terça-feira, 4 de setembro de 2012

O dia em que GP "roubou" uma ambulância

Segundo o JN de hoje, o comandante dos bombeiros de S. Mamede de Infesta apresentou queixa contra Guilherme Pinto por roubo de uma ambulância.
Parece que o caso já foi resolvido mas continua a ser bem demonstrativo da forma como se faz política também em Matosinhos.
O que aconteceu foi isto:
- Uma ambulância dos BVSM teve um acidente, foi reparada nas oficinas da câmara e o presidente da mesma fez questão de promover a ato protolocar o momento da entrega mas atrasou-se uma hora e quem esperava por ele foi para casa e guardou a ambulância na garagem; indignado com o facto de não ter ninguém a recebê-lo, Guilherme Pinto mandou tirar a ambulância da garagem e uma hora depois tinha uma queixa na PSP entretanto retirada.
Ou seja, GP fica mais uma vez mal na fotografia.
Quanto ao comandante dos bombeiros de S. Mamede, parabéns, não é todos os dias que vemos gente com responsabilidades pôr os políticos profissionais em sentido. E no ridículo.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Mas que grande novidade!

Engano.
Eles já cá estão há muito tempo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

domingo, 26 de agosto de 2012

O cão e a vereadora

Um cão matou uma mulher numa casa de Matosinhos.
Tentei perceber o que aconteceu nas televisões mas só vi a vereadora Joana Felício a falar de raças caninas energéticas que não suportam espaços fechados.
É verdade que pode estar em causa a protecção civil - o pelouro da vereadora em questão - mas também é verdade que o mastim há dois anos que vivia naquela casa da Rua de S. Sebastião. Felizmente, segundo um morador, só foi visto duas vezes na rua entretanto.
Quanto à senhora vereadora, parabéns: aproveitou muito bem o tempo de antena embora o tema fosse pouco exaltante.
Homem que mordeu o cão é sempre uma história mais interessante e num passado muito recente aconteceu na política matosinhense e não consta que tenha sido chamada a protecção cívil.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Momento épico



Reparem na introdução...

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O fantasma de Narciso


O senhor presidente da câmara fez questão de informar, na última assembleia municipal, que a autarquia vai vender em hasta pública um BMW 7281 com 14 anos e 301.890 km e um BMW 3161 com 15 anos e 223.666 km que estiveram ao serviço de Narciso Miranda. Confirma-se: o fantasma ainda anda por ali, na Casa Amarela.
Cuida-te, mordomo Batista,

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Matosinhos antes de Narciso

PdL tem a honra de apresentar uma imagem inédita do concelho de Matosinhos antes da chegada de Narciso Miranda a esta terra.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Caldo entornado

Isto não se faz!
Os homens assim nem podem aproveitar os dias de praia...
Já adivinhava isto mas confesso que nunca esperei que o sprint fosse lançado tão cedo. Cuidado.

domingo, 29 de julho de 2012

Triste fado

Sempre que avança uma nova geração temos a esperança de que algo vai mudar.
Mas não muda.
O fado do aproveitamento político e do populismo continua a ser cantado.
Por estes dias, em Leça da Palmeira, nas festas de Santa Ana

quinta-feira, 26 de julho de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Vergonha


Esta foto de José Rua do único monumento nacional da freguesia do Paço da Boa Nova diz tudo quanto à incúria de quem de direito. Nem é preciso dizer mais nada.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Jô Soares entrevista João Pereira Coutinho



Um dos muitos matosinhenses que não dependem da gamela e que se impõem pelo seu valor.

Mais nada.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Folclore


Quando pensamos que já vimos tudo, eis que somos surpreendidos.
Diz o nosso presidente da câmara que nós, os cidadãos de Matosinhos, ou melhor, aqueles que pagam impostos e não vivem de subsídios do Estado, contribuímos com 1/4 do orçamento da autarquia via IMI. Confirmo: este ano contribuiu com pelo menos 600 euros...
O que nos oferece GP? A possibilidade de escolher as obras públicas.
Eis as minhas sugestões:
- O corte mensal da relva do meu jardim pelos respectivos serviços.
- Uma plataforma e duas pranchas na praia do aterro.
- O nivelamento das tampas de esgoto da minha rua.

O poder pelos vistos caiu na rua em Matosinhos. A mesma autarquia que há três anos se esfalfa para arranjar 3 quilómetros de marginal pede-nos agora uma contribuição.
Temo o pior quando chegar a vez do José Modesto.

Isto não é populismo, meus amigos. Isto é fazer de todos nós estúpidos. Não é difícil perceber que isto não passa de folclore. É mais que sabido que o povo não participa no processo democrático e que este é e continuará a ser uma coutada de quem vive da política.

