Com custos anunciados na ordem dos 6 milhões de euros, a remodelação da marginal entre a Boa Nova e o Marreco teve o seu fim...anunciado para dezembro de 2010. Palavra de Guilherme Pinto. Estamos no verão de 2012 e a obra ainda não está concluída. Falta-lhe o quase. Enquanto o quase não desaparece, os automobilistas vão estragando as máquinas em tampões que se salientam da estrada e em desníveis incríveis entre troços de vias. Não sei o que aconteceu para que tanto atraso e desleixo tivessem perturbado seriamente precisamente uma das zonas do concelho que mais contribuiu com impostos. Se estivessemos perante um bairro social a concluir em vésperas de eleições, não duvido que não teríamos atrasos.
O que aconteceu é algo que deve envergonhar quem é mandadato pelo povo para pensar e executar.
Esta é a prova de que não basta ter boas ideias - é preciso calcular acima de tudo o interesse público e nesse aspecto assistimos a um falhanço estrondoso.
Recordo o dia, já distante, em que apanhei o nosso presidente da câmara no meio das canivais do antigo Quecódromo instalado num palanque a anunciar esta empreitada. Parei o carro e fui assistir para ver e crer. Acreditei demasiado. Mais uma vez,
domingo, 24 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
A piscininha
Nos meus tempos de menino, a Praia de Leça tinha este aspecto e a sua grande atração era a Piscininha. Sem precisar de recorrer a crédito, alguém ali construíu dois ou três muros e proporcionou uma poça grande onde a miudagem desfrutava e fazia chichi, colocando a temperatura da água do mar de Leça ao nível da temperatura do Mar das Caraíbas.
Aqui também podemos ver o Palacete que foi implodido no início dos anos 70.
A foto é antigo (anos 40 ou 50) mas vem provar uma coisa: para se animar uma praia não é preciso muito dinheiro - uma boa ideia às vezes pode fazer toda a diferença e durante muitos anos...
Aqui também podemos ver o Palacete que foi implodido no início dos anos 70.
A foto é antigo (anos 40 ou 50) mas vem provar uma coisa: para se animar uma praia não é preciso muito dinheiro - uma boa ideia às vezes pode fazer toda a diferença e durante muitos anos...
quarta-feira, 20 de junho de 2012
O ImParada
Ganhou a concelhia sem espinhas e foi importante na vitória de José Luís Carneiro na distrital.
Ninguém pára o Parada.
O antigo segurança de Manuel Seabra está a revelar-se um fenómeno.
É a prova de que a lota continua.
Agora, prepara-se para se apresentar como candidato do PS à Câmara Municipal de Matosinhos.
Tem o pão e o queijo na mão.
Vamos ver se a mercearia lhe dá o resto ou se escorrega na marmelada.
domingo, 16 de outubro de 2011
Narciso vai voltar
sábado, 15 de outubro de 2011
Leça é grande, não precisa de junta
Quando Siza Vieira quis fazer a marginal de Leça à sua maneira, alguns leceiros, sobretudo os imigrados em condomínios de luxo, indignaram-se sob o lema "Leça é da palmeira e não do Siza Vieira". Ao que consta, defendiam a plantação de palmeiras na marginal, quiçá para compensar a liamba que desapareceu com os antigos canaviais (ou será canabiais?).Tal como PdL antecipou, Leça da Palmeira vai perder a sua junta de freguesia.
Nada se perde.
Uma junta de freguesia é uma perfeita inutilidade. Que me lembre, apenas precisei dela para me lembrarem o número do cartão de eleitor.
Leça da Palmeira tem uma história grande e os leceiros não a esquecem. É o mais importante. Manter esta identidade não depende, obviamente, de qualquer junta de freguesia apenas preocupada na manutenção de um pequeno poder. Compete a cada um de nós, leceiros, manter Leça da Palmeira tal e qual ela é, ou seja, um lugar com história, com identidade, com referências e com futuro.
A junta não era nem nunca foi um facto de fomento, foi sempre um obstáculo à iniciativa pessoal dos leceiros.
Vamos deixar de ter esse obstáculo.
Bendita reforma administrativa!
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Mar Nosso
Matosinhos tem uma iconografia muito associada ao Mar.Aliás, durante muitos anos os seus naturais sentiam-se orgulhosos quando eram tratados por peixeiros. Hoje, nem por isso...
