Aqui há tempos, no mercado de Matosinhos, Carlos Oliveira falou num ilustre associado do Leixões com 25 anos de filiação que não paga as quotas. Toda a gente percebeu que se estava a referir a Narciso Miranda, o homem que esteve 26 anos na presidência da Câmara Municipal de Matosinhos e que teve de abdicar depois do incidente dos leitões, perdão, da lota. PdeL tentou perceber o que se passa e falou com o popular "Barroselas", com quem já não falava há muito tempo. E assim se ficou a saber que, de facto, José Narciso Rodrigues Miranda tem quotas em atraso. Por estas razões que o próprio explicou: enquanto foi presidente da câmara, as quotas eram cobradas pelo cobrador do clube, que se deslocava aos paços de concelho para realizar a respectiva cobrança. O então motorista do presidente, Moça, também por vezes fazia os respectivos pagamentos. Com toda a turbulência dos últimos dois anos e com Narciso fora da Cãmara, a ligação perdeu-se e as quotas ficaram por pagar, embora nunca ninguém tivesse, até ao caso do mercador, levantado o problema. É por estas e por outras que as receitas dos associados não são o que eram pois os clubes partem do princípio que é obrigação dos sócios deslocarem-se à sede para pagar as quotas, isto numa fase em que se faz quase tudo pela internet, até "o amor", ou sobretudo este. Narciso não gostou de ver a situação exposta literalmente na praça do peixe e da hortaliça por alguém que, diz, "para ser presidente do Leixões foi a correr fazer-se associado". O antigo presidente considera tudo isto "uma grande indignidade" e promete não estar calado, não tolerando que o Leixões sirva de "arma de arremesso político". É o que temíamos. O Leixões está mesmo transformado nisso mesmo. Para as duas partes. Para a equipa de Pinto e para a equipa de Miranda. O Leixões, os mecos de Serpa Pinto, a envolvente do Estádio do Mar e o mais que aí vem. Na certeza de que Narciso não se retirará da corrida, de pouco servindo o recurso do PS à cavalaria pesada e a oferta de posições bem remuneradas em empresas públicas ou afins. Pelo que fiquei a perceber de viva voz, o "Senhor de Matosinhos" está determinado. É assim a vida. Aqueles que se dizem agentes da democracia têm de perceber que todos direito a aspirar à liderança de uma câmara. O Zé da Esquina, eu e até o homem que durante muitos anos foi o símbolo e a imagem de Matosinhos com o apoio precisamente daqueles que hoje o combatem. A democracia também é bonita por ser assim, mas como temos poucos anos (34) de vivência em liberdade há muito gente que ainda não percebeu aquilo que proclama.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
NARCISO E O LEIXÕES

O futuro do Leixões depende muito do que vai acontecer nas autárquicas de 2009. Ninguém está a ver Carlos Oliveira a continuar à frente da SAD com Narciso a presidente da Câmara. Não por causa de Oliveira mas por Narciso. O denominado "Senhor Matosinhos" colocou Oliveira na trincheira dos seus inimigos não apenas devido ao facto de o empresário ter um dos seus filhos como lugar-tenente de Guilherme Pinto - Nuno Oliveira, um vereador que, dizem-me, tem feito um extraordinário trabalho. O que não espanta, sendo filho de quem é... Sei que Narciso esteve no Dragão a ver a histórica vitória do nosso Leixões e que foi muito pouco efusivo no momento dos nossos clubes, enquanto ao seu lado Dias da Fonseca dava pulos de alegria. Calculo que Narciso mantenha em relação ao Leixões uma atitude de expectativa. O sucesso tem sempre nomes e um desses nomes é Carlos Oliveira. O que incomoda. Não acredito que Narciso queira ver o Leixões a cair para que Oliveira não proporcione a Guilherme Pinto alguns créditos extra mas acredito que o Barroselas será capaz de responder afirmativamente ao repto subliminar de Oliveira e apareça na Rua Roberto Ivens para pagar 32 meses de quotas em atraso. Garantem-me que não lhe será cobrado qualquer juro. Posso mesmo jurar.
ÚLTIMA HORA
Informação de última hora: Narciso Miranda começa a ponderar retirar a sua candidatura à presidência da Câmara Municipal de Matosinhos. Segundo o que me contaram, o Barroselas tem sido confrontado com sondagens pouco favoráveis e está a ponderar aceitar ser candidato do PS a outra câmara nortenha. Será verdade?
terça-feira, 18 de novembro de 2008
GP INAUGURA UMA ROTUNDA

Segundo nota de Imprensa ontem distribuída nas redacções, Guilherme Pinto vai amanhã ter um início de dia muito preenchido. Às dez horas estará no início das obras da rotunda de Sendim e 30 minutos depois na inauguração da rotunda do tribunal, onde fará um balanço e apresentará acções futuras do programa "Pequenas medidas, grandes efeitos". Segundo ainda o press release, estamos perante "intervenções simples, pouco caras e complexas". Não sei o que a simplicidade tem a ver com a complexidade mas suponho que os extremos aqui se tocam. Infelizmente, não poderei estar na inauguração da rotunda mas prometo que quando lá passar darei uma voltinha extra a buzinar. Pode parecer uma manobra complexa, sobretudo porque gosto de guiar com os pés, mas vão ver que não há nada mais simples.
PS - Apenas lamento que se tenham esquecido de decorar esta rotunda com uma fonte luminosa como a que se pode ver na imagem e no Marco de Canaveses. Sempre podia servir de alternativa à piscina municipal, ali ao lado, que está em obras...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
LSC
MAIS UMA COM BARBAS
« um contributo do Xico Teixeirinha
Diz o 1º lisboeta: - Eu tenho muito dinheiro. Vou comprar o BPI!
