domingo, 6 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
MARCHA LENTA
Falta menos de um mês para a introdução de portagens na única via decente de ligação entre Matosinhos e Viana do Castelo. Esta semana cruzei-me com mais uma marcha lenta de protesto. As scuts custam 600 milhões de euros por ano e mesmo com portagens o Estado terá de continuar a pagar 500 milhões aos respectivos concessionários. Curiosamente, ninguém fala neles, se calhar ninguém sabe quem são e quanto ganham todos os anos com as Scuts inventados pelo governo dito socialista de Guterres.COISAS ESTRANHAS
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Confesso que gosto da iniciativa que é o Mar à Mesa, que todos os Verões povoa de esplanadas os principais restaurantes de Matosinhos e de Leça da Palmeira. Mas há coisas estranhas que devem ser corrigidas. Como é o caso desta esplanada, ali ao lado do Constantino Nery, que ocupa um lugar de deficiente e metade do acesso à escola de dança Alberto Lima. Apesar dos avisos, mais uma vez tudo foi montado à La Lagardére.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
ANTÓNIO FÉRRINHA
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Esta semana fui convidado para participar numa tertúlia leceira a propósito de António Edmundo Dias Férrinha. Foi uma oportunidade para reencontrar algumas pessoas - a propósito, gostei de ver o Carlos Oliveira (não, não é esse...) - e também para perceber toda a dimensão da obra do sr. Férrinha. Já tinha, obviamente, falar nele e na sua empresa mas estava longe de perceber tudo o que fez e tudo o que ensinou. O carinho e a estima que alguns dos seus antigos operários por ele demonstram foi emocionante, bem assim como relato do seu filho mais velho. Elvira Castanheia - presença inevitável neste blog, qual vírus informático dirão alguns... - apresentou, e bem, o power point e Pedro Sousa - o jovem presidente da junta de freguesia leceira - foi um excelente anfitrião, mostrando que, de facto, tem asas para voar alto na política. No fim, a junta comprometeu-se a ajudar a pôr em forma de livro e vida e a obra de um enorme construtor naval que era também um homem bom. E um bom patrão, um bem escasso nos tempos que correm. Os matosinhenses precisam de conhecer bem este exemplo de vida, este homem de FERRO a quem chamavam Férrinha, provavelmente em honra de um antepassado que tocava ferrinhos num grupo de folclore...quinta-feira, 27 de maio de 2010
DOIS LIVROS E UM JORNAL

Tive a oportunidade de assistir, muito recentemente, à apresentação de dois livros escritos por outros tantos jornalistas de “A Bola”, um jornal de referência.
O primeiro é da autoria de Germano Almeida, tem o título “Histórias da Casa Branca” e recomendo-o vivamente a quem quiser conhecer e aprofundar os seus conhecimentos sobre o fenómeno Barack Obama.
O autor é um jovem de trinta e dois anos a quem se augura longo êxito profissional e o seu livro, feito a partir de artigos publicados em “A Bola” e no blogue “Casa Branca”, é elogiado por personalidades insuspeitas como o General Loureiro dos Santos e o professor universitário Carlos Santos.
Ao início desta semana, foi Vítor Serpa que deu a conhecer “Tanta Gente em Mim”, um romance “da alma portuguesa, inquieta e insegura, nos trinta anos que se seguiram ao 25 de Abril”.
Perto dos sessenta anos de idade, o autor é director de “A Bola” desde 1992 e estreia-se no romance depois de ter publicado um livro de contos. Já espreitei a obra agora apresentada e percebi que vale a pena.
Estas duas apresentações mereceram-me outras tantas reflexões.
A primeira tem a ver com o tempo de crise e a produção cultural, neste caso a livreira. A “Prime Books” e a “D. Quixote” merecem elogios pela coragem de publicarem títulos em tempo complicado e, no entender de alguns, pouco recomendável para iniciativas deste tipo.
Com curriculum reduzido como escritores, Vítor Serpa e Germano Almeida têm nome conseguido na praça jornalística e, certamente, ajudarão a aguentar o embate com as prioridades financeiras dos portugueses.
A segunda reflexão tem a ver com os facto de os livros terem sido escritos por dois jornalistas oriundos da área do desporto, que alguns, ousada e despropositadamente, consideram menos capaz, ambos de “A Bola”.
Na apresentação de “Tanta Gente em Mim”, Rui Moreira, um portuense lúcido, interessado e atento, lembrou a qualidade de “A Bola”.
Permito-me ir mais longe, acrescentando que o jornal, mesmo antes de ser diário, ensinou muita gente a ler ou a gostar de ler. Recordo-me, por pesquisas já efectuadas neste periódico, de jornalistas como Vítor Santos, Carlos Pinhão, Aurélio Márcio, Álvaro Braga Júnior, Homero Serpa, Carlos Miranda, entre outros, que contribuíram para que muitos portugueses a partir de “A Bola”, adoptassem o prazer de lerem. É para mim irrelevante se o jornal é verde, azul ou vermelho. É relevante, porém, que continua a noticiar mas também a formar quem o lê.
O primeiro é da autoria de Germano Almeida, tem o título “Histórias da Casa Branca” e recomendo-o vivamente a quem quiser conhecer e aprofundar os seus conhecimentos sobre o fenómeno Barack Obama.
O autor é um jovem de trinta e dois anos a quem se augura longo êxito profissional e o seu livro, feito a partir de artigos publicados em “A Bola” e no blogue “Casa Branca”, é elogiado por personalidades insuspeitas como o General Loureiro dos Santos e o professor universitário Carlos Santos.
Ao início desta semana, foi Vítor Serpa que deu a conhecer “Tanta Gente em Mim”, um romance “da alma portuguesa, inquieta e insegura, nos trinta anos que se seguiram ao 25 de Abril”.
Perto dos sessenta anos de idade, o autor é director de “A Bola” desde 1992 e estreia-se no romance depois de ter publicado um livro de contos. Já espreitei a obra agora apresentada e percebi que vale a pena.
Estas duas apresentações mereceram-me outras tantas reflexões.
A primeira tem a ver com o tempo de crise e a produção cultural, neste caso a livreira. A “Prime Books” e a “D. Quixote” merecem elogios pela coragem de publicarem títulos em tempo complicado e, no entender de alguns, pouco recomendável para iniciativas deste tipo.
Com curriculum reduzido como escritores, Vítor Serpa e Germano Almeida têm nome conseguido na praça jornalística e, certamente, ajudarão a aguentar o embate com as prioridades financeiras dos portugueses.
