sexta-feira, 21 de agosto de 2009

CORONÁRIAS (2)

PS de Matosinhos já reagiu ao símbolo narcistas e colocou o primeiro cartaz de contra-campanha.

CORONÁRIAS (1)


Baltazar Ferreira, candidato à Câmara Municipal de Chaves, vai impugnar o símbolo escolhido por Narciso Miranda para a candidatura "Matosinhos Forever". Baltazar teme que Narciso Miranda possa também plagiar o seu bigode.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

QUEM PÁRA O PARADA?


Desta vez sem qualquer possibilidade de se lançar ao mar - o máximo seria ousar atravessar o lago do jardim... -, António Parada apresentou-se como candidato à junta de freguesia de Matosinhos. Como era de esperar, uma boa casa e Guilherme Pinto muito à vontade no contacto pessoal. Com Parada ao lado fica sempre mais fácil, é um facto.


AFINAL HAVIA OUTRO

Antes de partir para o Vietname, Henrique Calisto fez questão de, publicamente, manifestar o seu apoio ao PS e a Guilherme Pinto nas autárquicas de 2009, justificando a sua presença no jantar dos rojões com o facto de ser amigo de Narciso Miranda.
Ok, mas não havia nexexidade...

ps - Entretanto, o dux convocou a Imprensa para amanhã, prometendo revelações importantes. Estou na dúvida se irá finalmente revelar quem é que roubou o famoso processo do gabinete de Almeida Pereira ou se tem a chave mágica para o próximo euromilhões...

terça-feira, 18 de agosto de 2009

AGUENTA CORAÇÃO

No sorteio das candidaturas às autárquicas de Matosinhos, o (re)partido de Narciso Miranda ficou em último lugar. Vamos lá ver se os últimos são no fim os primeiros ou se o dux tem coração para aguentar os resultados da primeira sondagem a sério...

MATOSINHOS 2009-2013


Guilherme Aguiar com o aproximar das eleições autárquicas em Matosinhos fica-se com a ideia que já tem alguém que mesmo não vencendo as eleições não tem nada a perder e tudo a ganhar.
Nenhum dos candidatos vai ter a maioria dos votos : Guilherme Pinto ( PS ) , Guilherme Aguiar ( PSD ) e Narciso Miranda ( independente ). O executivo da CM Matosinhos é constituído por 11 vereadores . Na última eleição o PS teve 6 vereadores , o PSD teve 4 e a CDU teve 1. Se porventura o BE conseguir um vereador e a CDU mantiver o seu vereador , as contas podem complicar-se e o desfecho é imprevisível.

Mas vamos partir dos seguintes pressupostos que tudo se mantém na lógica da eleição de 2005:

A CDU elege 1 vereador. Os outros 10 têm que ser distribuídos por Narciso Miranda , Guilherme Pinto e Guilherme Aguiar . Desta forma imaginemos que com a divisão dos votos da área socialista Guilherme Pinto elegia 3 vereadores , Narciso Miranda 3 vereadores, e Guilherme Aguiar ficaria com os habituais 4 vereadores . Quem seria presidente era Guilherme Aguiar e teria que se coligar ou com Narciso Miranda ou com Guilherme Pinto para governar a CM Matosinhos.


Pode acontecer que vença Narciso Miranda , desta feita tendo em conta o passado recente é mais fácil coligar-se com G. Aguiar do que com G. Pinto , devido à actual rivalidade e o ódio de estimação para com o seu colega de percurso e partido que ocupou o seu lugar.


Por último pode vencer e está em vantagem , pois é poder , G. Pinto . O actual presidente da CM Matosinhos , naturalmente para se coligar e governar Matosinhos escolherá G. Aguiar.


Há grandes surpresas nas eleições :

1- A CDU mantém 1 vereador e BE elege pela primeira vez 1 vereador tendo em conta o bom resultado nas europeias . Os outros 9 têm que ser distribuídos por Narciso Miranda , Guilherme Pinto e Guilherme Aguiar. E será presidente de Câmara quem tiver mais votos , nem que seja mais um.

2 - Outro tipo de votação em que a CDU e o BE tem mais do que 2 vereadores.

3- Guilherme Aguiar surpreende e consegue mais do que os 32% da última eleição. Ou Guilherme Pinto mantém-se de pedra e cal com uma maioria relativa ou Narciso Miranda vence amplamente.