Diz o 2º lisboeta: - Eu sou ainda mais rico... vou comprar a Fiat Automóveis!
Diz o 3º lisboeta: - Eu sou um magnata. Vou comprar todos os supermercados Continente!
O matosinhense dá uma baforada no cigarro, bebe um gole... faz uma> > pausa... e diz:
- Num Bendo!...
Diz o 1º lisboeta: - Eu tenho muito dinheiro. Vou comprar o BPI!
Diz o 2º lisboeta: - Eu sou ainda mais rico... vou comprar a Fiat Automóveis!
Diz o 3º lisboeta: - Eu sou um magnata. Vou comprar todos os supermercados Continente!
O matosinhense dá uma baforada no cigarro, bebe um gole... faz uma> > pausa... e diz:
- Num Bendo!...
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
AVENIDA CENTRAL

Avenida Central é um blogue que recomendo e por isso está aqui ao lado na "hot line". A propósito de mais um aniversário do mesmo, fui desafiado a escrever um artigo. O que se segue:
A blogosfera, quando me foi apresentada por amigos que fundaram o Bola na Área, e que entretanto tomaram outros caminhos, pareceu-me inicialmente algo de exótico e de parecido com esses projectos científicos embrulhados numa película a que se deu o nome de biosfera. Ou seja, a blogosfera era para mim uma bolha experimental, um espaço fechado e ao mesmo tempo aberto a novas experiências. Sendo a sobrevivência ainda hoje o grande desafio da humanidade e mesmo dos tubarões das finanças que nos atiraram para as bordas do precipício de bancarrota, atirei-me ao desafio de tentar não morrer no novo oceano que se abria à minha frente. De braçada em braçada, cheguei a uma conclusão que também já foi refrão de uma música: isto de ser blogger é um exercício de natação obrigatória, num ambiente muito diferente da limpeza das experiências biosféricas, ou seja, por aqui não há cú que não dê traques. O ar é bafiento mas ao mesmo tempo perfumado. No fundo, tudo é uma questão de perspectiva.Quem navega nestas águas livres sabe que está sempre à beira do naufrágio e do consequente afogamento. Porque se navega contra o vento e contra as correntes. A experiência que tenho no blog Porto de Leixões, lançado em Dezembro do ano passado, tendo por tema a discussão de assuntos ligados à vida de Matosinhos, levou-me a encontrar uma espécie de pedra filosofal. Concretamente, sei hoje que o caminho infalível para não agradar mesmo à própria família é escrever num blog as histórias que se contam nos cafés. A guarda pretoriana não tolera a amplificação tertuliana.De Dezembro para cá, os dois bloggers do Porto de Leixões, hoje apenas um (eu), sentiram o mais diverso tipos de pressões. De início levei a "coisa" para a brincadeira mas rapidamente vi que era a sério. Com dificuldades em conotar o blog, as forças políticas locais – hoje em grande convulsão – tentaram perceber uma conspiração que não era mais que uma constipação, ou melhor, um espirro de dois cidadãos num espaço da Internet. Dois cidadãos sem filiação partidária, sem ligações directas ao poder local e sem aspirações políticos. Porém, desde logo dois perigosos agitadores.É este lado que francamente me agrada na blogosfera: a facilidade com que, mesmo sem querer, fazemos ferver uma água turva e suja. Onde chafurdam há muitos anos profissionais da política mascarados de democratas. Eles e toda a sua vasta clientela, agarrada aos lugares que ocupam como o mexilhão das rochas das praias do concelho de Matosinhos durante as marés-vivas. Dá para perceber que debaixo do lodo há uma imensidão de criaturas extraordinárias, sendo quase todas acéfalas.Não sei o que se passa em Braga mas imagino. Apenas lhe faltará ser rodeada de mar para ser considerada um jardim. Por ser uma cidade capital de distrito e com uma dimensão superior àquela onde vivo, pressinto as dificuldades de quem aí bloga mas sinto também o prazer que pode ser proporcionado por um voo rasante sobre a podridão humana. De tal não resultará propriamente o melhor perfume mas também já todos sabemos que mesmo os bons cheiros são muitos vezes resultado dos mais execráveis produtos.O deleite é, pois, o grande perigo de quem se arrisca nesta aventura. Sobretudo porque é adictivo.
também em http://avenidacentral.blogspot.com/
MAIS UMA DO DELFIM RIBEIRO
A família comia tranquilamente quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:- Tenho uma má notícia ... Já não sou virgem! Sou uma vaca!E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha.Silêncio sepulcral na mesa. De repente, começam as acusações mútuas:- Isto é por tu seres como és! - diz o marido à mulher - Por te vestires como uma puta barata e te arreganhares para o primeiro imbecil que chega aqui a casa. Claro que isso tinha que acontecer, com este exemplo que a menina vê todos os dias!- E tu? -O Pai aponta para a outra filha de 25 anos - que ficas no sofá a lamber aquele palhaço do teu namorado que tem pinta de chulo. Tudo na frente da menina!A mãe não aguenta mais e retribui, gritando:- E quem é o idiota que gasta metade do salário com as putas e se despede delas na porta de casa? Pensas que eu e as meninas somos cegas? E, além disso, que exemplo podes dar se, desde que assinas esta maldita TV Cabo, passas todos os fins-de-semana a ver pornografia de quinta categoria e depois acabas na casa de banho, com gemidos e grunhidos?Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trémula, pega ternamente na mão da filhinha e perguntabaixinho:- Como foi que isso aconteceu, minha filha?E, entre soluços, a menina responde:- A professora tirou-me do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha.