A segunda reflexão tem a ver com os facto de os livros terem sido escritos por dois jornalistas oriundos da área do desporto, que alguns, ousada e despropositadamente, consideram menos capaz, ambos de “A Bola”.
Na apresentação de “Tanta Gente em Mim”, Rui Moreira, um portuense lúcido, interessado e atento, lembrou a qualidade de “A Bola”.
Permito-me ir mais longe, acrescentando que o jornal, mesmo antes de ser diário, ensinou muita gente a ler ou a gostar de ler. Recordo-me, por pesquisas já efectuadas neste periódico, de jornalistas como Vítor Santos, Carlos Pinhão, Aurélio Márcio, Álvaro Braga Júnior, Homero Serpa, Carlos Miranda, entre outros, que contribuíram para que muitos portugueses a partir de “A Bola”, adoptassem o prazer de lerem. É para mim irrelevante se o jornal é verde, azul ou vermelho. É relevante, porém, que continua a noticiar mas também a formar quem o lê.
ELVIRA CASTANHEIRA
quinta-feira, 13 de maio de 2010
LEIXÕES MERECE VOTAÇÃO EXPRESSIVA

Quando, há uma semana, expressei aqui uma opinião livre e voluntária, jamais pensei que um gesto tão simples despoletasse um sem número de comentários, dos elogiosos aos insultuosos, passando pelos que, não dizendo nada, parecem dizer muito e acabando nos que cheiram a sinuosa encomenda.
No fundo, sem confundir alhos com bugalhos, o que disse eu? Simplesmente, que o importante é o Leixões e, mesmo a despeito da despromoção desportiva, não dever ser esquecida a recuperação financeira encetada por Carlos Oliveira, algo que rima com rigor e credibilidade, ao contrário de êxitos efémeros, que custam caro e dão curtas alegrias.
Insisto no que já referi: Carlos Oliveira herdou uma SAD desportivamente débil e financeiramente falida. Equilibrou-a no primeiro caso e recuperou-a no segundo. A partir do futebol, tornou todo o clube mais saudável, equilibrado e apetecível.
Será que um desaire futebolístico pode pôr tudo isto em causa? Os adeptos do aventureirismo e dos resultados a qualquer preço dirão que sim. Os que preferem o bom senso e a garantia do amanhã acham que não. Estou neste grupo. Felizmente.
O Leixões S. C. e a sua SAD são dos matosinhenses que neles se revêem. São dos que se riem com os seus êxitos e choram com os seus insucessos. São de uma comunidade piscatória que esquece os perigos da faina nos domingos de vitórias. São de gente simples que gosta de Matosinhos porque Matosinhos é o seu berço e uma das suas razões de ser.
Posto isto, peço que nenhum leixonense fique em casa sexta-feira, 14 de Maio… Então, começa o futuro. E não devemos esquecer que nada está ganho antecipadamente. Até às 19 horas desse dia podem aparecer outras listas candidatas, porventura cheias de promessas mas com bem menos conteúdo, que garantam o sol e a lua mas que nos empurrem para o escuro e o precipício. O passado recente mostra que não devemos deixar para os outros decisões que também nos pertencem.
Repito que, livre e voluntariamente, apoio a Lista A de José Manuel Dias da Fonseca e Carlos Oliveira. Pelo Leixões - simplesmente. E mesmo que alguém, aqui ou ali, assinando com nome pretensamente pomposo, (ou ridículo na cobardia do anonimato) critique a opção, sustentando uma opinião que parece ter-lhe sido soprada e com ela mantendo um lugar para o qual a sua ausência de qualidade não o recomenda.
Teimo em que o importante é o Leixões. E cada voto deve ser contabilizado para que não sejamos surpreendidos quando as urnas encerrarem.
VIVA O LEIXÕES!
Elvira Castanheira
quarta-feira, 12 de maio de 2010
PONTO DE ORDEM (2)
Meu caro Eugénio Queirós:
Sabe a consideração que tenho por si (mesmo quando não concorda com o que penso ou faço) e pelo que tem dado por Matosinhos.
O tom pretensioso/insultuoso/ridículo como alguns comentários se referem a mim no seu blogue, a vacuidade de outros e o anonimato cobarde dos que jamais darão a cara seja pelo que for, merecem-me total indiferença.
O seu blogue, esse não. Entenda que não respondo caso a caso porque o importante é o Leixões e o seu futuro.
Daí que exorte todos os leixonenses a optarem pela solução melhor na próxima sexta-feira, votando na Lista de José Manuel Dias da Fonseca e Carlos Oliveira e derrotando os que, “jogando escondidos com o rabo de fora”, tentam ganhar na "secretaria" o que perderam no "campo".
Os meus cumprimentos.
Elvira Castanheira
Sabe a consideração que tenho por si (mesmo quando não concorda com o que penso ou faço) e pelo que tem dado por Matosinhos.
O tom pretensioso/insultuoso/ridículo como alguns comentários se referem a mim no seu blogue, a vacuidade de outros e o anonimato cobarde dos que jamais darão a cara seja pelo que for, merecem-me total indiferença.
O seu blogue, esse não. Entenda que não respondo caso a caso porque o importante é o Leixões e o seu futuro.
Daí que exorte todos os leixonenses a optarem pela solução melhor na próxima sexta-feira, votando na Lista de José Manuel Dias da Fonseca e Carlos Oliveira e derrotando os que, “jogando escondidos com o rabo de fora”, tentam ganhar na "secretaria" o que perderam no "campo".
Os meus cumprimentos.
Elvira Castanheira
domingo, 9 de maio de 2010
PONTO DE ORDEM
Pelo visto o comentário da dr. Elvira Castanheira, que é sempre bem vinda a este espaço de cidadnia, suscitou uma série de comentários impublicáveis sempre sob a manta cobarde do anonimato. Como todos já devem ter percebido, este blogue não está ao serviço de ninguém nem serve o seu autor. Compreendo que alguns tenham alguma dificuldades em perceber estas coisas pois as respectivas vidas não são mais que o resultado de um certo clientelismo e de um oportunismo que infelizmente na nossa terra de vez em quando rende frutos. Gosto de avaliar as pessoas pela sua capacidade intelectual e parece-me que por aí não serão muitos os que podem colocar-se ao nível de Elvira Castanheira, o que de certo modo justifica também a dor de corno que manifestam. Gostava de vos ver dar um pequeno contributo que fosse para a valorização da nossa terra e mantenho essa esperança. Sigam o exemplo da pessoa que agora criticam com tanta força sem perceber que só os burros não mudam. Mesmo os de duas patas.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
CLASSIFICADOS

Caros leitores.