Poupem-nos, por isso, a estes filmes típicos da silly season ou de presidentes de junta que reúnem em confeitarias. Cuidado com as imitações - por norma não resultam...

quarta-feira, 27 de junho de 2012

A Nova Era e a extinção das freguesias

Vai por aí um grande banzé a propósito de dois assuntos:


- O facto de a Nova Era ter anunciado a sua festa de verão para Matosinhos quando esta decorre na praia do aterro, na freguesia do Paço da Boa Nova.
- A posição assumida por 8 das 10 juntas de freguesia de Bouças contra a extinção de algumas freguesias no âmbito da reforma administrativa que está em curso (mas devagarinho).


São assuntos muito próximos. O primeiro revela um último estertor vernacular, o segundo resulta apenas do apego a determinadas posições políticas ao estilo de rampa de lançamento.
Não é difícil perceber que a história de uma terra não depende do seu estatuto administrativo ou das suas fronteiras imaginárias. Faz-se caminhando e, sobretudo, preservando o património e conhecendo a História. Leça da Palmeira é, nesse aspecto, uma terra privilegiada e não estou a falar apenas do Jorge Bento.


A última grande reforma administrativa ocorreu em meados do século XIX. Ou seja, há um século e meio. Estava na hora de fazer outra, agora também em nome de uma poupança que urge. Mas eis que ressurge o espírito paroquiano no seu pior, quiçá estimulado por forças políticas viciadas nas ações de rua e no pic-nic anual da Quinta da Atalaia, embora com um pseudo-comando do xuxas locais. Dispostos também a debater a localização do Quecódromo, reclamando-o como ex-libris da freguesia do Paço da Boa Nova. O que me faz lembrar a questão da marginal de Leça que sem palmeiras seria sempre do Siza Vieira e que hoje é de todos serenamente, sem termos que andar a esbarrar nas ditas cujas.


Somos do lugar onde nascemos, onde crescemos, onde vivemos e onde desfrutamos de grandes momentos. Não somos nunca de um ponto específico e não somos donos de parcelas do território. Eu, por exemplo, olho para a minha rua não como minha mas como de todos os que lá vivem e lá passam. Não nasci lá e não me importa se vou lá morrer. É uma rua como outras, num local específico do nosso território, envolvida pela história e vivenciada por muita gente. Se ele está em Perafita, como é o caso, na freguesia do Paço da Boa Nova, em Bouças ou no Monte dos Pipos é algo que pouco me importa embora prefira viver a 200 metros do mar em vez de viver num bairro semi-clandestino junto das bouças.


Se Matosinhos perder freguesias, nada ficará a perder.
Há muitos anos que as juntas de freguesia se dedicam apenas a proporcionar bailes e passeios para velhinhos, sempre na perspectiva de angariar votos. A causa é decente mas não prioritária até porque os velhinhos devem ser poupados a esses espectáculos públicos.


Portanto, tudo isto não passa de folclore. A caravana vai passar, a festa de verão vai bombar, a freguesia do Paço da Boa Nova vai desaparecer e tudo continuará como dantes. E em setembro não faltarão couratos e pins do Che Guevara. Quanto aos presidentes de junta que perderão o poleiro, certamente se encontrará um pelouro para os mesmos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Balões para a Petrogal...

À falta de um plano de segurança para quem mora junto à cerca da Petrogal, todos os anos faço a minha gracinha, mandando balões de ar quente em fogo para o epicentro da refinaria, com a ajuda dos ventos dominantes.

domingo, 24 de junho de 2012

A marginal do Cabo do Mundo

Com custos anunciados na ordem dos 6 milhões de euros, a remodelação da marginal entre a Boa Nova e o Marreco teve o seu fim...anunciado para dezembro de 2010. Palavra de Guilherme Pinto. Estamos no verão de 2012 e a obra ainda não está concluída. Falta-lhe o quase. Enquanto o quase não desaparece, os automobilistas vão estragando as máquinas em tampões que se salientam da estrada e em desníveis incríveis entre troços de vias. Não sei o que aconteceu para que tanto atraso e desleixo tivessem perturbado seriamente precisamente uma das zonas do concelho que mais contribuiu com impostos. Se estivessemos perante um bairro social a concluir em vésperas de eleições, não duvido que não teríamos atrasos.
O que aconteceu é algo que deve envergonhar quem é mandadato pelo povo para pensar e executar.
Esta é a prova de que não basta ter boas ideias - é preciso calcular acima de tudo o interesse público e nesse aspecto assistimos a um falhanço estrondoso.
Recordo o dia, já distante, em que apanhei o nosso presidente da câmara no meio das canivais do antigo Quecódromo instalado num palanque a anunciar esta empreitada. Parei o carro e fui assistir para ver e crer. Acreditei demasiado. Mais uma vez,