A comunidade foi-se desligando o mar e o mar deixou de ser a base da economia local. A atividade mercantil do porto comercial e a refinaria depressa superaram o viver tradicional. A decadência da indústria conserveira ajudou à festa...
Mas nem por isso Matosinhos perdeu a sua ligação ao mar, bem traduzida no nome do ainda estádio do Leixões, construído muito graças ao empenho dos nossos pescadores.
Temos ainda o Mar Shopping, animando o pólo comercial de Leça da Palmeira, uma rotunda-onda ainda na mesma localidade e uma Anémona que simboliza os perigos do mar implantada quase no jardim de Narciso Miranda.
O mar não "deslarga" Matosinhos. Ainda bem. Há sempre a esperança de que uma tempestade perfeita vinda do mar varra a porcaria que empesta a nossa terra.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Pimbalhada fora do ar
Lá se foi a Rádio Clube de Matosinhos.
Na minha modesta opinião, nada se perdeu.
Mas há quem entenda o contrário e já esteja com saudades da pimbalhada que o dinheiro dos nossos impostos também patrocinou durante alguns anos.
SIC em Matosinhos
As freguesias de Matosinhos
O tema parece escaldar mas ninguém fala num novo mapa das freguesias matosinhenses.
A procura excede sempre a oferta deste tipo de lugares e compreendo o embaraço.
Mas a verdade é que Matosinhos podia e devia tomar a iniciativa de partir para uma reorganização paroquial.
Lavra e Perafita, por exemplo, são duas freguesias que nada perdiam em unirem-se.
Bem assim como Santa Cruz e Guifões.
Ou Leça do Balio e Custódias.
E até Matosinhos e Leça da Palmeira, até porque ambas integram a mesma cidade.
Mas ninguém vai querer sequer aflorar este assunto. O jogo das cadeiras ia ficar muito mais difícil e os poderes dos presidentes da junta reforçados. Nem uma coisa nem outra interessam a quem faz da política local a sua carreira.
A procura excede sempre a oferta deste tipo de lugares e compreendo o embaraço.
Mas a verdade é que Matosinhos podia e devia tomar a iniciativa de partir para uma reorganização paroquial.
Lavra e Perafita, por exemplo, são duas freguesias que nada perdiam em unirem-se.
Bem assim como Santa Cruz e Guifões.
Ou Leça do Balio e Custódias.
E até Matosinhos e Leça da Palmeira, até porque ambas integram a mesma cidade.
Mas ninguém vai querer sequer aflorar este assunto. O jogo das cadeiras ia ficar muito mais difícil e os poderes dos presidentes da junta reforçados. Nem uma coisa nem outra interessam a quem faz da política local a sua carreira.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A Boa Nova não é do Siza, é de todos nós

Muitos antes de Siza Vieira se ter apropriado da Boa Nova já este sítio era de todos nós. Como continua felizmente a ser, apesar de quem decide pouco se importar com o que os leceiros em particular e os matosinhenses em geral pensam sobre o assunto.
A Boa Nova já foi um sítio muito mais bonito - como dá para ver - mas a vida é um processo de mudança e só um parvalhão pretenderá que tudo continue tal e qual. A Boa Nova mudou. Já não tem lá o velho farol - resta a base de sustentação - mas a capelinha e os penhascos ali permanecem, lembrando-nos os anacoretas que ali viveram há meio milénio. A Boa Nova também tem a Casa de Chá e ainda bem, sendo apenas pena que a mesma não tenha sido objecto já de um restauro (presumo que o último foi realizado ainda no tempo do dux).
A Boa Nova melhorou também, e muito, com a ligação pela borda praia entre este sítio e o Cabo do Mundo. Só se estranha que tenha demorado tanto tempo até os nossos políticos descobrirem que todo o dinheiro gasto ali não seria debalde, sendo apenas serviço público.
Mas a Boa Nova não tem tudo o que queremos. Não basta fazer passeios e estrada, passadiços e restaurantes. A Boa Nova merecia que a sua memória, e as dos faróis, também pudesse ser conhecido por quem lá vai. Não seria preciso muito. Um simples painel bastaria.
Entretanto, caso estejam interessados aqui vos deixo um link para um trabalho meu sobre este lugar especial e aberto, que muitos de nós gostam de frequentar não apenas para dar quecas mas também para meditar (a ordem é arbitrária).