Quase todas as nossas cidades são mencionadas
algumas freguesias também, o que me surpreende não são os nomes de cidades, mas os seus conteúdos
senão vejamos:
Porto 1ª.vez Mulherão
Delicia de Cinquentona
Jovens Apetitosas
Novidade Morena
Carinhosa e Quente
Morena e Meiguinha
Recém Chegada
Trintona, toda boa, sedutora
Etc . etc. etc
São assim os chamados anúncios de relax.
Reparem na linguagem, dificilmente conseguimos afastar o pensamento,
a adjectivação é toda ela perfeitamente indicada e indiciadora de pecado e sedução.
As imagens nem sempre falam por si, mas a linguagem essa é um meio de cativar o leitor ao convite á sedução.
De facto continua a ser a mais antiga profissão do mundo, a abertura de fronteiras causou
impacto na nossa sociedade, quem não se lembra do celebre movimento Mães de Bragança…
Olhando para o lado direito deste blogue…o Priapismo recorda-nos o quanto poderemos ser felizes…
Afinal sonhar é viver.
Tudo isto e muito mais num jornal ou blogue perto de si.
Cumprimentos
JOSÉ MODESTO
Quase todas as nossas cidades são mencionadas
algumas freguesias também, o que me surpreende não são os nomes de cidades, mas os seus conteúdos
senão vejamos:
Porto 1ª.vez Mulherão
Delicia de Cinquentona
Jovens Apetitosas
Novidade Morena
Carinhosa e Quente
Morena e Meiguinha
Recém Chegada
Trintona, toda boa, sedutora
Etc . etc. etc
São assim os chamados anúncios de relax.
Reparem na linguagem, dificilmente conseguimos afastar o pensamento,
a adjectivação é toda ela perfeitamente indicada e indiciadora de pecado e sedução.
As imagens nem sempre falam por si, mas a linguagem essa é um meio de cativar o leitor ao convite á sedução.
De facto continua a ser a mais antiga profissão do mundo, a abertura de fronteiras causou
impacto na nossa sociedade, quem não se lembra do celebre movimento Mães de Bragança…
Olhando para o lado direito deste blogue…o Priapismo recorda-nos o quanto poderemos ser felizes…
Afinal sonhar é viver.
Tudo isto e muito mais num jornal ou blogue perto de si.
Cumprimentos
JOSÉ MODESTO
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O QUE DIZ ELVIRA

Num momento em que o Leixões passa por uma fase desportiva menos boa, creio que todos os que ao clube se sentem ligados (sócios ou meros simpatizantes) devem fazer uma profunda reflexão, sobretudo em torno do futuro e do que se pretende para a mais importante colectividade do concelho.
Durante muito tempo, sustentou-se que os adeptos dos clubes queriam pontos e divorciavam-se dos contos – isto é, avultavam com vitórias e esqueciam-se do défice. Hoje, esta leitura é insustentável, porque já se percebeu que as colectividades também podem desaparecer ou entrarem em dolorosa agonia. São vários os exemplos por todo o país e se algumas ainda sobrevivem, tal fica a dever-se à notável militância de dirigentes que esquecem a sua vida pessoal e profissional para se envolverem numa indesmentível entrega ao colectivo.
Não esqueçamos (nunca!) esta verdade, trocando-a por uma série de promessas com reduzida sustentação e menor rigor, às quais daremos o nome de aventureirismo.
Por tudo isto, como leixonense, tenho de agradecer ao Presidente da SAD, Carlos Oliveira, o muito que tem feito pelo futebol do clube, quer desportiva, quer financeiramente.
Aos que têm memória mais reduzida, permito-me recordar que o acidente de percurso que agora vivemos em nada belisca o que foi feito nos últimos seis anos. Do ponto de vista desportivo, foi evitada uma despromoção ao C.N.2ª Divisão (então, II B) e conseguida uma promoção à I Divisão, consolidada depois com uma temporada notável.
Mas se os resultados nos alimentam o ego e a alma, não esqueço o que foi conseguido financeiramente. Nos mesmos seis anos, o passivo da SAD desceu de cerca de onze milhões de euros para menos de três milhões. Com esta excelente recuperação, é possível acreditar que a descida de divisão não é uma catástrofe, mas um incidente que poder ser rapidamente debelado, voltando a equipa profissional de futebol ao lugar que é seu por direito próprio.
Do bom que está para trás e do percurso que vai ser necessário percorrer não pode ser dissociada a figura de Carlos Oliveira. Acredito que, sem ele, muita coisa estaria pior.
Hoje, a SAD leixonense transporta a marca do rigor e da credibilidade que lhe foram conferidas pelo seu presidente Carlos Oliveira.
Elvira Castanheira
Durante muito tempo, sustentou-se que os adeptos dos clubes queriam pontos e divorciavam-se dos contos – isto é, avultavam com vitórias e esqueciam-se do défice. Hoje, esta leitura é insustentável, porque já se percebeu que as colectividades também podem desaparecer ou entrarem em dolorosa agonia. São vários os exemplos por todo o país e se algumas ainda sobrevivem, tal fica a dever-se à notável militância de dirigentes que esquecem a sua vida pessoal e profissional para se envolverem numa indesmentível entrega ao colectivo.
Não esqueçamos (nunca!) esta verdade, trocando-a por uma série de promessas com reduzida sustentação e menor rigor, às quais daremos o nome de aventureirismo.
Por tudo isto, como leixonense, tenho de agradecer ao Presidente da SAD, Carlos Oliveira, o muito que tem feito pelo futebol do clube, quer desportiva, quer financeiramente.
Aos que têm memória mais reduzida, permito-me recordar que o acidente de percurso que agora vivemos em nada belisca o que foi feito nos últimos seis anos. Do ponto de vista desportivo, foi evitada uma despromoção ao C.N.2ª Divisão (então, II B) e conseguida uma promoção à I Divisão, consolidada depois com uma temporada notável.
Mas se os resultados nos alimentam o ego e a alma, não esqueço o que foi conseguido financeiramente. Nos mesmos seis anos, o passivo da SAD desceu de cerca de onze milhões de euros para menos de três milhões. Com esta excelente recuperação, é possível acreditar que a descida de divisão não é uma catástrofe, mas um incidente que poder ser rapidamente debelado, voltando a equipa profissional de futebol ao lugar que é seu por direito próprio.
Do bom que está para trás e do percurso que vai ser necessário percorrer não pode ser dissociada a figura de Carlos Oliveira. Acredito que, sem ele, muita coisa estaria pior.
