sexta-feira, 18 de setembro de 2009
A ÚLTIMA "AM"
Ontem fui com o meu amigo Modesto - dá sempre jeito andar acompanhado por um ranger, em especial o primeiro do curso dele... - há última assembleia municipal do corrente mandato. Cheguei mais ou menos no ponto 8 mas ainda a tempo de ouvir Guilherme Pinto, usando o seu timbre de barítono alto, afirmar que em breve vamos deixar de ter casas no meio da refinaria da Petrogal. Sempre a comandar a sessão, o presidente da Câmara apenas deixou Nuno Oliveira trocar algumas coisas por miúdos, enquanto foi mudar a água às azeitonas. Em boa forma, o líder autárquico chamou "vigarice" a quem anda a vender que a CMM tem uma dívida superior a 100 milhões de euros, numa clara indirecta para o seu ex-chefe, e sorriu quando uma deputada do PSD o comparou a José Sócrates. "Tomo isso como um elogio e, sinceramente, gostava de ter a capacidade do nosso primeiro-ministro", disse, já em fim de festa. Corrido o pano ainda deu para trocar impressões com o José Avelino e para falar um pouco de futebol com o Fernando Rocha. Foi também a estreia da minha sobrinha Inês nestas palpitantes coberturas jornalísticas e acredito que ela vai gostar. Parece que está encontrada a herdeira do grande império de comunicação social do Matosinhos Hoje... Uma nota final para o litigante da noite, o deputado Fernando Queirós, do Bloco de Esquerda, autêntica carraça a morder no flanco do PS. Quanto à restante oposição de direita - que a de esquerda ainda se fez ouvir... -, teclava nos computadores e começava a contar carneirinhos.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
FOI BONITA A FESTA. PÁ

Custou 217 mil euros (IVA incluído) mas mais uma vez foi uma festa bonita e muito concorrida. Não pude, mais uma vez, participar. Mas o que me contam e as imagens da recriação histórica dos hospitalários do Bailio chegam e sobram para confirmar a excelência de uma organização que peca, porém, por falta de divulgação. O dinheiro que se está a gastar em cartazes de campanha bem podia ser aplicado neste tipo de promoções. É assim que se cria memória, sendo que a memória é o nosso principal património apesar da PDA.
AFINAL HAVIA OUTRA

Uma hora e um minuto depois de o PdL ter divulgados os números do que dizem ser uma sondagem, a candidatura "Matosinhos Sempre" mostrou o jogo, revelando que está, de facto, atenta a este modesto blogue.
Eis o comunicado assinado por Orlando Magalhães:
Última sondagem dá vitória a Narciso Miranda
Amigos,
A vitória está mais perto. A última sondagem indica-nos que Narciso Miranda é o próximo Presidente da Câmara de Matosinhos, obtendo 36% dos votos.
O PS fica em 2º lugar com 27%; PSD/CDS 24%; BE 7%; CDU 6%
Se todos fizermos mais um pequeno esforço, esta vitória pode ser ainda mais ampla.
Conto convosco e com o vosso empenho.
Números são números mas estava sinceramente à espera que revelassem a ficha técnica desta sondagem. Fico à espera...
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
OPS!