Esta contenda lembra algo relacionado com a vida de todos nós . O pai ( Narciso ) cria , o filho ( G. Pinto ) expande e a seguir é a ruína...

Tem que se pensar no pós-eleições , os matosinhenses precisam é de gente que governe a autarquia com eficácia , sobriedade , sem espaventos e ressentimentos .Os cidadãos desejam que os políticos se atrevam a pensar e a decidir o que eles ( cidadãos ) pensam . Deve desenhar-se um programa de baixo para cima dando o poder de decisão aos cidadãos. Um programa eleitoral deve basear-se em debates e contribuições dos “ internautas-eleitores”. Ouvir as pessoas : ver o que sugerem para o seu bairro , e o local aonde vivem , de forma a melhorar a sua qualidade de vida.
JOAQUIM JORGE, fundador do Clube dos Pensadores

sábado, 15 de agosto de 2009

SUCESSO




Não sei quanto custou o concerto de Daniela Mercury na antiga praia dos Ladrões, o que sei é que foi um TREMENDO sucesso. Muito mais que 3000 pessoas e sem rojões para chamariz. Uma festa popular de que Perafita não se esquecerá tão cedo, caso não tenha também ela um problema de memória.

BIZANTINO MORAL

Retirada de O BADALO, suplemento humorístico do Matosinhos Hoje, esta conversa do Conde de Perafita com Bizantino Moral-

- Boa noite, caro Bizantino. Como vai essa moral?
- Óptima. Acabei de transferir 100 mil euros para a conta de uma costureira portuguesa que trabalha na Suíça.
- Mas não estás preocupado com os sete anos de prisão efectiva que apanhaste?
- Nada. Já telefonei ao Vale e Azevedo e ele disse-me para estar tranquilo.
- Lá vais ganhar, então, mais uma vez as eleições para a Câmara de Palermo...
- Claro, os palermas votam sempre em mim. Gostam deste estilo. Eles e elas.
- Tens fama de galaró...
- Oh, oh, oh. Fama e proveito.
- Um dia ainda te tramas com essas coisas...
- Tranquilo, meu. Agora só vou lá de camisinha.
- Não é isso, as gajas podem dar com a língua nos dentes...
- Já dão. E bastante.
- Imagino. Outra coisa: quem é que achas que vai ganhar em Matosinhos?
- O Narciso.
- A sério?
- Não, é brincadeira, mas vai ganhar. O gajo está irresistível naquele seu fato de lycra de cicloturista, tenho visto no site dele...
- Bem, pedalada foi coisa que nunca lhe faltou...
- O outro não tem hipóteses...
- Que outro?
- Aquele a quem chamam Guilherme Tinto.
- É bom rapaz...
- Por isso mesmo.
- Diz-me lá que percebes do assunto, quando as pessoas daqui falam nos recuados do teu amigo o que é que pensas?
- É tudo má língua. É malta que nunca levou no recuado e não sabe o que é bom.
- Dizem que ele tem 84 só aqui no concelho...
- Bem, então está quase a apanhar o Tomás Taveira.
- Não desconverses, Bizantino. E do Valentim, o que pensas?
- É o maior. Para ele mais uma vez vão ser batatinhas lá em Gondomar.
- E a Fatinha?
- Uma santinha. Tá boa como o milho.
- Não me digas...
- Não, nunca. Mas...
- Ok, Bizantino, acalma-te um bocado, que já estou a sentir as tuas vibrações no meu telemóvel...
- É o que elas dizem sempre.
- F...,m só sabes falas de sexo.
- Ai falo, falo...
- Não me digas que és como o Melão Choco...
- Quem é esse gajo?
- É um tipo que conheci na Coriscada e que tem de andar com ela amarrada à perna.
- Ups! Pensei que era o Seabra.
- Essa é outra história...
- Pois do gajo não falas, que és amigo dele...
- Deixa-o estar quietinho ao lado do Costa, que ele bem precisa que o protejam do Santana...
- Desse também dizem que é como o Melão Choco...
- Pois, alguma virtude teria de ter.
- Como eu. Bizantino Moral, o melhor autarca do país.
- E arredores.
- Sobretudo.
- É tudo meu, amigo, ou ainda tens de escrever mais algumas linhas para completar a página?
- Bem, precisava de mais cinco, pelo menos.
- Sempre te posso dizer que o pessoal aqui de Palermo está cada vez mais palerma comigo.- Porquê?
- Todos os dias quando acordo tenho uma fila de táxis à porta de minha casa.
- A sério?
- Querem todos que lhe abra uma conta.
- Imagino...
- Devem pensar que ando a assaltar bancos.
- Quase.