Hoje, a SAD leixonense transporta a marca do rigor e da credibilidade que lhe foram conferidas pelo seu presidente Carlos Oliveira.
Elvira Castanheira
segunda-feira, 3 de maio de 2010
ACONTECEU
A uma jornada do fim do campeonato, o Leixões aparentemente desceu de divisão. A equipa de Castro Santos terá agora de "garantir" o penúltimo lugar, para a eventualidade de abrir mais uma vaga na primeira - casos Naval e V. Setúbal...
Reparo que no facebook já se procuram culpados para o que aconteceu. É estranho sobretudo quando quem procura culpados apenas viu o Leixões uma vez na I Divisão enquanto foi presidente da Câmara e todos sabemos quanto tempo permaneceu no poder...
Depois de uma época excelente, talvez demasiado boa, o Leixões pagou caro o mau planeamento feito para esta época. Não vou dizer que a saída do director desportivo, Vítor Oliveira, é responsável por esse fatal atraso mas ajudou e aí a culpa não será só dele mas de todos os que tinham poder de decisão. Porque uma coisa era o Leixões pensado por quem sabe de futebol -e que, afinal, devolveu o clube à divisão maior - outra, bem diferente, é um homem de negócios com uma agenda preenchida tentar perceber de futebol.
Se quiser ter um lugar firme na I Divisão o Leixões não tem de ter só bons jogadores. Antes dos bons jogadores é preciso contar com quem é capaz de contratar bons jogadores e baratos. E que depois sabe também gerir um balneário, potenciar uma marca e negociar com os grandes do nosso futebol, tirando das camadas de formação tudo aquilo que elas podem dar. Ora, isto só se faz co investimento sério em bons profissionais. Não em chuteiras ou gravatas mas em gente que sabe o que a casa do futebol gasta e que não se deixa enganar facilmente.
Só com boa vontade não chega. Regista-se o esforço mas confirma-se o défice.
Reparo que no facebook já se procuram culpados para o que aconteceu. É estranho sobretudo quando quem procura culpados apenas viu o Leixões uma vez na I Divisão enquanto foi presidente da Câmara e todos sabemos quanto tempo permaneceu no poder...
Depois de uma época excelente, talvez demasiado boa, o Leixões pagou caro o mau planeamento feito para esta época. Não vou dizer que a saída do director desportivo, Vítor Oliveira, é responsável por esse fatal atraso mas ajudou e aí a culpa não será só dele mas de todos os que tinham poder de decisão. Porque uma coisa era o Leixões pensado por quem sabe de futebol -e que, afinal, devolveu o clube à divisão maior - outra, bem diferente, é um homem de negócios com uma agenda preenchida tentar perceber de futebol.
Se quiser ter um lugar firme na I Divisão o Leixões não tem de ter só bons jogadores. Antes dos bons jogadores é preciso contar com quem é capaz de contratar bons jogadores e baratos. E que depois sabe também gerir um balneário, potenciar uma marca e negociar com os grandes do nosso futebol, tirando das camadas de formação tudo aquilo que elas podem dar. Ora, isto só se faz co investimento sério em bons profissionais. Não em chuteiras ou gravatas mas em gente que sabe o que a casa do futebol gasta e que não se deixa enganar facilmente.
Só com boa vontade não chega. Regista-se o esforço mas confirma-se o défice.
domingo, 2 de maio de 2010
RUI OLIVEIRA - UM ARTISTA MATOSINHENSE

Graças ao facebook - não serve só para combinar quecas... - reencontrei o Rui Oliveira. Fiz com ele, no Orfeão de Matosinhos, algum teatro de fantoches e também uma dupla de palhaços, sendo que este último papel não me custou nada a fazer pois é a minha condição natural. Já então o Ruizinho destilava talento e por isso seguiu o caminho artístico (podem encontrá-lo no Contagiarte). Tínhamos um grupo muito giro e ainda participámos em dois encontros nacionais de teatro de fantoches mas depois as tropas, os estudos e os casamentos acabaram com a bela aventura. Dela ficaram boas memórias e uma amizade para sempre, sempre possível de reatar também. Espero poder ver em breve o nosso artista num palco matosinhense, isto se os artistas contratados em Lisboa e afins assim o permitirem...
sábado, 1 de maio de 2010
PENSO EU DE QUE
Como todos já devem ter percebido, o PdL tem andado o meio-gás. Obviamente, o autor está a atravessar mais um momento de crise existencial a que se soma uma série de compromissos que não lhe tem deixado muito tempo livre para vir a esta tribuna dizer as baboseiras do costume. A verdade também é que não se passa nada na nossa santa terrinha e o mesmo acontece com as tábuas que faltam para completar o passadiço do Cabo do Mundo, a minha região demarcada. Sim, eu sei, parece que o Leixões vai descer de divisão e que o karateca quer ser candidato a candidato a presidente do clube. Quanto ao resto, estou por tudo, depois de ter verificado que o José Modesto foi manchete num jornal aqui da terra na qualidade de especialista em shipping e de cidadão que frequenta as assembleias de freguesia e municipais - o que me deixa algo perplexo, na qualidade de antigo freguês frequente do Macau, do Rex e do Moulin Rouge. Continuo entretanto a passar várias vezes por semana à porta do Traineira e a ver aquilo às moscas nas horas dos espectáculos. Quanto ao famoso LEV, todos sabemos também que o vulcão egrhshdyendjjfksss (se não é isto, é parecido) afectou esse grande momento cultural normalmente abrilhantado pelo Gonçalo Cadilhe ou por qualquer outro globetrotter tuga que julga seguir na peugada de Brito Capelo e Serpa Pinto, embora com a diferença, de somenos, de atravessar África de jipe ou autocarro. Ok, eu sei, mas não tenho culpa, sou mesmo um daqueles tipos que escrevem, como diz o meu amigo Alberto, de dedo em riste e quando não é o dedo é o instrumento, o que é bem pior pois pode provocar-me danos irreversíveis num teclado já pejado de cinza, migalhas, restos de iogurte, ranho, baba e pelos da barba (um dia vou mandar uma amostra para o laboratório e espero não ser detido como perigo para a saúde pública). Confesso que estou com algumas saudades de uma tertuliazinha de bloggers e por isso é que hoje de manhã passei pelo café da amiga Olga mas não encontrei ninguém para além de um árbitro de futebol e de um tipo que me cravou um cigarro e que agradeceu penhoradamente a oferta. Também me perguntaram se a biblioteca estava fechada e lá tive de explicar que era o dia do trabalhador e que nesse dia não se trabalha, o que, como devem entender, não é muito fácil de explicar embora o conceito de trabalho seja, pelo menos no que toca ao funcionalismo público, algo de muito subjectivo. O próprio termo "funcionalismo público" é ambíguo pois todos sabemos como funciona o chamado aparelho do Estado. Por falar nisso, a palavra "aparelho" parece-me de todas a mais adequada dada a elevada promiscuidade sexual que, ao que me contam, ocorre nesses lugares monumentalizados pelos chamados arquitectos do regime, os mesmos que ganham prémios aplicando projectos de piscinas em departamentos de finanças e que fazem piscinas com projectos de departamentos de finanças. Há dias assim, malta. Vim aqui só para dar uma mijinha e explicar uma coisita e acabei por ter um orgasmo. Foi dsm d festa desta que fodsx o teclaaadddo...
