Já nada nos espanta... Depois de outros espectáculos - de que Valentim Loureiro é expoente máximo -, eis a senhora de Felgueiras a sair do tribunal improvisado no salão de bombeiros em ombros e numa quase apoteose, apesar de condenada a perda de mandato. Nada que a incomode pois sabe-se que o seu advogado vai recorrer até ao Inferno e um juiz qualquer acabará por entender que a senhora deve continuar à frente da Câmara Municipal de Felgueiras. "Está provado que não há corrupção na Câmara de Felgueiras", disse e repetiu a senhora, que abriu o telejornal da RTP, onde a filha é jornalista de primeira linha. Depois da fuga para o Brasil, sob a ameaça de prisão preventiva, Fátima Felgueiras renasce como uma espécie de Mumadona e a justiça portuguesa volta a cair nas ruas da amargura. O que é importante não é saber o que a levou a sentar-se no banco dos réus e a ser acusada de tantos crimes ou se os indícios, que os havia, eram ou não suficientes para a condenar. Num país que dá tão poucos meios à investigação e que não escrutina os tribunais, as vias de fuga são imensas e os advogados conhecem-nas bem. Mas não é isto que mais uma vez está em causa. O que está na ordem do dia é a "inocência" de uma autarca...condenada.
É o país que temos e que merecemos.
sábado, 8 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
TSUNAMI NA CRISTA DA ONDA

O famoso "Magalhães" é um produto de Matosinhos. Podem dizer o que quiserem, que é uma cópia de uma máquina semelhante da Intel, que não passa de um computador para jogos infantis... Ok, estamos habituados a este tipo de maledicência, bem reflectida no facto de a própria História de Portugal afirmar hoje que não descobrimos o Brasil, que apenas o achamos. Com sede em Perafita, a Tsunami soube cavalgar a onda e o "Magalhães" é um sucesso. Passei ontem perto da sede da empresa dos irmãos Sá Couto e deu para perceber a azáfama que por ali vai. Perafita tem uma empresa que a colocou no mapa e o que está a acontecer deve também orgulhar os matosinhenses. Afinal, não servimos apenas para limpar as latrinas dos franceses, as vidraças dos alemães ou para a pesca do atum nos grandes bancos da Terra Nova.
CONTAS
O presidente da Câmara de Matosinhos revelou hoje que o concelho tem menos 3.044 desempregados do que quando assumiu funções, possuindo a mais baixa taxa de desemprego da Área Metropolitana do Porto. O autarca destacou que houve "um contributo camarário" para este índice nos últimos três anos, sustentando que a câmara "criou condições para que haja investimento". Guilherme Pinto exemplificou com a recente abertura do MarShopping e, anteriormente, da loja Ikea, unidades que por si só empregam 3.500 pessoas. "Matosinhos possui a mais baixa taxa de desemprego da Área Metropolitana do Porto, cerca de oito por cento", disse. Há três anos, precisou Guilherme Pinto baseando-se em dados do INE relativos a Setembro, o concelho tinha 9.874 desempregados. "Hoje tem 6.830 desempregados", avançou.
in LUSA
in LUSA
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
O LEIXÕES EM DESTAQUE NO SITE DA UEFA

O treinador do Leixões, José Mota, está "consciente das limitações do plantel" do Leixões e lembra que a equipa tem de "ser humilde", mas a verdade é que a formação de Matosinhos se encontra, nesta sua segunda temporada após o regresso à Liga portuguesa, no topo da classificação, para gáudio dos seus fiéis adeptos.
Em igualdade pontualO Leixões regressou ao convívio dos grandes na última temporada, pela primeira vez desde a época 1988/89, tendo garantido a permanência apenas na derradeira jornada do campeonato. Contudo, esta época, ao fim de seis rondas e em vésperas de receber a equipa de sempre do seu técnico, o Paços de Ferreira, a turma leixonense encontra-se na liderança ao lado do Nacional, com 13 pontos.
O último jogo foi, provavelmente, o melhor até agora, pois ganhou por 3-2 frente ao campeão FC Porto em pleno Estádio do Dragão, numa partida em que o médio Bruno Braga apontou dois dos golos da equipa. "Ganhar no Dragão é algo que não acontece todos os dias", lembrou Mota. "Foi mesmo a primeira vez que o consegui e os meus jogadores também. O resultado foi justo, porque conseguimos marcar três golos, neutralizámos os pontos fortes do FC Porto e mantivemo-nos organizados".
Momento de glóriaMas esta não constituiu, contudo, a primeira vitória da história do Leixões no terreno do FC Porto. O antigo Estádio das Antas foi palco do momento mais alto do clube de Matosinhos quando, em 1960/61, na final da Taça de Portugal, o Leixões aí bateu os "dragões" por 2-0. Essa vitória colocou os matosinhenses na Taça dos Vencedores das Taças de 1961/62, onde a formação portuguesa caiu nos quartos-de-final, derrotada pelo SC Motor Jena.