KAGAME NISSO
O PSD continua sem mostrar o seu jogo para as autárquicas de 2009. Já só faltam onze meses e, como diz a minha prima, os laranjas "não f... nem saem de cima". O costume. Para resolver este impasse, sugiro aos amigos do meu amigo transfuga Leirós que convidem o presidente do Ruanda para candidato. Não conheço a fundo o seu currículo mas cheira-me que tem um nome capaz de captar votos. Não é qualquer um que tem por ali Kagame. De seu nome, Paul Kagame. Imaginem o cartaz: "Kagame em Matosinhos!" Ou a variação "Kagame no Miranda" ou "Kagame no Pinto". Depois daquele cartaz dos pugilistas, tudo é possível malta!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
PARADA NÃO RESPEITOU O STOP?

O presidente da junta de freguesia de Matosinhos, António Parada, que muito me surpreendeu pela sua fluência e determinação no dia em que Scolari veio a Matosinhos apanhar beatas, anda em excesso de velocidade e está a candidatar-se ao título de líder das "Brigadas dos Mártires de al-Aqsa". Tudo por causa da nova postura de trânsito da Avenida Serpa Pinto. Obviamente, um presidente de junta pouco tem a ver como a forma como se ordena o trânsito numa cidade. Para tal, a Câmara Municipal paga a um número apreciável de técnicos e também ao respectivo vereador. Mas terá o presidente da junta de assumir as dores dos seus fregueses? Claro que sim. Depende, porém, dos sintomas que se apresentam. Quando a questão não é tanto o trânsito mas sobretudo o tráfego de influências, aí urge parar um bocadinho para pensar. Porque, valha a verdade, o que aconteceu na Serpa Pinto não foi nada de especial. A rua era um caos e um caos continua embora até pareça que pelo menos não piorou. O civismo das pessoas também não ajuda nada. Ao envolver-se nesta peleja iniciada por um barbudo com a camisola da Turquia, na Matosinhos TV, António Parada pôs em xeque um percurso de progressiva e merecida ascenção no partido a que pertence e começo a ter dúvidas se será aposta de Guilherme Pinto para as eleições que aí vêm. Aliás, neste momento parece que Parada tanto pode ser o presidente de Pinto como o de Miranda, o que não deixa de ser curioso. E lá voltamos ao princípio: tudo por causa de uns mecos. Valha a verdade que por quase tão pouco muitos se tramaram quando Sousa Franco decidiu ter um enfarte quando visitou Matosinhos em campanha...momento que, presumo, o actual líder da junta acompanhou a par e passo.
O REGRESSO DO "TRAINEIRA"

Sábado é inaugurado o "novo" Constantino Nery. Há muito tempo que Matosinhos merecia recuperar o seu velho teatro. Várias tentativas foram feitas, vários anúncios colocados no ar mas só agora tudo se concretizou. Não me venham dizer que tal só foi possível graças aos esforços de muito. Não vou por aí. O crédito é TODO de Fernando Rocha. O vereador da cultura foi o homem que arregaçou as mangas e que olhou sempre em frente. O desafio agora é maior: encher de conteúdo o antigo "Traineira". com uma programação ao nível do que acontece em Famalicão e Guimarães, por exemplo. Atingir esse nível já será muito bom.
E parabéns a toda a equipa que pôs de pé, de novo, o Constantino Nery que é de todos nós.
PS - A foto é antiga mas não tenho outra, os serviços de relações externas da CMM ainda não perceberam qual a real dimensão deste modesto blogue...
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
A MANIF DOS SETÔRES
120 mil professores em Lisboa. Sinceramente, não sabia que tinham colocado torniquetes no Marquês do Pombal... Ou será que a contagem de cabeças foi feita no momento em que passavam pela sede do PCP? Eu gostava de saber era o número de rissóis e de croquetes que foram consumidos pelo grupo excursionita durante a jornada de luta.
sábado, 8 de novembro de 2008
TERTÚLIA PROTESTA

A "Tertúlia Leixonense" enviou esta carta ao director do jornal A BOLA.
A “TERTÚLIA LEIXONENSE” na sua última reunião do Secretariado realizada em 9/10/2008, decidiu manifestar junto de V.Exª o nosso desagrado, repúdio e indignação, pelo título de 1ª página do Jornal “A BOLA”, do dia 7 do corrente mês, em que faz referência ao jogo do dia anterior entre o LEIXÕES S.C. e o BENFICA, ao dizer “HORROR DAS ESTRELAS AOS PEQUENOS PALCOS”.
Considerar o Estádio do Mar um pequeno palco é ofensivo para os LEIXONENSES e revela um desconhecimento, estranho, incompreensível e grave da história do LEIXÕES S C. e do Futebol Português.
O que diriam grandes Jornalistas como; CÂNDIDO DE OLIVEIRA, VITOR SANTOS, HOMERO SERPA e outros, a uma frase como esta, que subestima e diminui um Clube com a importância que o LEIXÕES S. C. tem no panorama Desportivo Português??!! SIM O QUE DIRIAM…?
E o que diriam também sobre a crónica do jogo?! Que é, isso sim, um autêntico lamento pelo resultado do jogo, que não foi do agrado do Benfica e que por acaso também não foi do agrado do LEIXÕES.
EXMº SENHOR DIRECTOR VITOR SERPA.