quinta-feira, 29 de abril de 2010
HISTÓRIAS DA CASA BRANCA
segunda-feira, 26 de abril de 2010
MATOSINHOS BRILHOU EM LONDRES
Parabéns rapaziada. Para além da proeza, o convívio foi magnifico.
terça-feira, 20 de abril de 2010
ENTREVISTA COM JOCA GAIOLA
- Boa noite, Joca. Já não te via há bué.- Ò pá, fui fazer o inter rail perdi-me na Macedónia.
- E então?
- Transformei-me em eremita, mas chateei-me e vendi a gruta ao Berardo.
- De regresso a Matosinhos?
- Consta que sim. Fiquei muito surpreendido.
- ???
- Não sabia que o Narciso tinha comprados as torres gémeas de Nova Iorque.~
- Meu, não...
- Não está mal visto. Mas também podia ter comprado a estátua da liberdade. Olha, o que é feito do Jorge Punk?~
- Emigrou.
- Para onde?
- Paris de France.
- Trabalha no Pigalle.
- Não o aceitaram. Parece que é técnico de computadores.
- Tem tudo a ver, computa...
- Mais ou menos.
- Esse gajo ainda tem cabelo?~
- Sim, nas costas.
- E priapismo?
- Ainda faz os seus estragos conforme se pode ver no porta-luvas do seu carro.
- O sacaniha, é feio como o c... mas elas caem-lhe aos pés.
- É, tem uma língua tipo lixa nº1 e elas gostam.
- E o Janelas?
- Vende droga no Inferno.
- E o Cabazinho?
- Tá fixe, continua a dar cachaços.
- E o Pedro Electricista?
- Casou com uma brasileira.
- Mais um pequenino bailarino... E o Júlio?
- Tá em Cabanas, junto à praia.
- E o Seabra.
- É deputado.
- Só podia. De puta...
- Prazer em rever-te. Para onde vais?~
- Macau.~
- Ò meu, já não é nosso.
- O boteco.
- Ah, ok.
CORREIO ELECTRÓNICO
NUNCA LI TANTA VERDADE JUNTA EM TÃO POUCAS LINHAS.......
Porque os homens também merecem...
Ser homem é:
- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates;
- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão ;
- O suplício de fazer a barba todos os dias;
- O desespero das cuecas apertadas;
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien;
- A loucura de resistir olhar para umas belas pernas com uma mini-saia;
- Ir à praia com a sua mulher e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado
- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada com outro homem;
- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se
divertem;
- Ter sempre de resolver os problemas do carro;
- Ter de reparar na roupa nova dela;
- Ter de reparar que ela mudou de perfume;
- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 loiro/bege;
- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm;
- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite;
- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade;
- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo ;
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual;
- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos;
- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo ;
- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa;
- Ter de almoçar aos domingos na casa dos sogros, discutir política com aquele velho reaça, tratar bem os sobrinhos, controlar-se para não olhar para o decote da irmã dela e não arrear um arraial de porrada ao irmão dela, sacana do caraças que vem sempre pedir dinheiro emprestado.
Depois Elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!
Mande este mail a todos os seus amigos, eles merecem... e a todas as suas amigas... aquelas que v/ ache que têm poder de encaixe...
ALTOOOOOOOOOO
Desculpem estar a estragar o mail, mas falta uma coisa muito importante que acontecia e ainda acontece a quem usa calças com fecho em vez de botões!
- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores...... É o entalanço e depois abrir o fecho outra vez......
Estão a ver. Ter um filho só custa no parto!
* Obrigado cara amiga Alexandra Alão. Mas já suspeitava,
Porque os homens também merecem...
Ser homem é:
- Sentir a dor física de uma bolada nos tomates;
- A tortura de ter de usar fato e gravata no Verão ;
- O suplício de fazer a barba todos os dias;
- O desespero das cuecas apertadas;
- A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem soutien;
- A loucura de resistir olhar para umas belas pernas com uma mini-saia;
- Ir à praia com a sua mulher e resistir olhar para aquele mulherão que está deitada ao lado
- Viver sob o permanente risco de ter de andar à porrada com outro homem;
- Vigiar o grelhador no churrasco ao fim de semana, enquanto todos se
divertem;
- Ter sempre de resolver os problemas do carro;
- Ter de reparar na roupa nova dela;
- Ter de reparar que ela mudou de perfume;
- Ter de reparar que ela mudou a tinta do cabelo de Imedia 713 para 731 loiro/bege;
- Ter de reparar que ela cortou o cabelo, mesmo que seja só 1cm;
- Ter de jamais reparar que ela está com um pouco de celulite;
- Ter de jamais dizer que ela engordou, mesmo que seja a pura verdade;
- Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz distraída e deixa a blusa desabotoada até ao umbigo ;
- Ter a obrigação de ser um atleta sexual;
- Ter a suspeita de que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está a tentar incentivar-nos;
- Ouvir um NÃO, virar para o lado conformado e dormir, apesar da vontade de partir o quarto todo e fazer um escândalo ;
- Ter de ouvi-la dizer que está sem roupa, quando o problema é onde colocar novos armários para guardar mais roupa;
- Ter de almoçar aos domingos na casa dos sogros, discutir política com aquele velho reaça, tratar bem os sobrinhos, controlar-se para não olhar para o decote da irmã dela e não arrear um arraial de porrada ao irmão dela, sacana do caraças que vem sempre pedir dinheiro emprestado.
Depois Elas ainda acham que é fácil, só porque NÃO TEMOS O PERÍODO!
Mande este mail a todos os seus amigos, eles merecem... e a todas as suas amigas... aquelas que v/ ache que têm poder de encaixe...