Mais recentemente, o Leixões – que em Novembro último festejou o seu centenário –qualificou-se para a Taça UEFA, mesmo encontrando-se na segunda divisão, depois de ter perdido a final da Taça de Portugal ante o Sporting, então campeão português. Todavia, após bater na pré-eliminatória o FK Belasica GC, da ARJ da Macedónia, o clube de Matosinhos foi afastado pelo PAOK FC logo na ronda inaugural da prova.
Por enquanto, ainda não se fala para os lados de Matosinhos do regresso às competições europeias, mas seria uma justa recompensa para os adeptos do clube, famosos pela lealdade à equipa, que não se desvaneceu mesmo com a ausência do Leixões dos escalões principais do futebol português. A forma sempre combativa como a actual formação aborda os jogos é reflexo do espírito dos adeptos, à qual se alia o excelente momento de forma de Bruno Braga e do avançado Wesley, autor de quatro golos no campeonato.
No entanto, mesmo com o Leixões a viver a sua melhor série de resultados desde há muitos anos, o treinador José Mota, cujo conjunto também empatou a um golo diante do Benfica no Estádio do Mar, faz questão de lembrar que o primeiro e principal objectivo da equipa para esta temporada passa por fugir à descida de divisão. "O mais importante nesta altura é olhar para o número de pontos conquistados e não para o lugar que se ocupa na tabela", alertou. "Temos consciência das nossas limitações e temos de manter a humildade. Peço apenas que mostremos sempre a mesma atitude em todos os jogos".
Em igualdade pontualO Leixões regressou ao convívio dos grandes na última temporada, pela primeira vez desde a época 1988/89, tendo garantido a permanência apenas na derradeira jornada do campeonato. Contudo, esta época, ao fim de seis rondas e em vésperas de receber a equipa de sempre do seu técnico, o Paços de Ferreira, a turma leixonense encontra-se na liderança ao lado do Nacional, com 13 pontos.
O último jogo foi, provavelmente, o melhor até agora, pois ganhou por 3-2 frente ao campeão FC Porto em pleno Estádio do Dragão, numa partida em que o médio Bruno Braga apontou dois dos golos da equipa. "Ganhar no Dragão é algo que não acontece todos os dias", lembrou Mota. "Foi mesmo a primeira vez que o consegui e os meus jogadores também. O resultado foi justo, porque conseguimos marcar três golos, neutralizámos os pontos fortes do FC Porto e mantivemo-nos organizados".
Momento de glóriaMas esta não constituiu, contudo, a primeira vitória da história do Leixões no terreno do FC Porto. O antigo Estádio das Antas foi palco do momento mais alto do clube de Matosinhos quando, em 1960/61, na final da Taça de Portugal, o Leixões aí bateu os "dragões" por 2-0. Essa vitória colocou os matosinhenses na Taça dos Vencedores das Taças de 1961/62, onde a formação portuguesa caiu nos quartos-de-final, derrotada pelo SC Motor Jena.
Mais recentemente, o Leixões – que em Novembro último festejou o seu centenário –qualificou-se para a Taça UEFA, mesmo encontrando-se na segunda divisão, depois de ter perdido a final da Taça de Portugal ante o Sporting, então campeão português. Todavia, após bater na pré-eliminatória o FK Belasica GC, da ARJ da Macedónia, o clube de Matosinhos foi afastado pelo PAOK FC logo na ronda inaugural da prova.
Por enquanto, ainda não se fala para os lados de Matosinhos do regresso às competições europeias, mas seria uma justa recompensa para os adeptos do clube, famosos pela lealdade à equipa, que não se desvaneceu mesmo com a ausência do Leixões dos escalões principais do futebol português. A forma sempre combativa como a actual formação aborda os jogos é reflexo do espírito dos adeptos, à qual se alia o excelente momento de forma de Bruno Braga e do avançado Wesley, autor de quatro golos no campeonato.
No entanto, mesmo com o Leixões a viver a sua melhor série de resultados desde há muitos anos, o treinador José Mota, cujo conjunto também empatou a um golo diante do Benfica no Estádio do Mar, faz questão de lembrar que o primeiro e principal objectivo da equipa para esta temporada passa por fugir à descida de divisão. "O mais importante nesta altura é olhar para o número de pontos conquistados e não para o lugar que se ocupa na tabela", alertou. "Temos consciência das nossas limitações e temos de manter a humildade. Peço apenas que mostremos sempre a mesma atitude em todos os jogos".