QUE GRANDE ENCOMENDA!


Os agentes da Polícia Municipal (PM) de Matosinhos queixam-se de não receber o pagamento das horas extraordinárias há seis meses. A dívida chega, em alguns casos, a cerca de mil euros e está a gerar revolta no efectivo policial. Contactado pelo CM, o comandante da Protecção Civil, Salgado Rosa, desmente a acusação e diz que apenas os subsídios de fim de Março e Maio estão em débito, mas ressalva que o é "a pedido dos próprios agentes, devido aos descontos mensais que fazem". A versão dos polícias municipais é bem diferente. "Desde Fevereiro que não nos pagam. A justificação que nos deram foi a de que com a mudança de lei, que entrou em vigor em Janeiro de 2009, é necessário lançar os mapas do pessoal, no início do ano, e que isso não foi feito", disse um agente da PM. As fontes ouvidas pelo CM afirmam que o conflito entre os agentes e a hierarquia se agravou na passada segunda-feira, quando numa reunião com o coordenador-principal da PM, António Gil Vaz, o problema foi colocado. "A resposta fez-se em tom de ameaça. Disse-nos que se levantássemos muitas ondas, ficaríamos sem subsídio de turno, o que representa 25 por cento do vencimento. Para os agentes mais novos, que ganham muito mal, é uma forma de pressão muito grande", revelou a fonte. "Sentimo-nos descriminados", acrescentou. O comandante Salgado Rosa responde com surpresa. "Não temos problema em pagar, como nunca tivemos. Estou muito surpreendido com essas acusações porque foi a pedido deles que não pagámos ao ser alertados para a sobrecarga fiscal", salientou. Ao que apurámos há já agentes que estão a negar fazer horas extraordinárias, o que está a gerar complicações a quem faz o escalonamento do pessoal.
in "Correio da Manhã"


ELE É ASSIM...

Narciso Miranda lá conseguiu as assinaturas necessárias para candidatar a sua lista a todos os órgãos autárquicas, conforme revelou cerca de 19 mil, portanto bem acima das 12 mil e tal necessárias por lei. Houve bluff nos últimos dias e os seus opositores morderam o isco. Está visto que não se pode subestimar esta força da natureza que é Narciso Miranda. O homem vai mesmo até ao fim embora a sua lista para a CMM seja tudo menos surpreendente. Já se sabia que o general que lhe foi apresentado por JJ estaria lá bem assim como alguns lugares-tenentes. Para os que ficaram de fora e que cobiçaram um lugar, nem que fosse a n.º8, sobra a frustração que tentam mascarar com críticas ao elenco apresentado. Fraco, na minha perspectiva. Mas se calhar não muito mais fraco que os outros elencos que se avistam na terra dita de horizonte e mar. Faltam 2 meses para a meta e NM, ao contrário do que vaticinam alguns, ainda tem trunfos para jogar. O baralho, esse, está cada vez mais baralhado.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

PAR DE JARRAS


Como diz uma amiga minha, eis uma conjugação astral.

INTERVALO TÉCNICO

Depois de uma semana e meia de acção no Castanheiro do Vento e em Vale do Mouro - onde os trabalhos continuam até ao fim do mês sob a direcção de Tony Silvino e Sá Coixão -, recarrego a bateria para além do Marão, longe do flagelo da nortada que tem varrido a nossa orla costeira. A rentré está para breve e prometo também escavar algumas coisas relativas a alguns dos plumitivos candidatos pois, como diz um amigo meu, a malícia do homem é infinita. E a da mulher, presumo.

ps - Bem, eu sou aquele tipo elegante de camisola azul com o boné da final da Liga dos Campeões de 2004, em Gelsenkirchen.