ALTOOOOOOOOOO
Desculpem estar a estragar o mail, mas falta uma coisa muito importante que acontecia e ainda acontece a quem usa calças com fecho em vez de botões!
- Entalar a gaita na porcaria do fecho. São duas dores...... É o entalanço e depois abrir o fecho outra vez......
Estão a ver. Ter um filho só custa no parto!
* Obrigado cara amiga Alexandra Alão. Mas já suspeitava,
domingo, 18 de abril de 2010
JÁ AGORA...
ANOS DOURADOS
O Punk publicou hoje esta foto no facebook de alunos do Liceu de Matosinhos durante um passeio ao largo de Leixões, nos final dos anos 70. O desafio aqui fica para que identifica os elementos deste grupo, hoje provavelmente carecas, barrigudos e com varizites diversas. Também serve para que os nossos filhos percebam que os seus pais um dia foram jovens bonitos e sonhadores.
POUCA VERGONHA

Desculpem mas andava com esta entalada. Aqui há dias, a Lusa fez um trabalho sobre os clubes dos deputados da nação que os jornais da especialidade amplificaram bastante. Para meu espanto, o nosso Leixões não surgia como clube de qualquer um dos deputados. Ou seja, Matosinhos não tem representantes na AR embora conste que andam por lá, entre outros, Manuel Seabra e Luísa Salgueiro... Fica assim explicada a crise do nosso Leixões que tem andado às costas de um homem que até nem gostava de futebol: Carlos Oliveira.
PERGUNTAR NÃO OFENDE
Não sei o que se passa com o facebook de Narciso Miranda mas hoje estava a pedir mais um golo da Académica enquanto há uma semana gritou goooooolo do Benfica. O nosso presidente honorário estará a ser afectado pelas cinzas do vulcão islandês?
sexta-feira, 16 de abril de 2010
TEMOS CANDIDATO (modéstia à parte)

Os matosinhenses conhecem-no através do blogue que mantém na Internet, desde Dezembro de 2007, com o seu próprio nome (http://joseantoniomodesto.blogspot.com/). Criou o espaço para “quebrar a ausência de informação sobre uma área importante”… Qual? Ora o subtítulo do Blogue dissipa qualquer dúvida: “Shipping is my life!”.
Os matosinhenses também o conhecem pela presença assídua e participativa em reuniões partidárias, Assembleias de Freguesia e Assembleias Municipais, conse-lhos consultivos e espaços de discussão pública. Foi, exactamente, num desses espaços que, recentemente, pediu aos políticos da nossa praça para “respeitarem os horários” em jeito de “respeitem o povo que vos elegeu”. O pedido simples do munícipe José Modesto gerou comentários atrás de comentários… “Talvez quem me comentou desejasse há muito fazer o mesmo… Não sei… Acho que o fiz porque o povo merece, de facto, respeito…”.
Os matosinhenses conhecem-no, ainda, através das páginas do “Jornal de Matosinhos”. A coluna semanal de José Modesto versa sobre tudo: relações humanas, ideias profissionais, críticas e denúncias, sugestões e propostas que visam melhorar o estado actual das coisas.
Os matosinhenses conhecem-no, sem que José Modesto se tenha revelado por querer, segundo nos disse, ser conhecido. Conhecem-no como um cidadão activo que gosta de comentar e reflectir sobre o mundo, sendo que esse começa no seu Concelho, Matosinhos, e na sua Freguesia, em Leça da Palmeira.
Como despertou para
o mundo dos blogues?
“Comecei por escrever em ou-tros blogues… Senti necessidade de me pronunciar sobre o estado das coisas e comentei sempre com o meu nome real. Não sou apologista dos anónimos… Depois decidi criar um blogue sobre a minha área de actividade para fazer face a uma lacuna de informação que existia. Ao longo da minha experiência profissional na área do shipping, fui-me deparando com a grande resistência de alguns colegas e superiores em passarem competências… Decidi contribuir com o que sei para que os mais novos que chegam a esta área não se deparem com os mesmos problemas e a mesma resistência. Encaro este blogue como uma ferramenta de trabalho”, explicou, lembrando ainda as suas participações em blogues como “Clube de Pensa-dores” ou “O Porto de Leixões”.
José Modesto trabalha, actualmente, na Ibero-Linhas… E toda a sua família esteve ligada ao mar e ao mundo dos contentores e dos navios de carga. Os pais e os avós foram mesmo alguns dos obreiros do Porto de Leixões. Já o filho de José Modesto preferiu os computadores… “Agora a oferta e os apelativos são outros. Compreendo e apoio”, adianta, de imediato.
Esclarecido sobre o porquê da escolha deste tema para a criação de um blogue, o JM não poderia deixar de perguntar ao nosso colaborador: Tantas colunas escritas sobre outros temas e comentários feitos em ou-tros blogues sobre outros temas… Para quando um blogue de política por exemplo?
“Tenho receio de deixar de investir no projecto de blogue
actual… Mas a pergunta é pertinente e não é a primeira vez que ma fazem… Quem sabe um dia”, deixou em aberto.
O http://joseantoniomodesto. blogspot.com/ teve 52 mil visitas em dois anos e é um dos blogues mais lidos por profissionais ligados ao sector dos contentores, cargas e descargas, navios… Para quê, de facto, mudar uma fórmula vencedora? Ficou, de qualquer forma, o repto…
Da blogosfera à política num pulo, questionamos o nosso colaborado sobre as suas preferências políticas. José Modesto não alimenta tabus sobre as suas ideologias partidárias é, aliás, “frontal e directo”, o que não o impede de ser “objectivo” na hora de criticar o próprio Partido.
Fez-se militante do PSD há alguns anos, quando despertou para o mundo da participação activa, pública e partidária… Começou, então, a participar em fóruns e reuniões. Esteve presente em vários momentos das recentes campanhas eleitorais. Deu opiniões, ajudou, criticou… É com voz firme que
adianta: “Não sou candidato a nada, mas gosto de ser ouvido e de ajudar…”.
O PSD de Matosinhos…
Como vê o PSD de Matosinhos, actualmente? E os resultados das últimas eleições surpreenderam-no?
“O PSD de Matosinhos está fra-gilizado. São sempre as mesmas caras e os mesmos discursos. Quando sai um antigo, entra outro chegado a esse… Há tempo para tudo e para todos… Posso dizer, com frontalidade, que não estou de acordo com o acordo feito entre o PS e o vereador do PSD. Sou social-democrata, mas sei criticar… Defendia que a posição do PSD na Câmara fosse de oposição construtiva e credível. Mas devo tirar o chapéu ao PS que soube adaptar-se à conjuntura actual e encontrou em José Guilherme Aguiar um aliado. No fim da campanha não existiam condições para o Guilherme e o Narciso trabalharem juntos. Esta foi a decisão possível… Talvez a mais ló-gica… Mas também a que menos serve o meu Partido, porque ter lá alguém assim não é o mesmo que ter lá alguém sem constrangimentos estra-tégicos pré-combinados”, disse.