Este tipo de frases não fica bem ao jornalismo isento, e para bem do Desporto, sugerimos a V.Exª um maior cuidado nas apreciações e comparações PERANTE OS CLUBES QUE NÃO SÃO DA VOSSA PREFERÊNCIA …
Assim a “TERTÚLIA LEIXONENSE” julga que é de toda a justiça, que o Jornal que V.EXª dirige, dê a conhecer este nosso protesto a todos os leitores do Jornal “A BOLA” e que esclareça os LEIXONENSES desta vossa atitude, que mais uma vez repudiamos e lamentamos.
Ficamos aguardar o vosso esclarecimento aos leitores.
EM TEMPO;
A “TERTÚLIA LEIXONENSE” reserva-se no direito de tornar público esta sua missiva.
Estádio do Mar, -Sede Provisória, 10 de Outubro de 2008.
O SECRETARIADO DA “TERTÚLIA LEIXONENSE”
E acrescenta Jorge Carvalho:
"Leio "A Bola" há quarenta anos, sou do tempo que ler "A BOLA" era formativo, informativo e pedagógico,com os seus artigos de opinião,que não menconavam sómemte o desporto.Era um jornal onde continha artigos formidáveis,naturalmente derivado pelo seu corpo redactorial de excelente qualidade,como;CANDIDO DE OLIVEIRA,CARLOS PINHÃO,CARLOS MIRANDA, AURELIO MARCIO,HOMERO SERPA, ALFREDO FARINHA e VITOR SANTOS.Presentemente o jornal "A Bola" perdeu ste valor jornalista, a sua qualidade deixa muito a desejar.ORA, o que me leva a enviar esta minha opinião, no sentido de a darem a conhecer aos leitores deste jornal,atravás da vossa página "CARTA DOS LEITORES".Foi ao ver em Matosinhos, afixado em vários locais, a 1ª página "A Bola" do dia 7 de Outubro passado, e uma carta dirigida ao Director deste jornal Vitor Serpa, a mostrar-lhe indignação e a solicitar-lhe um esclarecimento pelos dizeres daquela primeira página sem cabimento e uma ignorância da história do Leixôes S.C.Como leio "A Bola" diáriamente,até hoje nem uma palavra, nem uma linha de resposta aos Matosinhenses.Como entendo que a missão de um verdadeiro Director de um jornal, seja qual fôr a sua conduta redactorial, é o de em primeiro lugar ter respeito pelos leitores e pelas pessoas, demonstrando que ele não escreve e que não é visto através das suas lentesclubistas.Caso contrário desempemha a sua função de jornalista ou Director de um jornal num cenário de mediocridade literária falhada e incapaz de ser um jornalista isento,respeitador aos seus leitores.O silêncio não da timidez, mas sim da cobardia e da conivência e abdicação da condiçãojornelista. é uma lamentável demissão de um dever de Directorde um jornal.OS RETRATOS DE BOM JORNALISMO DE "A BOLA" JÁ NÃO SE USA NESTE JORNAL, foi-o e com qualidade no tempo daquels Jornalistas que atrás citei.Actualmente na "A BOLA" a ignorância grama,contendo uma forma deplorável as crónicas de alguns jogos,num jornalismo péssimo e de uma enorme falta de moralidade.OS LEIXONENSES, não mereciam, tal 1ªpágina.tal crónica do jogo que escreveram.O LEIXÕES S.C.,vai fazer,no próximo dia 28.-101 anos de existência.A "TERTÚLIA LEIXONENSE" tem razão,esta tem feito um trabalho exemplar e inédito no mundo do desporto.OS LEIXONENSES MERECIAM OUTRA ATITUDE DO JORNAL "a bola" SE ISTO É UM JORNAL DESPORTIVO ...?? ASSIM NÃO...??!!"
A “TERTÚLIA LEIXONENSE” na sua última reunião do Secretariado realizada em 9/10/2008, decidiu manifestar junto de V.Exª o nosso desagrado, repúdio e indignação, pelo título de 1ª página do Jornal “A BOLA”, do dia 7 do corrente mês, em que faz referência ao jogo do dia anterior entre o LEIXÕES S.C. e o BENFICA, ao dizer “HORROR DAS ESTRELAS AOS PEQUENOS PALCOS”.
Considerar o Estádio do Mar um pequeno palco é ofensivo para os LEIXONENSES e revela um desconhecimento, estranho, incompreensível e grave da história do LEIXÕES S C. e do Futebol Português.
O que diriam grandes Jornalistas como; CÂNDIDO DE OLIVEIRA, VITOR SANTOS, HOMERO SERPA e outros, a uma frase como esta, que subestima e diminui um Clube com a importância que o LEIXÕES S. C. tem no panorama Desportivo Português??!! SIM O QUE DIRIAM…?
E o que diriam também sobre a crónica do jogo?! Que é, isso sim, um autêntico lamento pelo resultado do jogo, que não foi do agrado do Benfica e que por acaso também não foi do agrado do LEIXÕES.
EXMº SENHOR DIRECTOR VITOR SERPA.
Este tipo de frases não fica bem ao jornalismo isento, e para bem do Desporto, sugerimos a V.Exª um maior cuidado nas apreciações e comparações PERANTE OS CLUBES QUE NÃO SÃO DA VOSSA PREFERÊNCIA …
Assim a “TERTÚLIA LEIXONENSE” julga que é de toda a justiça, que o Jornal que V.EXª dirige, dê a conhecer este nosso protesto a todos os leitores do Jornal “A BOLA” e que esclareça os LEIXONENSES desta vossa atitude, que mais uma vez repudiamos e lamentamos.
Ficamos aguardar o vosso esclarecimento aos leitores.