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
BARRA DE NOVO ABERTA
quinta-feira, 17 de março de 2011
EU ESTIVE LÁ...
EU ESTIVE LÁ, - Fui dar o meu grito de protesto de revolta.
“A LUTA CONTINUA, QUANDO O POVO VEM PARA RUA”
Não com saudades das minhas lutas do meu passado mas porque o presente está a ferir demais.
Foram milhares e milhares na cidade do Porto e por todo o Pais, múltiplas gerações numa reivindicação unânime por uma sociedade mais justa sem exploradores, nem explorados POR UM PORTUGAL MELHOR.
EU ESTIVE LÁ, participei numa das maiores manifestações efectuadas no Porto, encontrei vários Amigos, Camaradas Companheiros, conversei com muitos jovens e com idosos, todos estávamos no mesmo diapasão, porque todas as gerações estão à rasca dos vários quadrantes políticos e religiosos.
EU ESTIVE LÁ e vou continuar a estar presente, para demonstrar aos novos “TALIBANS Portugueses” do poder, da finança e da europança. Que o Povo vai continuar a lutar na rua, porque a vida não é apenas sobrevivência, e sim existir, mas sem carências, com entusiasmo, amor, felicidade e ser solidário. Viver SÓ POR VIVER…NÃO VALE A PENA!
Temos de lutar contra os abusos do poder, temos de exigir rigorosos padrões éticos e de cidadania.
Vamos continuar a lutar correndo o pano e mudar a cena, buscando uma melhor realidade, quebrar o passado e começar tudo do zero.
EU ESTIVE LÁ, com todas as gerações presentes, de todos os que sobrevivem no dia-a-dia, pois nunca pertenci, nem pertencerei àqueles que têm lugares cativos, nas administrações, nos gabinetes do Poder Local e Central e nunca me aproveitei dos meandros da política.
Estas grandes manifestações têm de continuar, contra a epidemia destes senhores governantes, o desemprego, a miséria, a degradação social e cultural, já há muito que são os presentes destes pseudo-socialistas e sociais-democratas.
Todas estas facturas que nos estão sendo apresentadas, sendo sempre negativas, são facturas contra o desenvolvimento errado e prejudicial ao Povo cujas consequências obviamente que são danosas para os mais desfavorecidos urgente que todos nós, todas as gerações e nos consciencializemos, que sós não vamos a lado nenhum, è necessário e urgente aproveitar estes descontentamento
EU ESTIVE LÁ, e um dos meus filhos também, irei continuar a lutar para que os dois meus filhos não sejam mais explorados e não permitir que lhes roubem o seu direito ao futuro.
PROCURÁ-LOS NA LUTA NÃO É PRECISO
POIS ESTAREI SEMPRE AO VOSSO LADO,
NESTA OPORTUNIDADE TRIUNFANTE
DE LUTAR AO LADO DOS MEUS FILHOS.
Jorge Carvalho
“A LUTA CONTINUA, QUANDO O POVO VEM PARA RUA”
Não com saudades das minhas lutas do meu passado mas porque o presente está a ferir demais.
Foram milhares e milhares na cidade do Porto e por todo o Pais, múltiplas gerações numa reivindicação unânime por uma sociedade mais justa sem exploradores, nem explorados POR UM PORTUGAL MELHOR.
EU ESTIVE LÁ, participei numa das maiores manifestações efectuadas no Porto, encontrei vários Amigos, Camaradas Companheiros, conversei com muitos jovens e com idosos, todos estávamos no mesmo diapasão, porque todas as gerações estão à rasca dos vários quadrantes políticos e religiosos.
EU ESTIVE LÁ e vou continuar a estar presente, para demonstrar aos novos “TALIBANS Portugueses” do poder, da finança e da europança. Que o Povo vai continuar a lutar na rua, porque a vida não é apenas sobrevivência, e sim existir, mas sem carências, com entusiasmo, amor, felicidade e ser solidário. Viver SÓ POR VIVER…NÃO VALE A PENA!
Temos de lutar contra os abusos do poder, temos de exigir rigorosos padrões éticos e de cidadania.
Vamos continuar a lutar correndo o pano e mudar a cena, buscando uma melhor realidade, quebrar o passado e começar tudo do zero.
