
Foi encontrada esta semana esta moeda romana nas imediações da Câmara Municipal de Matosinhos. Há fortes indícios de que outros exemplares semelhantes podem vir a ser encontrados na Rua Brito Capelo...
Por influência da minha filha, percebi que na E B 2, 3 da Senhora da Hora há quem se preocupe com os alunos e não apenas com as notas dos mesmos. É o caso do professor Nuno Fonseca, responsável pelo Clube de Teatro daquela escola secundária. Roubando tempo ao pouco tempo que tem, este "profe" tem diversos grupos em acção durante o ano e a alegria de ver salas esgotadas sempre que uma peça sobe a cena. Não sei de que é que estão à espera para convidar o Clube de Teatro desta escola para mostrar aos matosinhense o seu trabalho naquela que dizem ser a sala de espectáculos de Matosinhos, por onde já só falta passar uma companhia de teatro do Cazaquistão...

O Leixões sagrou-se bicampeão nacional de bilhar. A gloriosa equipa leixonense bateu o Ginásio do Sul, a Portuguesa de Leça, o Benfica e o CB Amadora, empatando a dois com o FC Porto na última ronda. Ronda na qual a vitória de Américo Rui (na imagem) sobre o campeão nacional individual Paulo Andrade foi decisiva, tendo ajudado também à festa o empate do FC Porto com o Benfica, na 2.ª ronda. Esta equipa continua a encher-nos de orgulho!Uma banda made in Leça da Palmeira que está cada vez mais na berra. "Utopia", o seu último lançamento, pode prejectá-la, segundo João Miguel Tavares, para a I Divisão do pop nacional.
Parabéns, malta.
Falta menos de um mês para a introdução de portagens na única via decente de ligação entre Matosinhos e Viana do Castelo. Esta semana cruzei-me com mais uma marcha lenta de protesto. As scuts custam 600 milhões de euros por ano e mesmo com portagens o Estado terá de continuar a pagar 500 milhões aos respectivos concessionários. Curiosamente, ninguém fala neles, se calhar ninguém sabe quem são e quanto ganham todos os anos com as Scuts inventados pelo governo dito socialista de Guterres..jpg)
.jpg)
Esta semana fui convidado para participar numa tertúlia leceira a propósito de António Edmundo Dias Férrinha. Foi uma oportunidade para reencontrar algumas pessoas - a propósito, gostei de ver o Carlos Oliveira (não, não é esse...) - e também para perceber toda a dimensão da obra do sr. Férrinha. Já tinha, obviamente, falar nele e na sua empresa mas estava longe de perceber tudo o que fez e tudo o que ensinou. O carinho e a estima que alguns dos seus antigos operários por ele demonstram foi emocionante, bem assim como relato do seu filho mais velho. Elvira Castanheia - presença inevitável neste blog, qual vírus informático dirão alguns... - apresentou, e bem, o power point e Pedro Sousa - o jovem presidente da junta de freguesia leceira - foi um excelente anfitrião, mostrando que, de facto, tem asas para voar alto na política. No fim, a junta comprometeu-se a ajudar a pôr em forma de livro e vida e a obra de um enorme construtor naval que era também um homem bom. E um bom patrão, um bem escasso nos tempos que correm. Os matosinhenses precisam de conhecer bem este exemplo de vida, este homem de FERRO a quem chamavam Férrinha, provavelmente em honra de um antepassado que tocava ferrinhos num grupo de folclore...