EM TEMPO;
A “TERTÚLIA LEIXONENSE” reserva-se no direito de tornar público esta sua missiva.
Estádio do Mar, -Sede Provisória, 10 de Outubro de 2008.
O SECRETARIADO DA “TERTÚLIA LEIXONENSE”
E acrescenta Jorge Carvalho:
"Leio "A Bola" há quarenta anos, sou do tempo que ler "A BOLA" era formativo, informativo e pedagógico,com os seus artigos de opinião,que não menconavam sómemte o desporto.Era um jornal onde continha artigos formidáveis,naturalmente derivado pelo seu corpo redactorial de excelente qualidade,como;CANDIDO DE OLIVEIRA,CARLOS PINHÃO,CARLOS MIRANDA, AURELIO MARCIO,HOMERO SERPA, ALFREDO FARINHA e VITOR SANTOS.Presentemente o jornal "A Bola" perdeu ste valor jornalista, a sua qualidade deixa muito a desejar.ORA, o que me leva a enviar esta minha opinião, no sentido de a darem a conhecer aos leitores deste jornal,atravás da vossa página "CARTA DOS LEITORES".Foi ao ver em Matosinhos, afixado em vários locais, a 1ª página "A Bola" do dia 7 de Outubro passado, e uma carta dirigida ao Director deste jornal Vitor Serpa, a mostrar-lhe indignação e a solicitar-lhe um esclarecimento pelos dizeres daquela primeira página sem cabimento e uma ignorância da história do Leixôes S.C.Como leio "A Bola" diáriamente,até hoje nem uma palavra, nem uma linha de resposta aos Matosinhenses.Como entendo que a missão de um verdadeiro Director de um jornal, seja qual fôr a sua conduta redactorial, é o de em primeiro lugar ter respeito pelos leitores e pelas pessoas, demonstrando que ele não escreve e que não é visto através das suas lentesclubistas.Caso contrário desempemha a sua função de jornalista ou Director de um jornal num cenário de mediocridade literária falhada e incapaz de ser um jornalista isento,respeitador aos seus leitores.O silêncio não da timidez, mas sim da cobardia e da conivência e abdicação da condiçãojornelista. é uma lamentável demissão de um dever de Directorde um jornal.OS RETRATOS DE BOM JORNALISMO DE "A BOLA" JÁ NÃO SE USA NESTE JORNAL, foi-o e com qualidade no tempo daquels Jornalistas que atrás citei.Actualmente na "A BOLA" a ignorância grama,contendo uma forma deplorável as crónicas de alguns jogos,num jornalismo péssimo e de uma enorme falta de moralidade.OS LEIXONENSES, não mereciam, tal 1ªpágina.tal crónica do jogo que escreveram.O LEIXÕES S.C.,vai fazer,no próximo dia 28.-101 anos de existência.A "TERTÚLIA LEIXONENSE" tem razão,esta tem feito um trabalho exemplar e inédito no mundo do desporto.OS LEIXONENSES MERECIAM OUTRA ATITUDE DO JORNAL "a bola" SE ISTO É UM JORNAL DESPORTIVO ...?? ASSIM NÃO...??!!"
FÁTIMA FELGUEIRAS
Já nada nos espanta... Depois de outros espectáculos - de que Valentim Loureiro é expoente máximo -, eis a senhora de Felgueiras a sair do tribunal improvisado no salão de bombeiros em ombros e numa quase apoteose, apesar de condenada a perda de mandato. Nada que a incomode pois sabe-se que o seu advogado vai recorrer até ao Inferno e um juiz qualquer acabará por entender que a senhora deve continuar à frente da Câmara Municipal de Felgueiras. "Está provado que não há corrupção na Câmara de Felgueiras", disse e repetiu a senhora, que abriu o telejornal da RTP, onde a filha é jornalista de primeira linha. Depois da fuga para o Brasil, sob a ameaça de prisão preventiva, Fátima Felgueiras renasce como uma espécie de Mumadona e a justiça portuguesa volta a cair nas ruas da amargura. O que é importante não é saber o que a levou a sentar-se no banco dos réus e a ser acusada de tantos crimes ou se os indícios, que os havia, eram ou não suficientes para a condenar. Num país que dá tão poucos meios à investigação e que não escrutina os tribunais, as vias de fuga são imensas e os advogados conhecem-nas bem. Mas não é isto que mais uma vez está em causa. O que está na ordem do dia é a "inocência" de uma autarca...condenada.
É o país que temos e que merecemos.
É o país que temos e que merecemos.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
TSUNAMI NA CRISTA DA ONDA

O famoso "Magalhães" é um produto de Matosinhos. Podem dizer o que quiserem, que é uma cópia de uma máquina semelhante da Intel, que não passa de um computador para jogos infantis... Ok, estamos habituados a este tipo de maledicência, bem reflectida no facto de a própria História de Portugal afirmar hoje que não descobrimos o Brasil, que apenas o achamos. Com sede em Perafita, a Tsunami soube cavalgar a onda e o "Magalhães" é um sucesso. Passei ontem perto da sede da empresa dos irmãos Sá Couto e deu para perceber a azáfama que por ali vai. Perafita tem uma empresa que a colocou no mapa e o que está a acontecer deve também orgulhar os matosinhenses. Afinal, não servimos apenas para limpar as latrinas dos franceses, as vidraças dos alemães ou para a pesca do atum nos grandes bancos da Terra Nova.