LINHAGEM

Informa-me uma fonte geralmente bem colocada, e não é a das sete bicas, que entre o candidato n.1 do PSD à Câmara de Matosinhos e o seu n.2 há a uni-los também a ligação marital dos respectivos filhos, sendo que um deles estará na calha para suceder a Aguiar na GaiaAnima... Enfim, o mundo é pequeno.

domingo, 9 de agosto de 2009

CANDIDATURAS INDEPENDENTES


Interessante seria alguém que nunca teve nenhum cargo público, vindo genuinamente da sociedade civil e conseguisse ter êxito, pôr as suas políticas e ideias em prática.


Ser candidato independente a um órgão autárquico a lei permiti-o, mas ao Parlamento não, só inserido em listas de partidos.Uma candidatura independente a um órgão autárquico exige um conjunto de condições prévias mais complexo que as apresentadas pelos partidos, nomeadamente um número mínimo de assinaturas e uma especial capacidade financeira por parte da estrutura de apoio. O cálculo de base para determinar o número mínimo de assinaturas, cujo valor absoluto varia de caso para caso, baseia-se numa equação onde o número total de eleitores é dividido pelo triplo dos eleitos locais.Em hipótese, num concelho com cem mil eleitores e 11 membros de um executivo municipal, seriam necessários 3.030 assinaturas (100.000 a dividir por 33), a entregar num prazo a definir após a publicação da data da realização das eleições autárquicas – o que só acontecerá no segundo semestre de 2009. O número de assinaturas necessário desce substancialmente quando falamos de uma candidatura à Assembleia Municipal, já que o número de eleitos é substancialmente maior – no mesmo universo de cem mil eleitores, e face a uma AM com 30 membros, são precisas 1.111 (100.000 a dividir por 90). Os partidos, que se encontram já registados, e que aquando da sua formação tiveram também de apresentar um número mínimo de assinaturas, já não são obrigados agora a esse procedimento, bastando apresentar os nomes dos candidatos. O financiamento de uma candidatura independente é rigorosamente igual ao de uma partidária, mas sem o “guarda-chuva” financeiro em que os partidos normalmente se transformam durante o período eleitoral. Os partidos optam normalmente por contrair um empréstimo global com a banca, entregando logo no arranque da pré-campanha uma determinada tranche a cada candidato.Um candidato independente terá de depender num primeiro momento de um empréstimo que faça a expensas próprias, esperando depois conseguir os apoios e patrocínios necessários para o pagar na totalidade. O Orçamento de Estado atribui uma verba geral para patrocinar candidaturas em cada acto eleitoral, tendo cada município direito a um determinado “bolo”. Um quarto desse “bolo” é distribuído de forma igual por todas as candidaturas, sendo os restantes 75 por cento distribuídos de acordo com os resultados eleitorais – pagos apenas após a publicação desses resultados, ou seja, nunca antes de meados do ano seguinte. Uma candidatura independente tem direito a receber donativos como a de um partido, com as mesmas restrições: cada doação está limitada a um máximo legal e só pode ser feita por particulares devidamente identificados, nunca por empresas. Para o efeito, por norma uma candidatura independente é suportada por uma associação ou “movimento de cidadãos” com número fiscal próprio para “passar recibo” a cada donativo efectuado e com quotas pagas pelos respectivos associados – que em alguns casos podem corresponder a centenas ou mesmo milhares de cidadãos. Até agora a maioria das candidaturas independentes vêm de pessoas que se zangaram ou os partidos não as quiseram como candidatos e concorreram por motu proprio. Isaltino Morais, Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, etc., tiveram êxito devido ao seu mediatismo e saberem do que a casa gasta. De outro modo mas também – Helena Roseta. Para a Presidência da República Manuel Alegre. Vamos ver com Narciso Miranda. Interessante seria alguém que nunca teve nenhum cargo público, vindo genuinamente da sociedade civil e conseguisse ter êxito, pôr as suas políticas e ideias em prática. Mas para se ter poder politico (independente dos partidos) é preciso poder económico. Era bonito um dia acontecer, não é fácil chegar lá, mas de todo impossível.


JOAQUIM JORGE

sábado, 8 de agosto de 2009

AO FIM E AO CABO...