GUILHERME PINTO (PS) - 37% (3)
GUILHERME AGUIAR (PSD/CDS) - 23% (3)
NARCISO MIRANDA - 14% (2)
HONÓRIO NOVO - 11% (2)
FERNANDO QUEIROZ - 9% (1)
Indecisos - 6%
Eis o resultado, conhecido hoje, de uma sondagem. No mínimo, surpreendente.
Se for assim, Guilherme Pinto renova o mandato mas precisará de se aliar ao PSD/CDS ou ao Bloco/PCP para governar à vontade. O resultado de Narciso Miranda, a confirmar-se esta informação que me caiu há pouco, é francamente desanimador. Pelas minhas contas o dux valia pelo menos 20%...
É ISTO QUE A CASA GASTA
SUPER LEIXÕES
Américo Rui (na imagem a receber o troféu), Mário Aranha, Emanuel Luís e Pedro Pais conquistaram para o Leixões, na nova sala de bilhar do Famalicense, a Supertaça de bilhar às três tabelas. Depois do título nacional, o primeiro "super" troféu para esta brilhante equipa leixonense, orgulho de toda a nação rubro-branca.
Matosinhos Hoje - 16 anos de passado. E o futuro?
Há 16 anos nasceu o “Matosinhos Hoje” para Matosinhos. Hoje, só poderá continuar se Matosinhos quiser.
Retirado do texto do Sr. Joaquim Queirós no Matosinhos Hoje
Fui um leitor assíduo e fiel do Matosinhos Hoje, durante muitos anos. As notícias do meu Leixões que na altura eram escassas na imprensa nacional, bem como a "Ocidental Praia" do Eugénio, a última página do grande Alberto Gonçalves, os colunistas como Magalhães Pinto, Artur Ribeiro, Heitor Ramos, Isabel Lago, Honório Novo, etc. Fizeram durante anos, parte da minha vida.
Já o referi inúmeras vezes, o Sr. Joaquim Queirós por quem eu passo quase todos os dias, mas não tenho o prazer de conhecer, apesar de ele ser amigo de outros campeonatos do meu pai. Dizia que... O meu respeito e admiração pelo Sr. Queirós, deve-se à sua carreira profissional, jornalística e principalmente à Gazeta dos Desportos, jornal que geriu e era uma montra nacional do meu Leixões (eu já escrevi que pelo Leixões também perco a razoabilidade, por isso, deixem-me regozijar por haver alguém como eu, há mais anos que eu e com muito mais importância que eu).
Eu não concordo com o estilo do Matosinhos Hoje, acho-o demasiado dependente da Câmara e das direcções do Leixões Sport Clube ou agora a SAD.
Acho que Matosinhos, não se resume à acção da Câmara Municipal e dos seus protagonistas, Matosinhos, não pode ser só de quem está no poder e colunas de opinião não chegam. É preciso divulgar outros actores. Acho que Matosinhos, tem muito mais para dar em termos de iniciativas privadas que devem ser divulgadas. Gente boa que faz e sem andar a apregoar o que fez.
Recordo que me incomodou na última vez que comprei o jornal que mais de metade das fotos, tinham a presença do Presidente da Câmara de Matosinhos (nas restantes, mais de metade tinham os vereadores ou o presidente da Leixões SAD.), Matosinhos será só isto?
Matosinhos Hoje, passe o abuso de utilizar o nome do jornal, precisa de reconhecer uma nova identidade. Não somos mais o Matosinhos de há 16 anos, mudamos muito e quem souber acompanhar a evolução (eu ainda lhe chamo só (má) alteração, mas fica bem falar bonito) vai sobreviver, os outros ficarão pelo caminho.
Ao escrever este texto aqui, não o faço por este espaço ser de quem é, mas simplesmente por ter uma evidência muito maior que o meu Matosinhos OnLine e eu acho que a merece.
O Sr. Joaquim Queirós, a sua família e tudo o que deram e dão ao jornalismo Nacional e regional, merecem continuar. Mas nós, também merecemos um jornalismo mais isento e menos "endeusador" de personagens que de Deuses, têm muito pouco.
Posso dizer que após um fase de divórcio, voltarei a comprar o Matosinhos Hoje, quero que ele continue a existir e acho que é o meu dever de matosinhense fazer por isso. Mas atenção... Vou cobrar mais independência.
Abraço
domingo, 13 de setembro de 2009
CENÁRIOS
Tal como nas legislativas, parece que prevalece um empate técnico nas sondagens para Matosinhos. Os dois Guilhermes e Narciso estão abaixo dos 30 pontos. Tudo indica que cada um deles vai ganhar 3 vereadores, sobrando um para a CDU e outro para o Bloco de Esquerda. Mas, ao contrário do que acontece no país, por cá não haverá problemas de governabilidade pois só um dos Guilhermes não se entenderá com Narciso. Ou seja, se ganhar o PS a governação irá ser feita com o PSD. Se ganhar o PSD, será feita com o PS ou com Narciso. Se ganhar Narciso, será o PSD a dar a mão. Como vêem, até nisto somos diferentes!
sábado, 12 de setembro de 2009
NÃO HÁ NINGUÉM COMO ELE
A CAMPANHA CONTINUA