CONTAS
O presidente da Câmara de Matosinhos revelou hoje que o concelho tem menos 3.044 desempregados do que quando assumiu funções, possuindo a mais baixa taxa de desemprego da Área Metropolitana do Porto. O autarca destacou que houve "um contributo camarário" para este índice nos últimos três anos, sustentando que a câmara "criou condições para que haja investimento". Guilherme Pinto exemplificou com a recente abertura do MarShopping e, anteriormente, da loja Ikea, unidades que por si só empregam 3.500 pessoas. "Matosinhos possui a mais baixa taxa de desemprego da Área Metropolitana do Porto, cerca de oito por cento", disse. Há três anos, precisou Guilherme Pinto baseando-se em dados do INE relativos a Setembro, o concelho tinha 9.874 desempregados. "Hoje tem 6.830 desempregados", avançou.
in LUSA
in LUSA
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
O LEIXÕES EM DESTAQUE NO SITE DA UEFA

O treinador do Leixões, José Mota, está "consciente das limitações do plantel" do Leixões e lembra que a equipa tem de "ser humilde", mas a verdade é que a formação de Matosinhos se encontra, nesta sua segunda temporada após o regresso à Liga portuguesa, no topo da classificação, para gáudio dos seus fiéis adeptos.
Em igualdade pontualO Leixões regressou ao convívio dos grandes na última temporada, pela primeira vez desde a época 1988/89, tendo garantido a permanência apenas na derradeira jornada do campeonato. Contudo, esta época, ao fim de seis rondas e em vésperas de receber a equipa de sempre do seu técnico, o Paços de Ferreira, a turma leixonense encontra-se na liderança ao lado do Nacional, com 13 pontos.
O último jogo foi, provavelmente, o melhor até agora, pois ganhou por 3-2 frente ao campeão FC Porto em pleno Estádio do Dragão, numa partida em que o médio Bruno Braga apontou dois dos golos da equipa. "Ganhar no Dragão é algo que não acontece todos os dias", lembrou Mota. "Foi mesmo a primeira vez que o consegui e os meus jogadores também. O resultado foi justo, porque conseguimos marcar três golos, neutralizámos os pontos fortes do FC Porto e mantivemo-nos organizados".
Momento de glóriaMas esta não constituiu, contudo, a primeira vitória da história do Leixões no terreno do FC Porto. O antigo Estádio das Antas foi palco do momento mais alto do clube de Matosinhos quando, em 1960/61, na final da Taça de Portugal, o Leixões aí bateu os "dragões" por 2-0. Essa vitória colocou os matosinhenses na Taça dos Vencedores das Taças de 1961/62, onde a formação portuguesa caiu nos quartos-de-final, derrotada pelo SC Motor Jena.
Mais recentemente, o Leixões – que em Novembro último festejou o seu centenário –qualificou-se para a Taça UEFA, mesmo encontrando-se na segunda divisão, depois de ter perdido a final da Taça de Portugal ante o Sporting, então campeão português. Todavia, após bater na pré-eliminatória o FK Belasica GC, da ARJ da Macedónia, o clube de Matosinhos foi afastado pelo PAOK FC logo na ronda inaugural da prova.
Por enquanto, ainda não se fala para os lados de Matosinhos do regresso às competições europeias, mas seria uma justa recompensa para os adeptos do clube, famosos pela lealdade à equipa, que não se desvaneceu mesmo com a ausência do Leixões dos escalões principais do futebol português. A forma sempre combativa como a actual formação aborda os jogos é reflexo do espírito dos adeptos, à qual se alia o excelente momento de forma de Bruno Braga e do avançado Wesley, autor de quatro golos no campeonato.
No entanto, mesmo com o Leixões a viver a sua melhor série de resultados desde há muitos anos, o treinador José Mota, cujo conjunto também empatou a um golo diante do Benfica no Estádio do Mar, faz questão de lembrar que o primeiro e principal objectivo da equipa para esta temporada passa por fugir à descida de divisão. "O mais importante nesta altura é olhar para o número de pontos conquistados e não para o lugar que se ocupa na tabela", alertou. "Temos consciência das nossas limitações e temos de manter a humildade. Peço apenas que mostremos sempre a mesma atitude em todos os jogos".
Em igualdade pontualO Leixões regressou ao convívio dos grandes na última temporada, pela primeira vez desde a época 1988/89, tendo garantido a permanência apenas na derradeira jornada do campeonato. Contudo, esta época, ao fim de seis rondas e em vésperas de receber a equipa de sempre do seu técnico, o Paços de Ferreira, a turma leixonense encontra-se na liderança ao lado do Nacional, com 13 pontos.
O último jogo foi, provavelmente, o melhor até agora, pois ganhou por 3-2 frente ao campeão FC Porto em pleno Estádio do Dragão, numa partida em que o médio Bruno Braga apontou dois dos golos da equipa. "Ganhar no Dragão é algo que não acontece todos os dias", lembrou Mota. "Foi mesmo a primeira vez que o consegui e os meus jogadores também. O resultado foi justo, porque conseguimos marcar três golos, neutralizámos os pontos fortes do FC Porto e mantivemo-nos organizados".
Momento de glóriaMas esta não constituiu, contudo, a primeira vitória da história do Leixões no terreno do FC Porto. O antigo Estádio das Antas foi palco do momento mais alto do clube de Matosinhos quando, em 1960/61, na final da Taça de Portugal, o Leixões aí bateu os "dragões" por 2-0. Essa vitória colocou os matosinhenses na Taça dos Vencedores das Taças de 1961/62, onde a formação portuguesa caiu nos quartos-de-final, derrotada pelo SC Motor Jena.