É do conhecimento público que, em 22 de Julho p.p., apresentei o meu pedido dedemissão do cargo de coordenador do Secretariado da secção de Guifões doPartido Socialista.Julgo também públicos os motivos em que radicaram tal pedido: um mal-entendido com origem em correio electrónico trocado com o camarada Carmim Cabo, presidente da Junta, que não foi suficientemente esclarecido em devido tempo.Entretanto, enquanto cidadãos e camaradas sentámo-nos à mesa e conservámos,reflectimos e concluímos que não poderiam ser questões de “lana caprina” a colocar em causa a amizade, a solidariedade, a cumplicidade e a militância de largos anos par a par, sobretudo num percurso autárquico pleno de sucesso.Por isso, e por entender talvez um pouco precipitado tal acto e porque se encontram devidamente esclarecidos os (nem sequer) mal-entendidos ocorridos,dou de imediato sem efeito o meu pedido de demissão, deixando bem claro esem equívocos nem margem para dúvidas o meu apoio ao candidato Carmim do Cabo e à equipa que vier a acompanhá-lo.
CARLOS ALBERTO

DANÇA DAS CADEIRAS


Para muitos é considerado um jogo. Não tenho duvidas ou ilusões, não é um jogo, é simplesmente uma questão estratégica. Politicamente começou a Dança das Cadeiras… Foram duas, as quintas-feiras que durante este ano tive a oportunidade de assistir a duas AssembleiasGerais Ordinárias na CMM.Fiquei surpreendido com a oposição ali existente, ela de facto não existe, tem pouca expressão!!! Porquê perguntam os nossos leitores? Simplesmente porque a oposição não faz os chamados TC (trabalhos de casa), mas não é só isso, a oposiçãofalta simplesmente à chamada… como é possível!!!.Lembro-me que o Sr. Presidente da Assembleia Geral perguntou à assistência se queriam falar… a assistência, por incrível que pareça, era eu e mais uma senhora que se encontrava na plateia.Tive vontade de falar e perguntar onde param os elementos que as nossas freguesias normalmente elegem…não tive coragem…é um meio para mim ainda desconhecido… Neste período eleitoral podemos constatar que a Dança das Cadeiras começou a causar desconforto em todos os PartidosPolíticos, Direita -Centro-Esquerda, uns são convidados a sair para que outros possam avançar, outros são descartáveis porquese usa e deita-se fora!!! Outros porque se mexem na comunicação social !!! outros porque teimam em ficar apesar da idade seravançada!!!outros porque têm a sede do protagonismo!!!outros porque têm dinheiro!!! É de facto um período terrível, é um período que deixa marcas, fracturas, mossas.Importante é que alguns que nunca participaram em actos de cidadania, agora vêm ao longe a referida cadeira e de umaforma totalmente descontrolada e a uma velocidade perfeitamente exagerada, tentam alcançar a cadeira ou a tentar permanecerna mesma. Eu não tenho dúvidas, eu estou neste momento sentado na minha cadeira e a escrever…


JOSÉ MODESTO

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

AGORA É QUE É

Finalmente o PSD/Matosinhos arranca na campanha eleitoral prometendo a instalação em todas as ruas do concelho de WC laranjas. Clarisse de Sousa discorda da medida pois não combinam com a cor do seu cabelo.

PERPLEXIDADE


Choque e espanto.

Na quinta-feira, Calisto subiu ao palco, ao lado da cromática Rosa Mota, para dar um abraço a Narciso Miranda, no megajantar de apoio e aniversário do proto candidato.
Dois dias depois, recebeu de Guilherme Pinto a medalha de mérito concelhio.

Há coisas que não dão para perceber. Esta é uma delas. Ou se calhar sou eu que sou muito estúpido.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

ERECÇÃO

Já todos sabemos que em Matosinhos, por causa das autárquicas, anda muito gente com "a" aos saltos. O que não sabíamos é que também os postes da marginal estão a ter ataques de priapismo. Cá fica a prova, deixada pelo sempre atento José Modesto.