EU ESTIVE LÁ, com todas as gerações presentes, de todos os que sobrevivem no dia-a-dia, pois nunca pertenci, nem pertencerei àqueles que têm lugares cativos, nas administrações, nos gabinetes do Poder Local e Central e nunca me aproveitei dos meandros da política.
Estas grandes manifestações têm de continuar, contra a epidemia destes senhores governantes, o desemprego, a miséria, a degradação social e cultural, já há muito que são os presentes destes pseudo-socialistas e sociais-democratas.
Todas estas facturas que nos estão sendo apresentadas, sendo sempre negativas, são facturas contra o desenvolvimento errado e prejudicial ao Povo cujas consequências obviamente que são danosas para os mais desfavorecidos urgente que todos nós, todas as gerações e nos consciencializemos, que sós não vamos a lado nenhum, è necessário e urgente aproveitar estes descontentamento
EU ESTIVE LÁ, e um dos meus filhos também, irei continuar a lutar para que os dois meus filhos não sejam mais explorados e não permitir que lhes roubem o seu direito ao futuro.
PROCURÁ-LOS NA LUTA NÃO É PRECISO
POIS ESTAREI SEMPRE AO VOSSO LADO,
NESTA OPORTUNIDADE TRIUNFANTE
DE LUTAR AO LADO DOS MEUS FILHOS.
Jorge Carvalho
domingo, 13 de março de 2011
IMPARÁVEL

Depois de dez anos e meio no Vietname, o nosso conterrâneo Henrique Calisto estreou-se hoje no comando do Muangthong United, de Banquecoque, com uma vitória por 2-0 sobre o rival da capital tailandesa.
Pode acompanhar mais de perto esta nova aventura do antigo presidente da junte de freguesia de Matosinhos aqui:
quinta-feira, 3 de março de 2011
"MANIF"
Adeptos do Leixões e do Leça manifestaram-se junto da sede do PSD, manifestando-se contra a teimosia do líder concelhio dos laranjas, o inefável Pedro Vinha da Costa, que continua a opor-se à municipalização dos estádios do Mar e do Leça.Não me parece que PVC vá mudar de ideias mas acredito que os laranjas de Matosinhos terão o bom senso de mudar de líder.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
MANUEL SEABRA
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
AUGUSTO GOMES
Gostei bastante.
Como diz Fernando Rocha, a cultura é sempre investimento.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
PISCINA DAS MARÉS
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
JOSÉ MODESTO VOLTA AO ATAQUE NA AM

PERMITAM-ME QUE AS MINHAS PRIMEIRAS PALAVRAS DE HOJE VÃO DIRECTAMENTE PARA O NOSSO EX.COMPANHEIRO DR.NELSON CARDOSO, VEREADOR DESTE EMICICLO:
EMBORA A MINHA PRESENÇA AQUI SEJA MERAMENTE A DE UM ELEMENTOS DO PÚBLICO, UM SIMLES CIDADÃO, ESTOU CERTO QUE O SEU TRABALHO NESTA CÂMARA FOI SEM DUVIDA RECONHECIDO, E TODOS NÓS DEVEMOS ESTAR ORGULHOSOS DO SEU TRABALHO DA SUA COOPERAÇÃO EM PRÓL DE UMA CIDADE, A CIDADE DE MATOSINHOS.
OBRIGADO DR.NELSON CARDOSO.
HOJE, DOU POR TERMINADO UM TEMA QUE FICOU SEM RESPOSTA: SALVO O PEQUENO ALERTA (PARA O QUAL DESDE JÁ AGRADEÇO DO SR.PRESIDENTE DESTA MESMA ASSEMBLEIA) “AS SENHAS DE PRESENÇA”, DIZER-VOS APENAS QUE FICOU PATENTE QUE MUITOS DOS NOSSOS REPRESENTANTES AQUI NESTE EMICICLO, PRECISAM EFECTIVAMENTE DO MONTANTE DAS REFERIDAS SENHAS... (RELEMBRO QUE O REPTO FOI SÓ E SÓ DURANTE O MÊS DE DEZEMBRO...NAS DUAS ASSEMBLEIAS QUE JÁ SE EFECTUARAM)…AINDA ASSIM V.EXª.S PURA-E-SIMPLESMENTE IGONORAM ESTE MEU REPTO.
