo da sua terra. Fala pouco mas mostra sempre muito e é com pessoas assim que isto no fundo pula e avança. Boa malha, Parada.