AINDA A ROJOADA

Vamos então ser objectivos.
1.- No final do Jantar, passaram para a opinião pública que cerca de 3.000 pessoas (posteriormente, um jornal falou de 1.700).
2.- Cada mesa leva 10 pessoas.
3.- Para 3.000 pessoas, seriam necessárias 300 mesas.
4.- O pavilhão Rosa Mota, no seu piso base, pode levar 140 mesas redondas de 10 pessoas cada uma.
5.- Isto é, seriam necessários dois Pavilhões Rosa Mota juntos para albergar as 3.000 pessoas.
6.- Na foto (que abrange a maior parte já do Pavilhão) contam-se 88 mesas.
7.- 88 Mesas são 880 pessoas.
8.- Para as 1700 pessoas, era preciso que o pavilhão tivesse o dobro do tamanho daquilo que se vê na foto, que obviamente não tem.
9.- Para as 3.000 pessoas, era preciso que estivéssemos a ver na foto apenas pouco mais de 1/4 do pavilhão.
10.- Tudo isto tem pouca importância. Só tenta fazer dos comícios uma sondagem se importa com isto. Por exemplo, como José Sócrates, que anunciou, nas vésperas das últimas eleições europeias, que tinha feito o maior comício do PS neste século. E PERDEU AS ELEIÇÕES.
11.- O que mostra que estas manobras já não impressionam quem tem que votar. os quais serão, seguramente, mais de 100.000 em Matosinhos.
12.- Perante estes números, 1.700 ou 3.000 valem o mesmo. Isto é, nada. Apenas provam, um e outro número, quem é que continua a mentir descaradamente.Magalhães Pinto.

MAGALHÃES PINTO

sexta-feira, 31 de julho de 2009

UMA LEGENDA PARA ESTA FOTO

Desafio a clientela a legendar esta foto. A legenda mais imaginativa dá direito a um rosbife no Zeferino. Entretanto, deixo algumas pistas sobre este evento...

1 - Trata-se de uma reunião de testemunhas de Jeová.
2- É um casamento cigano.
3 - Encontro dos potenciais portadores de gripe NM
4 - Congresso dos Provadores de lombo assado.
5 - Encontro dos alunos das novas oportunidades.

UM DEBATE BADALADO

Repescado de "O Badalo", o toque a rebate de Matosinhos hoje e sempre.