FELIZMENTE RECEBI DEZENAS E DEZENAS DE E-MAILS AGRADECENDO SOBRE ESTE REPTO.
EM TODO CASO QUERIA DIZER-VOS QUE, E DE ACORDO COM INFORMAÇÃO QUE RECEBI, EXISTE UMA FORÇA POLITICA NESTE EMICICLO QUE ABDICA DESSA VERBA A FAVOR DE UMA INSTITUIÇÃO CIVICA NO NOSSO CONCELHO...O NOSSO OBRIGADO.
HOJE FALAREI DE ALGUMAS ACÇÕES QUE ME PARECEM IMPORTANTES E QUE FORAM REALIZADAS E IMPLANTADAS EM MATOSINHOS.
1º. A REVOLUÇÃO QUE ESTÁ A DECORRER EM TODO PARQUE ESCOLAR EM MATOSINHOS…NINGUÉM FICA INDIFERENTE.
“ A EDUCAÇÃO É UM PROCESSO SOCIAL, É DESENVOLVIMENTO.
NÃO É A PREPARAÇÃO PARA A VIDA…É A PRÓPRIA VIDA…
PARABÉNS AO SEU VEREADOR.
2º. A SOLUÇÃO ENCONTRADA SOBRE A ESTILHA DEPOSITADA NO PORTO DE LEIXÕES...DIZER A ALGUNS ELEMENTOS DA OPOSIÇÃO QUE NÃO BASTA CARREGAR NO BOTÃO E JÁ ESTÁ.
SEMPRE O DISSE (E V.EXªS. RECORDAR-SE-ÃO)” DEVEMO-NOS CONCENTRAR MAIS NA SOLUÇÃO E MENOS DO PROBLEMA).
CONTRA FACTOS…NÃO EXISTEM ARGUMENTOS.
A NIVÉL DAS JUNTAS DE FREGUESIA SALIENTO ALGUMAS ACÇÕES BASTANTE POSITIVAS, E DESDE JÁ AS MINHAS DESCULPAS POR NÃO ENUMERAR TODAS AS FREGUESIAS, FALAREI SOMENTE DAS QUE CONHEÇO E QUE ME SÃO MAIS PRÓXIMAS:
LEÇA DA PALMEIRA “UMA PEGADA ECOLÓGICA E SOCIAL” O CHAMADO ROUPÃO…O NOME DIZ TUDO.
“VENHA APRENDER A EDUCAR” UM PROJECTO ENTRE A UNIDADE DE CUIDADOS CONTINUADOS E A ESCOLA EB 2-3 DE LEÇA DA PALMEIRA …DIREI SIMPLESMENTE “O SABER NÃO OCUPA ESPAÇO”.
EM MATOSINHOS
“VENHA APRENDER INGLÊS”
QUEM NÃO LEU: “ENTÃO GOODBYE, QUE EU GOOD FICO”
A PROVA DE QUE O NOSSO PODER IMAGINATIVO NUNCA SE ESGOTA.
CAROS REPRESENTANTES, DIR-ME-ÃO O SEGUINTE:
MAS ISTO HOJE É TUDO ELOGIOS…NÃO É NÃO E TERMINAREI SR. PRESIDENTE COM OS MEUS JÁ HABITUAIS ALERTAS PARA OS QUAIS ESPERO RESPOSTA DO SR.PRESIDENTE
1º
NA MARGINAL DE LEÇA DA PALMEIRA PARA QUANDO A INSTAÇAÃO DAS FAMOSAS PARAGENS DE AUTOCARRO.
2º
SERÁ QUE OS NOSSOS SURFISTAS QUANDO SE DESLOCAM Á NOSSA MARGINAL DE LEÇA DA PALMEIRA VÃO CONTINUAR A TER FORTES CONSTIPAÇÕES, PORQUE NÃO EXISTE UM VESTIÁRIO CAPAZ DE OS RECEBER?
3º
DADA A APROXIMIDADE DA ZONA BALNEAR
DADA A APROXIMIDADE DO NOVO E MODERNO TERMINAL DE CRUZEIROS, NÃO ACHA DEFINITIVAMENTE QUE OS TERRENOS DA EX-ALGARVE EXPORTADORA DARIAM UMA ÓPTIMA ZONA DE LAZER PARA OS MATOSINHENSES E OS SEUS TURISTAS?