Mais recentemente, o Leixões – que em Novembro último festejou o seu centenário –qualificou-se para a Taça UEFA, mesmo encontrando-se na segunda divisão, depois de ter perdido a final da Taça de Portugal ante o Sporting, então campeão português. Todavia, após bater na pré-eliminatória o FK Belasica GC, da ARJ da Macedónia, o clube de Matosinhos foi afastado pelo PAOK FC logo na ronda inaugural da prova.
Por enquanto, ainda não se fala para os lados de Matosinhos do regresso às competições europeias, mas seria uma justa recompensa para os adeptos do clube, famosos pela lealdade à equipa, que não se desvaneceu mesmo com a ausência do Leixões dos escalões principais do futebol português. A forma sempre combativa como a actual formação aborda os jogos é reflexo do espírito dos adeptos, à qual se alia o excelente momento de forma de Bruno Braga e do avançado Wesley, autor de quatro golos no campeonato.
No entanto, mesmo com o Leixões a viver a sua melhor série de resultados desde há muitos anos, o treinador José Mota, cujo conjunto também empatou a um golo diante do Benfica no Estádio do Mar, faz questão de lembrar que o primeiro e principal objectivo da equipa para esta temporada passa por fugir à descida de divisão. "O mais importante nesta altura é olhar para o número de pontos conquistados e não para o lugar que se ocupa na tabela", alertou. "Temos consciência das nossas limitações e temos de manter a humildade. Peço apenas que mostremos sempre a mesma atitude em todos os jogos".
AVISO
Atenção, pessoa. Hoje não é sexta-feira, 13. Mas é sexta-feira, 31. E vem aí a noite das bruxas...
OLIVEIRA, O IMPARÁVEL



Foto reportagem Luís Vieira
Estive ontem no mercado de Matosinhos e pasmei.
Carlos Oliveira confirma-se como um verdadeiro homem do povo. Distribuiu carisma e cachecóis junto às bancas das hortaliças e depois na zona do peixe. Beto, Bruno China e Roberto tentaram acompanhar a pedalada do presidente da SAD.
Também por lá passou Guilherme Pinto e parte da sua equipa. Uma presença discreta, quase marginal, com o presidente da Câmara e a sua "entourage" apenas a ver como paravam as modas.
Carlos Oliveira quis agradecer ao "povo do mercado" o entusiasmo e o apoio. Fez bem. O povo gosta de ser reconhecido e correspondeu. Os cachecóis não chegaram para todos...
Ainda fiquei na expectativa de ver um determinado sócio ilustre "que não paga quotas há 32 semanas" aparecer ali por acaso para comprar nabos. Debalde. Não foi visto nas imediações. Também comecei a ficar mais calmo quando percebi que estava no mercado do peixe e não na lota. Será que estou a falar do mesmo personagem que assistiu ao FC Porto-Leixões num camarote e que não festejou os golos da nossa equipa?
[em breve, fotos do evento]
Estive ontem no mercado de Matosinhos e pasmei.Carlos Oliveira confirma-se como um verdadeiro homem do povo. Distribuiu carisma e cachecóis junto às bancas das hortaliças e depois na zona do peixe. Beto, Bruno China e Roberto tentaram acompanhar a pedalada do presidente da SAD.
Também por lá passou Guilherme Pinto e parte da sua equipa. Uma presença discreta, quase marginal, com o presidente da Câmara e a sua "entourage" apenas a ver como paravam as modas.
Carlos Oliveira quis agradecer ao "povo do mercado" o entusiasmo e o apoio. Fez bem. O povo gosta de ser reconhecido e correspondeu. Os cachecóis não chegaram para todos...
Ainda fiquei na expectativa de ver um determinado sócio ilustre "que não paga quotas há 32 semanas" aparecer ali por acaso para comprar nabos. Debalde. Não foi visto nas imediações. Também comecei a ficar mais calmo quando percebi que estava no mercado do peixe e não na lota. Será que estou a falar do mesmo personagem que assistiu ao FC Porto-Leixões num camarote e que não festejou os golos da nossa equipa?
[em breve, fotos do evento]
VAI UM CAFÉ?
« um contributo de José Manuel Simões LopesUm bêbado entra num bar e pede ao balcão três cafés:
- Três cafés? - pergunta, atónito, o empregado. - Sim, um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
No dia seguinte, o mesmo bêbado repete o mesmo pedido, no mesmo café e aomesmo empregado:
- Três cafés...- Três?...- Sim .. Três ... um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
Desta vez o empregado "passou-se", saiu do balcão, agarrou no bêbado edeu-lhe uma sova e peras!
No dia seguinte, todo entrevado, o bêbado vai na mesma ao café, dirige-seao balcão e o empregado com um sorrisinho cínico pergunta-lhe:
-Então, três cafèzinhos, não é verdade?....
-Não. - Responde o bebado.
-Só dois: um para mim e outro prá puta da tua mãe! Pra ti não, porque o caféaltera-te o sistema nervoso...
- Três cafés? - pergunta, atónito, o empregado. - Sim, um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
No dia seguinte, o mesmo bêbado repete o mesmo pedido, no mesmo café e aomesmo empregado:
- Três cafés...- Três?...- Sim .. Três ... um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
Desta vez o empregado "passou-se", saiu do balcão, agarrou no bêbado edeu-lhe uma sova e peras!
No dia seguinte, todo entrevado, o bêbado vai na mesma ao café, dirige-seao balcão e o empregado com um sorrisinho cínico pergunta-lhe:
-Então, três cafèzinhos, não é verdade?....
-Não. - Responde o bebado.