“O Badalo” organizou o primeiro de­bate entre os candidatos à autarquia de Matosinhos. Confessamos que não foi fácil convencer Guilherme Pinto (PS), Narciso Miranda (indepen­den­te), Guilherme Aguiar (PSD), Ho­nório Novo (CDU), Fernando Quei­rós (Bloco de Esquerdo) e Eugénio Queirós (Partido A). O debate ocorreu no farol da Boa Nova e foi transmitido pelo canal 197 da Zon TV Cabo. A moderação esteve a cargo do nosso colaborador Her­culano Poeira.
HERCULANO POEIRA - Boa noite, senhores candidatos, muito obrigado por estarem aqui para debater as autárquicas de Matosinhos e para falar da nova temporada do Benfica.
NARCISO MIRANDA - De nada. Eu por Matosinhos estou disposto a tudo, mais a mais num debate organizado por um jornal chamado “O Badalo”.
GUILHERME PINTO - Tal como o meu camarada...
NARCISO MIRANDA - Perdão, camaradas têm as putas.
GUILHERME PINTO - Precisa­mente.
NARCISO MIRANDA - Estás a insinuar alguma coisa?
HERCULANO POEIRA - Meus se­nhores, moderem-se, as vossas res­pon­sabilidades democráticas e civis são enormes e este debate tem de ter elevação não apenas pelo facto de estar a ser realizado no topo deste magnífico farol.
HONÓRIO NOVO - Esses senhores são uns faroleiros!
EUGÉNIO QUEIRÓS - Desculpem qualquer coisinha mas vamos beber água apenas durante todo o debate?
FERNANDO QUEIRÓS - O bloco está consigo, caro homónimo. E não se pode fumar?HERCULANO POEIRA - Meus amigos, um ponto de ordem: as be­jecas vêm a caminho e vou já abrir este postigo para que possam cacilhar, se ninguém se opuser, claro...
NARCISO MIRANDA - Eu estou contra. Sou um desportista e o fumo poluí.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Se calhar tem razão. Tá nordeste e as chaminés da Petrogal estão a debitar em força.
GUILHERME PINTO - Meu caro amigo, para além do facto de ter vindo de calças de ganga e sapatilhas para este encontro tenho a dizer-lhe que não percebe nada de ambiente. A Pe­tro­gal polui menos que os moradores da Rua do Progresso.
FERNANDO QUEIRÓS - Essa rua não existe em Matosinhos!
NARCISO MIRANDA - O senhor não conhece esta cidade, temos ruas, avenidas e becos para tudo e mais alguma coisa. Lembro que fomos a primeira cidade portuguesa a dar o nome desse grande combatente cha­mado Chalana Gusmão a uma avenida do nosso concelho.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Xanana.
NARCISO MIRANDA - Está a chamar-me chalado? O menino é muito malcriado, não sai nada ao seu paizinho, você é um insurrecto...
EUGÉNIO QUEIRÓS - Dispenso elogios da sua parte, só gosto de si quando faz queixa de mim para a Alta Autoridade para a Comunicação Social ou quando me cita em prefácios dos seus livros...
HERCULANO POEIRA - Bem, es­távamos a falar de ambiente...
GUILHERME PINTO - Precisa­mente. A esse propósito, tenho ainda a acrescentar que Matosinhos foi uma das primeiras cidades a selar o seu aterro sanitário.
HONÓRIO NOVO - É pena.
GUILHERME PINTO - Porquê?
HONÓRIO NOVO - Selaram-no mui­to cedo. Esqueceram-se de algumas pessoas.
GUILHERME PINTO - Sou obri­gado a concordar consigo.
NARCISO MIRANDA - Essa é para mim?
GUILHERME PINTO - Não, é para o José Rodrigues.
NARCISO MIRANDA - Olha lá, ò meu chorão, já te esqueceste que fui eu que te dei emprego quando anda­vas para aí nos tribunais a defender merceeiros e esticadores? És um in­grato, se eu ganhar, como vou ganhar, vais ser chefe dos contínuos.
GUILHERME PINTO- Isso já sou.
HONÓRIO NOVO - É esta a política que se faz em Matosinhos, a politi­quice dos tachos...
GUILHERME PINTO - Isso dos tachos é com o Nuno Oliveira, que foi dele a ideia do Mar à Mesa.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Bem me parecia que o miúdo era um idiota, tem ideias!
GUILHERME PINTO - Está a in­sultá-lo?
EUGÉNIO QUEIRÓS - Nem por som­­bras, tenho muito respeito. E acho essa ideia das esplanadas fan­tás­tica, só é pena não haver dança do ventre de imediato e só no dia seguinte.
FERNANDO QUEIRÓS - O bloco é contra a exploração das dançarinas de dança do ventre e entende que essas barracas na rua são uma agressão am­biental, bem assim como os fo­gareiros...
NARCISO MIRANDA - Concordo com a parte dos fogareiros.
GUILHERME AGUIAR - O PSD entende que está a ser discriminado neste debate.
HERCULANO POEIRA - O me­ni­no não pode falar pois caiu no cal­deirão quando era pequenino e se começa a falar mais ninguém fala. Continue aí nesse cantinho a deixar crescer o bigode, para ver se não o confundem com aquele dos pro­gramas desportivos da televisão.
GUILHERME AGUIAR - Eu queria dizer que em Gaia...
HERCULANO POEIRA - Perdão mas estamos a falar de Matosinhos e de Portugal. O debate sobre o Burki­na-Faso é na próxima semana.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Queria fa­zer um anúncio aos matosinhenses.
HERCULANO POEIRA - Força.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Queria ga­rantir aos matosinhenses com mais de 15 anos e menos de 30 do sexo feminino, com peso máximo de 60 quilos, que se for eleito presidente da Câmara o meu gabinete estará sem­pre aberto e que aí poderão desfrutar de home vídeo, bar aberto, insufláveis...
NARCISO MIRANDA - O menino é um ordinário. Não vale copiar-me, aliás estou farto de ser plagiado...
HERCULANO POEIRA - Era o que eu temia. Aviso já que o próximo que mijar fora do penico é atirado borda fora.
FERNANDO QUEIRÓS - O bloco está solidário consigo, senhor mode­rador. Esta é a prova provada que Matosinhos precisa de novos políticos e de novas políticas.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Matosinhos precisa é que o deixem em paz.
NARCISO MIRANDA - É no que dá aceitarem anarquistas nestes debates.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Quem lhe disse que eu sou anarquista?
NARCISO MIRANDA - Ora, PA, calças de ganga, sapatilhas sujas...
EUGÉNIO QUEIRÓS - Pois fique a saber que PA quer dizer apenas pa, que é o início de pá p...
HERCULANO POEIRA- O menino está com vontade de voar sem asas?
EUGÉNIO QUEIRÓS - Por acaso até bebia uma Red Bull.
HONÓRIO NOVO - O comité cen­tral da CDU, reunido na Adega Ama­rela, decidiu fazer de Matosinhos uma república socialista e prometemos construir um muro com dez metros de altura e arame farpado electri­fi­cado em redor dos limites concelhios.
NARCISO MIRANDA - Isso vai cus­tar um balúrdio, já tentei mas tive de reciclar o material nas torres da Facar.
HONÓRIO NOVO - Não vai custar nada, sobrou muito material de Berlim.
FERNANDO QUEIRÓS - O bloco está contra qualquer tentativa de sovietização de Matosinhos e promete que na Feira da Senhora da Hora estarão em breve à venda camisas tipo Francisco Louçã e pullovers à Miguel Portas.
EUGÉNIO QUEIRÓS - E também tampões da Ana Drago?
FERNANDO QUEIRÓS - Recuso-me a comentar.
NARCISO MIRANDA - O Movi­mento Matosinhos Sempre nada pro­mete. Eu é que prometo. Prometo mais 26 anos de governação moderna, com muita tesão!
HERCULANO POEIRA - Perdão?
NARCISO MIRANDA- Com isso mesmo. As pessoas conhecem-me sabem que comigo não há duas sem três.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Ah garanhão!
NARCISO MIRANDA - Ainda bem que finalmente concordas comigo.
EUGÉNIO QUEIRÓS - Sabes que gosto de ti e que te acho piada. O teu problema é que andas sempre ro­dea­do de idiotas.
NARCISO MIRANDA - Já te convi­dei dez vezes...
EUGÉNIO QUEIRÓS - Ok, tens razão, mas não acho nada interes­san­te ser vereador das casas de alterne da Rolberto Ivens e de S. Roque,
NARCISO MIRANDA - E que tal se­res vereador das tascas e dos urinóis?
EUGÉNIO QUEIRÓS - Agora dei­xas­te-me a pensar.
GUILHERME AGUIAR - O gajo pensa...
HERCULANO POEIRA - Shiu, tu aí está calado, continua a contar os grãos de areia da praia de Leça...
GUILHERME AGUAR - Tá um ne­voeiro do c...
HERCULANO POEIRA - Por falar no nevoeiro, parece que vem ali alguém.
FERNANDO QUEIRÓS - É o Sócrates.
GUILHERME PINTO - O meu camarada, finalmente.
EUGÉNIO QUEIRÓS - O gajo está a fugir para a praia do Aterro e a dar sinais de luzes!FERNANDO QUEIRÓS - Pensei que tinham acabado com aquilo.
HERCULANO POEIRA - Meus ami­­gos, estou a ver que isto não dá na­da, vou passar a emissão para o Janeco.