4º E ÚLTIMO PONTO, E ESTE É SEM DÚVIDA IMPORTANTE.
VOLTO A INSISTIR SR.PRESIDENTE, DA RECONVERÇÃO DA ARTÉRIA: HERÓIS DE FRANÇA.
ELA A CONTINUAR ASSIM VAI SER O PATINHO FEIO DA NOSSA CIDADE.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
COISAS TRISTES
O corte da estrada marginal junto ao kartódromo do Cabo do Mundo é um escândalo, sobretudo depois de uma excursão de autarcas e jornalistas ali se ter deslocado, há duas semanas, garantindo que as máquinas iam entrar em acção. Não entraram. A gincana continua.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
UM VALIOSO CONTRIBUTO DE JORGE REIS
Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal.
Dizia-lhe eu à boa maneira do "coitadinho" português:
Sabes, nós os portugueses, somos pobres ...
Esta foi a sua resposta:
Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e por cartas de crédito ao triplo que nós pagamos nos EUA?
Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 23% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 23%, pagais ainda impostos municipais.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.*
*E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA...
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da Nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e dos seus autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre o ordenados e ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais menos os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e da electricidade. Aí pagam segurança privada no Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, financiados pelo estado (nós) enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
Vocês, portugueses, não são pobres, são é muito estúpidos..........
Dizia-lhe eu à boa maneira do "coitadinho" português:
Sabes, nós os portugueses, somos pobres ...
Esta foi a sua resposta:
Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e por cartas de crédito ao triplo que nós pagamos nos EUA?
Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 23% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 23%, pagais ainda impostos municipais.
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.*
*E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA...
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da Nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e dos seus autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre o ordenados e ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais menos os vossos 2.080 €uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e da electricidade. Aí pagam segurança privada no Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.
Vocês enviam os filhos para colégios privados, financiados pelo estado (nós) enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
Vocês, portugueses, não são pobres, são é muito estúpidos..........
RESPOSTA DE JORGE "PISCO"
Não me importa quem é você, só sei que “António Teixeira” é um imbecil, os anónimos são gente estúpida, cobardes, gente sem carácter.
Este anónimo “António Teixeira”, já por várias vezes, em outros blogues CP, e PL, cita o “Pisco” referindo-se à minha pessoa pela alcunha e uma pessoa ao dirigir-se a outra pessoa rotulando-a, é gente de baixo calibre. Apenas pretendo e gostaria de lhe dizer, tendo em conta que não costumo nem ler, nem responder aos cobardes anónimos, esta é a minha segunda resposta ao “clandestino António Teixeira”, só escrevo estas palavras preambulares e que jaz velada, pois apetecia-me responder-lhe de outra forma mais fervente.
Não queria tanto discorrer sobre anónimos ou a nomes forjados, apesar de mais uma vez, este anónimo A.T. cita a minha alcunha como sou conhecido “Pisco” no seu comentário sobre o artigo “A NOSSA BIBLIOTECA”.Discordo do seu comentário e o mesmo não corresponde à verdade, salientando que o artigo de EUGÉNIO QUEIRÓS, frequentador assíduo da Biblioteca, está muito bem escrito, valorizando aquele espaço em Matosinhos, importante para o desenvolvimento intelectual de cada um de nós (nem todos o merecem!).
Os factores negativos que aponta são falsos, dado que actualmente os responsáveis da Biblioteca, têm-se esforçado a melhorar aquele espaço cultural para melhor servir os utentes. Factos que o anónimo A.T. não conhece, como: as obras literárias existentes na Biblioteca, as iniciativas para crianças, como a hora do conto em todos os primeiros sábados de cada mês como as iniciativas para adultos e jovens o “LEV” a “FESTA DA POESIA” e os lançamentos de livros, conferências, etc., etc.
Daquilo que tive oportunidade de ver e assistir, os actuais responsáveis da Biblioteca, pelo seu conhecimento e experiência têm-se envolvido em aplicar o seu melhor com rigorosos métodos para servir melhor a cultura e os seus frequentadores dando a estes melhores condições.
Quanto à minha saída da biblioteca, nada tem a ver com o ridículo comentário, a minha saída já estava há muito anunciada, fui colocado num lugar onde naturalmente os responsáveis acharam que podia ser muito mais útil, nestas minhas novas funções.