A propósito deste e de outros temas que marcam ou marcaram a vida política concelhia, ou seja, a propósito dos acordos, guerras partidárias interna e externas, estratégias e constrangimentos, José Modesto lamentou a “descredibilização da política”.
“É desmotivante para os jovens este tipo de situações. Confiamos o voto a pessoas que devem ser-nos fiéis e respeitarem-nos…”. E eis que surge o episódio da “moção” feita por José Modesto, enquanto elemento da assistência, na primeira Assembleias Municipal deste mandato… “Pedi-lhes que fossem pontuais e até tive vontade de falar do relógio de ponto de antigamente… A ausência ou a falta de disciplina é desmotivante para quem está a começar a gostar de política. É mau para os jovens… É mau para o povo que confiou votos a pessoas que fazem o trabalho de casa em cima do joelho… Os debates são muito fracos. Discute-se o acessório e o essencial fica muito resumido”, lamentou.
E não é só na política que José Modesto encontra situações que receia que venham a desmotivar os jovens… No seu quotidiano e enquanto anda na rua… “Há tanta coisa que está mal e deve ser denunciada”.
As raízes de Matosinhos
e o Turismo
Vindo de uma família ligada ao Porto de Leixões e residente numa Freguesia onde as ondas e as rochas têm um rendilhado diferente, constituindo, já o disse António Nobre, um “mar único”, José Modesto é defensor da preservação das raízes de Matosinhos e dos investimentos no sector turístico.
A construção do Terminal de Cruzeiros assume o topo das prioridades… “Será uma mais-valia muito importante. Se Portugal não aproveita a costa que tem, quem pode aproveitar? Se Matosinhos não lança investimentos no turismo balnear e de cruzeiros, quem há-de lançar? Além do Terminal de Cruzeiros, a reactivação da Linha de Leixões e a cons-trução da Ponte Móvel foram muito importantes… Mas ainda falta fazer muito… O problema da economia nacional está, sobretudo, na falta de apoio às PME’s – Pequenas e Médias Empresas…”.
Questionado sobre que outros projectos gostaria de ver no terreno, José Modesto salta do mar e do porto para o centro da sua Freguesia… “Falta movimento jovem na zona histórica… A política autárquica devia incluir apoios e incentivos a jovens que desejem fixar-se no centro da cidade, repovoando-o e dando-lhe vida. A zona antiga de Leça está degradada e precisa de uma intervenção urgente. O roteiro turístico não passa só pelo roteiro gastronómico. Isso movimenta jovens mas não chega. O comércio e o urbanismo também têm de ser alvo de reflexão…”.
E já que estamos a falar de Leça da Palmeira… E a Petrogal? “É parte integrante de Leça da Palmeira e até faz parte da nossa identidade. Defendo condições de segurança e medidas ambientais, mas a saída de cá não seria corrigir um erro mas piorar a situação dos leceiros”.
O nosso colaborador, aproveitou, ainda para reivindicar mais espaço para as crianças brincarem, zonas verdes melhoradas e equipamentos de praia fora dos areais: “Tudo em prol de uma Leça da Palmeira mais bonita e apetecível!”.
Defensor da limitação de mandatos e da importância do jorna-lismo local, ainda que de forma recatada e algo distante da ribalta e das lutas pelo poder, José Modesto promete continuar a ser activo e critico… “Não sou candidato a nada, mas tento ser um cidadão atento, apontando soluções”, concluiu o nosso, porque não chamar-lhe, com a amizade e consideração que um colaborador e leitor fiel merece, “treinador de bancada leceiro”.
entrevista esta semana no "Jornal de Matosinhos"
Os matosinhenses também o conhecem pela presença assídua e participativa em reuniões partidárias, Assembleias de Freguesia e Assembleias Municipais, conse-lhos consultivos e espaços de discussão pública. Foi, exactamente, num desses espaços que, recentemente, pediu aos políticos da nossa praça para “respeitarem os horários” em jeito de “respeitem o povo que vos elegeu”. O pedido simples do munícipe José Modesto gerou comentários atrás de comentários… “Talvez quem me comentou desejasse há muito fazer o mesmo… Não sei… Acho que o fiz porque o povo merece, de facto, respeito…”.
Os matosinhenses conhecem-no, ainda, através das páginas do “Jornal de Matosinhos”. A coluna semanal de José Modesto versa sobre tudo: relações humanas, ideias profissionais, críticas e denúncias, sugestões e propostas que visam melhorar o estado actual das coisas.
Os matosinhenses conhecem-no, sem que José Modesto se tenha revelado por querer, segundo nos disse, ser conhecido. Conhecem-no como um cidadão activo que gosta de comentar e reflectir sobre o mundo, sendo que esse começa no seu Concelho, Matosinhos, e na sua Freguesia, em Leça da Palmeira.
Como despertou para
o mundo dos blogues?
“Comecei por escrever em ou-tros blogues… Senti necessidade de me pronunciar sobre o estado das coisas e comentei sempre com o meu nome real. Não sou apologista dos anónimos… Depois decidi criar um blogue sobre a minha área de actividade para fazer face a uma lacuna de informação que existia. Ao longo da minha experiência profissional na área do shipping, fui-me deparando com a grande resistência de alguns colegas e superiores em passarem competências… Decidi contribuir com o que sei para que os mais novos que chegam a esta área não se deparem com os mesmos problemas e a mesma resistência. Encaro este blogue como uma ferramenta de trabalho”, explicou, lembrando ainda as suas participações em blogues como “Clube de Pensa-dores” ou “O Porto de Leixões”.
José Modesto trabalha, actualmente, na Ibero-Linhas… E toda a sua família esteve ligada ao mar e ao mundo dos contentores e dos navios de carga. Os pais e os avós foram mesmo alguns dos obreiros do Porto de Leixões. Já o filho de José Modesto preferiu os computadores… “Agora a oferta e os apelativos são outros. Compreendo e apoio”, adianta, de imediato.
Esclarecido sobre o porquê da escolha deste tema para a criação de um blogue, o JM não poderia deixar de perguntar ao nosso colaborador: Tantas colunas escritas sobre outros temas e comentários feitos em ou-tros blogues sobre outros temas… Para quando um blogue de política por exemplo?