-Só dois: um para mim e outro prá puta da tua mãe! Pra ti não, porque o caféaltera-te o sistema nervoso...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
FAÇA VOCÊ A LEGENDA
terça-feira, 28 de outubro de 2008
O MEU DIA
A rotunda da ponte móvel finalmente ganha forma no lado de Leça e o mesmo acontece na outra banda, na cidade.
O mar hoje estava com uma cor metálica e os polvos deviam estar bem recolhidos nos seus covos. Os surfistas apenas se arriscavam no outro lado do paredão, depois do Titã.
Um frio madrugador sibilava sob um céu azul de anti-ciclone.
Aguarda-se por um último fogacho de calor, no tal Verão de S. Martinho, mas já saem castanhas quentes na rotunda da Anémona. Perto dali vi Narciso. Estava ao telefone e ao mesmo tempo à conversa. O homem não pára. Será que tem tempo para reparar no tempo?
Somos empurrados pela velocidade da vida sem percebermos que vamos na direcção abismal. Qualquer segundo em que ousamos resistir à força do movimento...é um segundo a mais que ganhamos. Um segundo pode ser muito importante. Nas corridas de 100 metros é uma eternidade.
A Brito Capelo estava oca mas os poucos que lá passavam iam com pressa. De malinha ao tiracolo, percebi um amigo antigo. O mesmo estilo, mais alguns quilos, cabelos brancos. Não sei como se chama, só sei que faz parte das minhas memórias...
Parei no "Aliança", o mais antigo dos restaurantes de Matosinhos, e desta vez não comi a famosa alheira. A "jardineira" estava um regalo e ousei, apesar da acidez do aparelho digestivo que tem perturbado os meus dias e até algumas noites. A máquina já não é o que era.
Segui para um encontro que se desencontrou e regressei em passo lento. Entrei numa loja ao acaso. Utilidades, anunciava. Como nada de útil achei, entre esfregões e detergentes, voltei à luz diurna, paguei o estacionamento no parque das marisqueiras e dei duas voltas à Serpa Pinto. Por extraordinário que pareça, a "coisa" funciona e saúdo o facto de terem perpetuado os mecos, agora agarrados ao asfalto.
Segui com o mar à direita e mergulhei em mais um dia de trabalho. Pouco trabalho, confesso. E muito sono. Cumprida a pífia missão, voltei à base. E aqui estou com duas torradas e um chá de cidreira e, confesso, um pouco de doce de tomate, em homenagem ao meu amigo Punk, que tanto gosta deste momento do dia.
Dois toros ardem já na lareira e só lamento não a poder levar para o quarto para viajar com Newton na Londres do século XVII. Quando nada mais acontece, o que até nem foi o caso, um bom romance é sempre um bom pretexto para justificar o esforço de viver no ocaso de mais um dia de que amanhã já não teremos memória.
O mar hoje estava com uma cor metálica e os polvos deviam estar bem recolhidos nos seus covos. Os surfistas apenas se arriscavam no outro lado do paredão, depois do Titã.
Um frio madrugador sibilava sob um céu azul de anti-ciclone.
Aguarda-se por um último fogacho de calor, no tal Verão de S. Martinho, mas já saem castanhas quentes na rotunda da Anémona. Perto dali vi Narciso. Estava ao telefone e ao mesmo tempo à conversa. O homem não pára. Será que tem tempo para reparar no tempo?
Somos empurrados pela velocidade da vida sem percebermos que vamos na direcção abismal. Qualquer segundo em que ousamos resistir à força do movimento...é um segundo a mais que ganhamos. Um segundo pode ser muito importante. Nas corridas de 100 metros é uma eternidade.
A Brito Capelo estava oca mas os poucos que lá passavam iam com pressa. De malinha ao tiracolo, percebi um amigo antigo. O mesmo estilo, mais alguns quilos, cabelos brancos. Não sei como se chama, só sei que faz parte das minhas memórias...
Parei no "Aliança", o mais antigo dos restaurantes de Matosinhos, e desta vez não comi a famosa alheira. A "jardineira" estava um regalo e ousei, apesar da acidez do aparelho digestivo que tem perturbado os meus dias e até algumas noites. A máquina já não é o que era.
Segui para um encontro que se desencontrou e regressei em passo lento. Entrei numa loja ao acaso. Utilidades, anunciava. Como nada de útil achei, entre esfregões e detergentes, voltei à luz diurna, paguei o estacionamento no parque das marisqueiras e dei duas voltas à Serpa Pinto. Por extraordinário que pareça, a "coisa" funciona e saúdo o facto de terem perpetuado os mecos, agora agarrados ao asfalto.
Segui com o mar à direita e mergulhei em mais um dia de trabalho. Pouco trabalho, confesso. E muito sono. Cumprida a pífia missão, voltei à base. E aqui estou com duas torradas e um chá de cidreira e, confesso, um pouco de doce de tomate, em homenagem ao meu amigo Punk, que tanto gosta deste momento do dia.
Dois toros ardem já na lareira e só lamento não a poder levar para o quarto para viajar com Newton na Londres do século XVII. Quando nada mais acontece, o que até nem foi o caso, um bom romance é sempre um bom pretexto para justificar o esforço de viver no ocaso de mais um dia de que amanhã já não teremos memória.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
933
Reparem que tenho dois três no meu número de sócio, que até podia ser mais baixo pois quando deixei de ser atleta do andebol houve lapso e quando retomei a filiação perdi alguna anos. É o que menos interessa. Ser sócio do Leixões, e ser um sócio...superior, não é um estatuto, é uma condição. E um orgulho. O clube dos peixeiros continua a fazer história e segue a todo o pano. Cuidem-se.AVISO
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