No que se refere ao CCDPMM, continuo a manter a minha posição de falar do CCDPMM no lugar próprio, mas pelos vistos, temos um anónimo atento, será funcionário da CMM?! Se o é, então intervenha nas assembleias.
Vamos ficar por aqui, gastar cera, com anónimos, é badalar com estúpidos. Não se preocupem com o “PISCO”, ou melhor dizendo, desista de falar do JORGE CARVALHO, este não fica afectado, já resistiu a muito.
Anónimo A.T. as minhas piores horas são aquelas que o meu estômago dá!
Deixe-me desempenhar as minhas funções com responsabilidade neste meu novo posto «CÚBICULO DE PORTARIA, onde há mais filosofia do que em todos os tratados do Mundo» e receber, como tem acontecido, a simpatia de todos, mas de todos, os meus colegas que lá trabalham, bem como pelos outros locais por onde tenho passado.
Os meus cumprimentos
Jorge Carvalho
Este anónimo “António Teixeira”, já por várias vezes, em outros blogues CP, e PL, cita o “Pisco” referindo-se à minha pessoa pela alcunha e uma pessoa ao dirigir-se a outra pessoa rotulando-a, é gente de baixo calibre. Apenas pretendo e gostaria de lhe dizer, tendo em conta que não costumo nem ler, nem responder aos cobardes anónimos, esta é a minha segunda resposta ao “clandestino António Teixeira”, só escrevo estas palavras preambulares e que jaz velada, pois apetecia-me responder-lhe de outra forma mais fervente.
Não queria tanto discorrer sobre anónimos ou a nomes forjados, apesar de mais uma vez, este anónimo A.T. cita a minha alcunha como sou conhecido “Pisco” no seu comentário sobre o artigo “A NOSSA BIBLIOTECA”.Discordo do seu comentário e o mesmo não corresponde à verdade, salientando que o artigo de EUGÉNIO QUEIRÓS, frequentador assíduo da Biblioteca, está muito bem escrito, valorizando aquele espaço em Matosinhos, importante para o desenvolvimento intelectual de cada um de nós (nem todos o merecem!).
Os factores negativos que aponta são falsos, dado que actualmente os responsáveis da Biblioteca, têm-se esforçado a melhorar aquele espaço cultural para melhor servir os utentes. Factos que o anónimo A.T. não conhece, como: as obras literárias existentes na Biblioteca, as iniciativas para crianças, como a hora do conto em todos os primeiros sábados de cada mês como as iniciativas para adultos e jovens o “LEV” a “FESTA DA POESIA” e os lançamentos de livros, conferências, etc., etc.
Daquilo que tive oportunidade de ver e assistir, os actuais responsáveis da Biblioteca, pelo seu conhecimento e experiência têm-se envolvido em aplicar o seu melhor com rigorosos métodos para servir melhor a cultura e os seus frequentadores dando a estes melhores condições.
Quanto à minha saída da biblioteca, nada tem a ver com o ridículo comentário, a minha saída já estava há muito anunciada, fui colocado num lugar onde naturalmente os responsáveis acharam que podia ser muito mais útil, nestas minhas novas funções.
No que se refere ao CCDPMM, continuo a manter a minha posição de falar do CCDPMM no lugar próprio, mas pelos vistos, temos um anónimo atento, será funcionário da CMM?! Se o é, então intervenha nas assembleias.
Vamos ficar por aqui, gastar cera, com anónimos, é badalar com estúpidos. Não se preocupem com o “PISCO”, ou melhor dizendo, desista de falar do JORGE CARVALHO, este não fica afectado, já resistiu a muito.
Anónimo A.T. as minhas piores horas são aquelas que o meu estômago dá!
Deixe-me desempenhar as minhas funções com responsabilidade neste meu novo posto «CÚBICULO DE PORTARIA, onde há mais filosofia do que em todos os tratados do Mundo» e receber, como tem acontecido, a simpatia de todos, mas de todos, os meus colegas que lá trabalham, bem como pelos outros locais por onde tenho passado.