A minha caixa de correio tem sido inundada, nos últimos dias, com algumas acções de campanha dos candidatos que estão no terreno. As imagens de uma recente iniciativa que serviu para entregar diplomos a alunos do 12.º ano aqui estão. Não me parece é que Guilherme Pinto capitalize muitas simpatias ao lado da ministra da educação e daquela senhora que fez queixinhas e suspendeu um funcionário da DREN que andava a contar anedotas sobre o Sócrates...sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Portagens na A28, A29 e A17 depois das eleições
O ministro das Obras Públicas reafirmou hoje a intenção do Governo de introduzir portagens em três das sete vias sem custo para o utilizador (A28, A29 e A17), adiantando que o processo só estará em condições de ficar fechado depois das eleições.
JN/Via blogue "O Leixão"
Então Sr. Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos??
Mostre lá o poder que gosta de dizer que tem perante o governo e ASSUMA UMA POSIÇÃO CONTRA AS PORTAGENS EM MATOSINHOS, MAIS... GARANTA QUE NÃO VÃO EXISTIR. Não o fazendo, só demonstra estar a favor delas e vamos começar a pagar portagens para andar entre freguesias no interior do Concelho de Matosinhos. ISTO É UMA VERGONHA.
Também publicado no Matosinhos OnLine
CASA CHEIA
IMPORTA-SE DE REPETIR?
"Guilherme Pinto apresentou na terça-feira, dia 8, o seu plano económico para o próximo mandato, num local a que chamou o “coração económico da Área Metropolitana do Porto”. O candidato socialista à Câmara Municipal de Matosinhos levou os jornalistas numa visita às obras na nova zona empresarial na confluência de Perafita, Santa Cruz do Bispo e Leça da Palmeira, onde estão neste momento a ser construídas as novas instalações de empresas como a Decathlon, Leroy Merlin e a reformulação da zona da Tertir, num investimento privado de mais de 220 milhões de euros, cuja fixação em Matosinhos, defende, é obra sua.“Matosinhos é extremamente apetecível para investir”, afirmou, referindo-se ao “excelente posicionamento estratégico” do concelho, situado entre as maiores plataformas logísticas da região, o aeroporto e o Porto de Leixões. “Esta mais-valia tem que ser aproveitada e rentabilizada com a criação de condições favoráveis à fixação de novas empresas, geradoras de emprego”.Guilherme Pinto citou como exemplos a abertura de uma nova fábrica da JP Sá Couto, para o fabrico dos computadores Magalhães, ou da loja IKEA e centro comercial MarShoping, cuja instalação em Matosinhos foi negociada neste mandato.Sob o slogan “Matosinhos é bom”, o plano económico do candidato socialista elege o combate à crise como a grande orientação estratégica, propondo-se aumentar a capacidade de gerar emprego. Neste item insere-se a dinamização do investimento público e privado, à semelhança da política desenvolvida nos últimos quatro anos, a dinamização da economia social e a aposta em sectores económicos estratégicos.
"MATOSINHENSES DE SUCESSO

Não é uma profissão rotineira e é mesmo por isso que é aliciante, diz Sérgio Silva, residente em Alverca, concelho de Vila Franca de Xira. É transitário numa multinacional que realiza transportes por ar, mar e terra. “Todos os dias a pessoa é posta à prova”, conta-nos.
Quando O MIRANTE pergunta a Sérgio Silva a sua rotina do dia-a-dia, ele responde-nos que não tem maneira de nos dizer. “Todos os dias é diferente. Basta um telefonema para que tudo mude numa manhã e todo o plano de trabalho para esse dia fique alterado”, conta-nos.
Este homem de 32 anos reside em Alverca e trabalha numa firma multinacional de transportes. Sérgio é transitário, ou seja, um profissional que coordena e organiza transportes. Se houver um cliente que necessita de fazer um transporte de um destino para o outro, dentro e fora da Europa, Sérgio é a pessoa que lá está para apoiar o cliente e assegurar que a mercadoria chega ao destino.
Tem ainda a responsabilidade de realizar grupagens de forma a que um único veículo possa levar mercadorias de diversos clientes, desde que para o mesmo destino. “Por exemplo, num camião que vai para a Alemanha realizar 3 descargas podemos levar mercadorias de vários clientes”, explica Sérgio. O transitário escoa mercadoria por vários meios, desde o ar (avião), mar (navio) e terra (comboio e camião). “A nível de fluxo de carga, o contentor marítimo é o que alberga uma maior capacidade e estrutura. “Eu estou mais virado para o overland, ou seja, o transporte de camião. Em Portugal o transporte ferroviário não se pratica em grande quantidade porque não há estruturas para isso”, conta. Sérgio Silva está actualmente a chefiar um departamento de transportes de camião para toda a Europa. Depois de se levantar por volta das 07h30, Sérgio faz-se à estrada para entrar ao serviço por volta das 08h45. Começa por tratar das solicitações de transporte, planeamentos, reclamações, subcontratações a transportadores e grupagens. “Mas tudo pode mudar. O dia-a-dia não é sempre igual. Por muito que penses que chegas ao trabalho e idealizas o que vais fazer não consegues. É um trabalho em constante mutação. É isso que me cativa muito neste emprego, porque não é um trabalho monótono e rotineiro. Foi isso que me motivou a continuar nesta carreira e a progredir nesta área. Todos os dias és posto à prova, porque aparecem sempre situações que requerem decisões no imediato”, informa Sérgio, acrescentando que um transitário “não tem horas de saída” e que, em muitas ocasiões, “chega a trazer trabalho para casa”. Natural de Matosinhos, Sérgio foi gerente da peixaria de um hipermercado e o convite para ser transitário chegou por intermédio de uma amiga. “Ela acabou por não aceitar o desafio, deu-me o contacto para ir à entrevista e fiquei”, recorda. Dentro da profissão começou como ajudante, depois como auxiliar dos operacionais de tráfego. A pedido da empresa passou uma temporada em Alverca. Depois de um período de 16 meses acabou por voltar a Alverca, onde acabaria por constituir família. “Já cá estou há 3 anos e meio”, refere. Sérgio acabaria por ser convidado para integrar os quadros de uma outra empresa que estava a apostar forte no sector da camionagem e hoje tem a chefia do gabinete.
O nevoeiro dos últimos dias...