“Tenho receio de deixar de investir no projecto de blogue
actual… Mas a pergunta é pertinente e não é a primeira vez que ma fazem… Quem sabe um dia”, deixou em aberto.
O http://joseantoniomodesto. blogspot.com/ teve 52 mil visitas em dois anos e é um dos blogues mais lidos por profissionais ligados ao sector dos contentores, cargas e descargas, navios… Para quê, de facto, mudar uma fórmula vencedora? Ficou, de qualquer forma, o repto…
Da blogosfera à política num pulo, questionamos o nosso colaborado sobre as suas preferências políticas. José Modesto não alimenta tabus sobre as suas ideologias partidárias é, aliás, “frontal e directo”, o que não o impede de ser “objectivo” na hora de criticar o próprio Partido.
Fez-se militante do PSD há alguns anos, quando despertou para o mundo da participação activa, pública e partidária… Começou, então, a participar em fóruns e reuniões. Esteve presente em vários momentos das recentes campanhas eleitorais. Deu opiniões, ajudou, criticou… É com voz firme que
adianta: “Não sou candidato a nada, mas gosto de ser ouvido e de ajudar…”.
O PSD de Matosinhos…
Como vê o PSD de Matosinhos, actualmente? E os resultados das últimas eleições surpreenderam-no?
“O PSD de Matosinhos está fra-gilizado. São sempre as mesmas caras e os mesmos discursos. Quando sai um antigo, entra outro chegado a esse… Há tempo para tudo e para todos… Posso dizer, com frontalidade, que não estou de acordo com o acordo feito entre o PS e o vereador do PSD. Sou social-democrata, mas sei criticar… Defendia que a posição do PSD na Câmara fosse de oposição construtiva e credível. Mas devo tirar o chapéu ao PS que soube adaptar-se à conjuntura actual e encontrou em José Guilherme Aguiar um aliado. No fim da campanha não existiam condições para o Guilherme e o Narciso trabalharem juntos. Esta foi a decisão possível… Talvez a mais ló-gica… Mas também a que menos serve o meu Partido, porque ter lá alguém assim não é o mesmo que ter lá alguém sem constrangimentos estra-tégicos pré-combinados”, disse.
A propósito deste e de outros temas que marcam ou marcaram a vida política concelhia, ou seja, a propósito dos acordos, guerras partidárias interna e externas, estratégias e constrangimentos, José Modesto lamentou a “descredibilização da política”.
“É desmotivante para os jovens este tipo de situações. Confiamos o voto a pessoas que devem ser-nos fiéis e respeitarem-nos…”. E eis que surge o episódio da “moção” feita por José Modesto, enquanto elemento da assistência, na primeira Assembleias Municipal deste mandato… “Pedi-lhes que fossem pontuais e até tive vontade de falar do relógio de ponto de antigamente… A ausência ou a falta de disciplina é desmotivante para quem está a começar a gostar de política. É mau para os jovens… É mau para o povo que confiou votos a pessoas que fazem o trabalho de casa em cima do joelho… Os debates são muito fracos. Discute-se o acessório e o essencial fica muito resumido”, lamentou.
E não é só na política que José Modesto encontra situações que receia que venham a desmotivar os jovens… No seu quotidiano e enquanto anda na rua… “Há tanta coisa que está mal e deve ser denunciada”.
As raízes de Matosinhos
e o Turismo
Vindo de uma família ligada ao Porto de Leixões e residente numa Freguesia onde as ondas e as rochas têm um rendilhado diferente, constituindo, já o disse António Nobre, um “mar único”, José Modesto é defensor da preservação das raízes de Matosinhos e dos investimentos no sector turístico.
A construção do Terminal de Cruzeiros assume o topo das prioridades… “Será uma mais-valia muito importante. Se Portugal não aproveita a costa que tem, quem pode aproveitar? Se Matosinhos não lança investimentos no turismo balnear e de cruzeiros, quem há-de lançar? Além do Terminal de Cruzeiros, a reactivação da Linha de Leixões e a cons-trução da Ponte Móvel foram muito importantes… Mas ainda falta fazer muito… O problema da economia nacional está, sobretudo, na falta de apoio às PME’s – Pequenas e Médias Empresas…”.
Questionado sobre que outros projectos gostaria de ver no terreno, José Modesto salta do mar e do porto para o centro da sua Freguesia… “Falta movimento jovem na zona histórica… A política autárquica devia incluir apoios e incentivos a jovens que desejem fixar-se no centro da cidade, repovoando-o e dando-lhe vida. A zona antiga de Leça está degradada e precisa de uma intervenção urgente. O roteiro turístico não passa só pelo roteiro gastronómico. Isso movimenta jovens mas não chega. O comércio e o urbanismo também têm de ser alvo de reflexão…”.
E já que estamos a falar de Leça da Palmeira… E a Petrogal? “É parte integrante de Leça da Palmeira e até faz parte da nossa identidade. Defendo condições de segurança e medidas ambientais, mas a saída de cá não seria corrigir um erro mas piorar a situação dos leceiros”.
O nosso colaborador, aproveitou, ainda para reivindicar mais espaço para as crianças brincarem, zonas verdes melhoradas e equipamentos de praia fora dos areais: “Tudo em prol de uma Leça da Palmeira mais bonita e apetecível!”.
Defensor da limitação de mandatos e da importância do jorna-lismo local, ainda que de forma recatada e algo distante da ribalta e das lutas pelo poder, José Modesto promete continuar a ser activo e critico… “Não sou candidato a nada, mas tento ser um cidadão atento, apontando soluções”, concluiu o nosso, porque não chamar-lhe, com a amizade e consideração que um colaborador e leitor fiel merece, “treinador de bancada leceiro”.
entrevista esta semana no "Jornal de Matosinhos"
domingo, 11 de abril de 2010
MATOSINHOS NO SEU MELHOR
Rua 1.º de Maio. Em frente ao sítio onde estava antigamente a merceria do senhor João, um cidadão decorou o seu portão e o telhado com cata-ventos. Ainda cheguei a pensar que finalmente se ia prospectar petróleo aqui na terra mas foi apenas mais uma ideia tola, tipo de vão de escada, pois é sabido que o nosso subsolo há muito tempo que está cheio de "ouro negro", como alguns de nós já perceberam nas suas garagens e caves. O melhor mesmo é não acender isqueiros quando andarmos por aí...quinta-feira, 8 de abril de 2010
AI QUE SAUDADES, AI, AI...
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