quinta-feira, 21 de junho de 2012

A piscininha

Nos meus tempos de menino, a Praia de Leça tinha este aspecto e a sua grande atração era a Piscininha. Sem precisar de recorrer a crédito, alguém ali construíu dois ou três muros e proporcionou uma poça grande onde a miudagem desfrutava e fazia chichi, colocando a temperatura da água do mar de Leça ao nível da temperatura do Mar das Caraíbas.
Aqui também podemos ver o Palacete que foi implodido no início dos anos 70.
A foto é antigo (anos 40 ou 50) mas vem provar uma coisa: para se animar uma praia não é preciso muito dinheiro - uma boa ideia às vezes pode fazer toda a diferença e durante muitos anos...

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O ImParada


Ganhou a concelhia sem espinhas e foi importante na vitória de José Luís Carneiro na distrital.
Ninguém pára o Parada.
O antigo segurança de Manuel Seabra está a revelar-se um fenómeno.
É a prova de que a lota continua.
Agora, prepara-se para se apresentar como candidato do PS à Câmara Municipal de Matosinhos.
Tem o pão e o queijo na mão.
Vamos ver se a mercearia lhe dá o resto ou se escorrega na marmelada.

domingo, 16 de outubro de 2011

Narciso vai voltar




PdL está em condições de anunciar que Narciso vai recandidatar-se à Câmara Municipal de Matosinhos.

Fico à espera de uma marcha de indignados com uma certeza: o dux tem toda a legitimidade para querer regressar ao castelo.

Desta vez vou votar nele pois gosto de sumo de laranja.



sábado, 15 de outubro de 2011

Leça é grande, não precisa de junta

Quando Siza Vieira quis fazer a marginal de Leça à sua maneira, alguns leceiros, sobretudo os imigrados em condomínios de luxo, indignaram-se sob o lema "Leça é da palmeira e não do Siza Vieira". Ao que consta, defendiam a plantação de palmeiras na marginal, quiçá para compensar a liamba que desapareceu com os antigos canaviais (ou será canabiais?).
Tal como PdL antecipou, Leça da Palmeira vai perder a sua junta de freguesia.
Nada se perde.
Uma junta de freguesia é uma perfeita inutilidade. Que me lembre, apenas precisei dela para me lembrarem o número do cartão de eleitor.
Leça da Palmeira tem uma história grande e os leceiros não a esquecem. É o mais importante. Manter esta identidade não depende, obviamente, de qualquer junta de freguesia apenas preocupada na manutenção de um pequeno poder. Compete a cada um de nós, leceiros, manter Leça da Palmeira tal e qual ela é, ou seja, um lugar com história, com identidade, com referências e com futuro.
A junta não era nem nunca foi um facto de fomento, foi sempre um obstáculo à iniciativa pessoal dos leceiros.
Vamos deixar de ter esse obstáculo.

Bendita reforma administrativa!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

SOMOS LEIXÕES


No Facebook, eis um grupo muito interessante:
http://www.facebook.com/#!/groups/somosleixoes/

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Mar Nosso

Matosinhos tem uma iconografia muito associada ao Mar.
Aliás, durante muitos anos os seus naturais sentiam-se orgulhosos quando eram tratados por peixeiros. Hoje, nem por isso...
A comunidade foi-se desligando o mar e o mar deixou de ser a base da economia local. A atividade mercantil do porto comercial e a refinaria depressa superaram o viver tradicional. A decadência da indústria conserveira ajudou à festa...
Mas nem por isso Matosinhos perdeu a sua ligação ao mar, bem traduzida no nome do ainda estádio do Leixões, construído muito graças ao empenho dos nossos pescadores.
Temos ainda o Mar Shopping, animando o pólo comercial de Leça da Palmeira, uma rotunda-onda ainda na mesma localidade e uma Anémona que simboliza os perigos do mar implantada quase no jardim de Narciso Miranda.
O mar não "deslarga" Matosinhos. Ainda bem. Há sempre a esperança de que uma tempestade perfeita vinda do mar varra a porcaria que empesta a nossa terra.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pimbalhada fora do ar



Lá se foi a Rádio Clube de Matosinhos.
Na minha modesta opinião, nada se perdeu.
Mas há quem entenda o contrário e já esteja com saudades da pimbalhada que o dinheiro dos nossos impostos também patrocinou durante alguns anos.

SIC em Matosinhos



A SIC, ou melhor, o Grupo Impresa instalou-se em Matosinhos. Não sei nem quero saber quanto custaram as novas instalações. Sei que houve um empenhamento grande da nossa autarquia para trazer a Imprensa/Norte para Matosinhos. Matosinhos só tem a ganhar com isso e ponto final.