Todos estamos de acordo e temos sentido, o nevoeiro que tem coberto Matosinhos nos últimos dias. Falo do nevoeiro mesmo, do tempo, das nuvens baixas.
Mas, há outro nevoeiro mais denso que cobre a política em Matosinhos e as movimentações de bastidores.
Algumas vozes, já me sopraram que se prepara uma desistência pré-eleitoral de uma candidatura em favor de outra. No início, achei uma coisa sem nexo, hoje... Já não sei o que hei-de pensar!!!
Será verdade? Será mentira?
Algumas coisas estranhas se passam:
Uma coligação de dois dos maiores partidos portugueses (PSD/CDS-PP) está apagada em Matosinhos. Eu seria capaz de jurar que sem o seu (excelente, na minha opinião) candidato a Leça do Balio, essa coligação nem concorria a estas eleições autárquicas.
Ontem Honório Novo lançou directamente a rede aos eleitores do PSD para votarem na candidatura da CDU (estranho!!!).
Honório Novo, (...) apelou por isso ao voto na CDU "de todos os que votaram no passado em PSD", para "dizerem não a esta burla e mentira" e porque "mesmo que não concordem connosco, estamos sempre cá".
Texto no Expresso
Começo a acreditar que algo anda no ar realmente e não deve ser só nuvens, ou talvez sejam, mas de poeira, atirada para os olhos.
A ver vamos, o que sucede nos próximos dias.
Abraço
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
BABOSEIRAS

«Comigo o Governo que se cuide, seja qual for o Primeiro-ministro. Comigo pia fino porque não baixo a voz a Lisboa e não me deixo funcionalizar», garantiu Narciso Miranda durante um jantar que reuniu mais de 300 apoiantes à sua candidatura à câmara de Matosinhos. Narciso Miranda lembrou que durante os 26 anos em que comandou os destinos daquela autarquia, os membros do Governo apenas visitavam Matosinhos «quando traziam alguma coisa».
dos jornais
O dux de Bouças precisa de estar mais atento. Não é piar, é fiar.
Quanto à coisas que os governos de que fala trouxeram para Matosinhos, onde estão? E será assim tão importante para um governo vir a Matosinhos, concelho que tem justificado um interesse informativo residual apesar da contundência e do folclore do despique autárquico? Não será muito mais fácil e corrente Lisboa estalar os dedos para que um autarca de longa tradição faça as males e abale para a capital para abraçar a palpitante pasta da administração dos portos, marinas e viveiros de trutas?
MATOSINHOS, MINAS GERAIS
Nas comemorações do Ano da França no Brasil, uma descoberta mobiliza os setores culturais de São João del-Rei, na Região do Campo das Vertentes, a 185 quilômetros de Belo Horizonte. Numa pesquisa sobre as praças da cidade, o professor Antônio Gaio Sobrinho, integrante do Instituto Histórico e Geográfico (IHG), constatou que o conjunto de chafariz e a estátua da deusa Ceres, que chegou à cidade em 1887 e fica na Praça Senhor Bom Jesus do Matosinhos, no Bairro Matosinhos, é de origem francesa, e não italiana, como se imaginava até há pocuo. O professor identificou logo baixo da escultura, sob camadas de tinta, a inscrição Val d’Osne, que remete à fundição de mesmo nome da cidade de Osne-le-Val, na França.Jornal de MINAS
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