OUT OF BOUÇAS




Terminou hoje mais uma campanha em Castanheiro do Vento. Estive por aqui na última semana a fazer arqueologia a sério, sob a orientação dos professores Vítor Oliveira Jorge e Susana Oliveira Jorge, com a preciosa colaboração de João Muralha, Gonçalo Velho e Ana Vale, entre outros. Por isso, estive afastado da trepidante realidade de Bouças de Cima e de Baixo mas antes de partir...parti-me a rir quando parei no centro de Perafita e percebi que andavam a arregimentar participantes para o megajantar de Narciso Miranda. À borliú, claro, e com direito a transporte em autocarro. É só rir.


sábado, 25 de julho de 2009

GOLPES BAIXOS

Porquer há gente que não sabe viver em democracia, esta noite o blogue http://matosinhosonline.blogspot.com/ , de Vítor Maganinho, foi liminarmente apagado e o seu acesso à conta do Google bloqueado. Vou tentar investigar, junto das minhas fontes, o que se passou e prometo contar tudo no caso se consigar perceber como isto pôde acontecer. Suspeito que alguém mexeu os cordelinhos no sentido de silenciar uma voz que incomodava num blogue que, ao contrário de certas campanhas políticas, nem sequer tinha uma sombra de conteúdos pornográficos. Assim vai a democracia portuguesa e mundial.

PS - Ficamos à espera para perceber o que realmente aconteceu. Pode haver aqui alguma confusão. A minha teoria é a seguinte: alguém conseguiu entrar na conta do Google do Maganinho e fez uma limpeza étnica. Os piratas informáticos andam aí...