Os meus cumprimentos
Jorge Carvalho
sábado, 5 de fevereiro de 2011
REGIONALIZAÇÃO
A convite do meu amigo Carlos Alberto estive sexta-feira à noite na junta de freguesia de Matosinhos para assistir a um debate sob o mote "Regionalizar para quê?". Infelizmente só pude assistir à primeira intervenção dos três oradores convidados: José Luís Carneiro, presidente da Câmara de Baião, Guilherme Pinto, que dispensa apresentações, e Rio Fernandes, professor universitário. O debate foi organizado pelo clube "Pensar e Agir Local", mais conhecido pelo acrónimo PAL, um grupo que resultou, pelo que fiquei a saber, do movimento da candidatura de José Luís Carneiro à distrital do PS do Porto, que acabou por perder, embora sem levar goleada. Comecei por estranhar que os três convidados estivessem todos a favor da regionalização mas pelo que soube depois muitos dos presentes, que encheram o auditório, não estavam. Como todos sabemos, a regionalização já foi referendada pelos portugueses e foi chumbada por um total superior a 60%. Mas continua a ser o que podemos chamar uma questão de fundo que o PS, sobretudo, de vez em quando pretende trazer à superfície. Ouvi atentamente os argumentos dos seus defensores e gostei sobretudo da prudência de Guilherme Pinto, que entende que o lançamento de um novo referendo talvez seja prematuro. O nosso presidente da câmara, usando o seu timbre impressionista e grave, nunca se engasga quando fala e mais uma vez marcou pontos, descontando obviamente o seu fanático optimismo em relação ao programa do actual governo e às virtudes da aposta nas renováveis e nas novas tecnologias... Mas, pronto, quem anda na política é como quem vai à igreja: tem de haver fé!
Não penso que a regionalização seja propriamente uma prioridade nacional. Como foi dito no debate, Portugal é um país sem regiões geográficas, ao contrário, por exemplo, de Espanha e a regionalização que devia fazer já está feita nas ilhas. Eu se fosse presidente da câmara iria achar sempre que me estavam a passar um atestado de incompetência quando se falasse na necessidade de dotar determinadas "regiões" de um governo. A regionalização que reconheço é a que foi feita por Passos Manuel, com os concelhos e as freguesias. Como todos sabemos excessiva. Mas quase impossível de mudar devido aos pequenos regionalismos: a tendência não é para reduzir o número de concelhos mas sim para aumentar. Guilherme Pinto pode defender o contrário mas acredito que só o fará num ambiente inócuo, como, por exemplo, num debate deste tipo. Nenhum partido político ousará ter por bandeira o ideal de apagar do mapa municípios. Como não o conseguem, querem alguns dos partidos governos regionais, embora ainda ninguém saiba como pretende "dividir" o país e muitos percebam os perigos de uma tal coisa, terreno fértil para o germinar de bairrismos estúpidos e sem qualquer sentido. Estar a falar hoje da regionalização é, no meu modesto ponto de vista, o mesmo que alguém que está perdido no deserto pedir um copo de vinho em vez de uma garrafa de água. Mas enfim. Quando há ideias em cima da mesa, como foi o caso, podemos perdoar mesmo aquilo que nos parece uma idiotice.
Não penso que a regionalização seja propriamente uma prioridade nacional. Como foi dito no debate, Portugal é um país sem regiões geográficas, ao contrário, por exemplo, de Espanha e a regionalização que devia fazer já está feita nas ilhas. Eu se fosse presidente da câmara iria achar sempre que me estavam a passar um atestado de incompetência quando se falasse na necessidade de dotar determinadas "regiões" de um governo. A regionalização que reconheço é a que foi feita por Passos Manuel, com os concelhos e as freguesias. Como todos sabemos excessiva. Mas quase impossível de mudar devido aos pequenos regionalismos: a tendência não é para reduzir o número de concelhos mas sim para aumentar. Guilherme Pinto pode defender o contrário mas acredito que só o fará num ambiente inócuo, como, por exemplo, num debate deste tipo. Nenhum partido político ousará ter por bandeira o ideal de apagar do mapa municípios. Como não o conseguem, querem alguns dos partidos governos regionais, embora ainda ninguém saiba como pretende "dividir" o país e muitos percebam os perigos de uma tal coisa, terreno fértil para o germinar de bairrismos estúpidos e sem qualquer sentido. Estar a falar hoje da regionalização é, no meu modesto ponto de vista, o mesmo que alguém que está perdido no deserto pedir um copo de vinho em vez de uma garrafa de água. Mas enfim. Quando há ideias em cima da mesa, como foi o caso, podemos perdoar mesmo aquilo que nos parece uma idiotice.
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