AVISO
Atenção, pessoa. Hoje não é sexta-feira, 13. Mas é sexta-feira, 31. E vem aí a noite das bruxas...
OLIVEIRA, O IMPARÁVEL



Foto reportagem Luís Vieira
Estive ontem no mercado de Matosinhos e pasmei.
Carlos Oliveira confirma-se como um verdadeiro homem do povo. Distribuiu carisma e cachecóis junto às bancas das hortaliças e depois na zona do peixe. Beto, Bruno China e Roberto tentaram acompanhar a pedalada do presidente da SAD.
Também por lá passou Guilherme Pinto e parte da sua equipa. Uma presença discreta, quase marginal, com o presidente da Câmara e a sua "entourage" apenas a ver como paravam as modas.
Carlos Oliveira quis agradecer ao "povo do mercado" o entusiasmo e o apoio. Fez bem. O povo gosta de ser reconhecido e correspondeu. Os cachecóis não chegaram para todos...
Ainda fiquei na expectativa de ver um determinado sócio ilustre "que não paga quotas há 32 semanas" aparecer ali por acaso para comprar nabos. Debalde. Não foi visto nas imediações. Também comecei a ficar mais calmo quando percebi que estava no mercado do peixe e não na lota. Será que estou a falar do mesmo personagem que assistiu ao FC Porto-Leixões num camarote e que não festejou os golos da nossa equipa?
[em breve, fotos do evento]
Estive ontem no mercado de Matosinhos e pasmei.Carlos Oliveira confirma-se como um verdadeiro homem do povo. Distribuiu carisma e cachecóis junto às bancas das hortaliças e depois na zona do peixe. Beto, Bruno China e Roberto tentaram acompanhar a pedalada do presidente da SAD.
Também por lá passou Guilherme Pinto e parte da sua equipa. Uma presença discreta, quase marginal, com o presidente da Câmara e a sua "entourage" apenas a ver como paravam as modas.
Carlos Oliveira quis agradecer ao "povo do mercado" o entusiasmo e o apoio. Fez bem. O povo gosta de ser reconhecido e correspondeu. Os cachecóis não chegaram para todos...
Ainda fiquei na expectativa de ver um determinado sócio ilustre "que não paga quotas há 32 semanas" aparecer ali por acaso para comprar nabos. Debalde. Não foi visto nas imediações. Também comecei a ficar mais calmo quando percebi que estava no mercado do peixe e não na lota. Será que estou a falar do mesmo personagem que assistiu ao FC Porto-Leixões num camarote e que não festejou os golos da nossa equipa?
[em breve, fotos do evento]
VAI UM CAFÉ?
« um contributo de José Manuel Simões LopesUm bêbado entra num bar e pede ao balcão três cafés:
- Três cafés? - pergunta, atónito, o empregado. - Sim, um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
No dia seguinte, o mesmo bêbado repete o mesmo pedido, no mesmo café e aomesmo empregado:
- Três cafés...- Três?...- Sim .. Três ... um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
Desta vez o empregado "passou-se", saiu do balcão, agarrou no bêbado edeu-lhe uma sova e peras!
No dia seguinte, todo entrevado, o bêbado vai na mesma ao café, dirige-seao balcão e o empregado com um sorrisinho cínico pergunta-lhe:
-Então, três cafèzinhos, não é verdade?....
-Não. - Responde o bebado.
-Só dois: um para mim e outro prá puta da tua mãe! Pra ti não, porque o caféaltera-te o sistema nervoso...
- Três cafés? - pergunta, atónito, o empregado. - Sim, um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
No dia seguinte, o mesmo bêbado repete o mesmo pedido, no mesmo café e aomesmo empregado:
- Três cafés...- Três?...- Sim .. Três ... um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
Desta vez o empregado "passou-se", saiu do balcão, agarrou no bêbado edeu-lhe uma sova e peras!
No dia seguinte, todo entrevado, o bêbado vai na mesma ao café, dirige-seao balcão e o empregado com um sorrisinho cínico pergunta-lhe:
-Então, três cafèzinhos, não é verdade?....
-Não. - Responde o bebado.
-Só dois: um para mim e outro prá puta da tua mãe! Pra ti não, porque o caféaltera-te o sistema nervoso...
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
FAÇA VOCÊ A LEGENDA
terça-feira, 28 de outubro de 2008
O MEU DIA
A rotunda da ponte móvel finalmente ganha forma no lado de Leça e o mesmo acontece na outra banda, na cidade.
O mar hoje estava com uma cor metálica e os polvos deviam estar bem recolhidos nos seus covos. Os surfistas apenas se arriscavam no outro lado do paredão, depois do Titã.
Um frio madrugador sibilava sob um céu azul de anti-ciclone.
Aguarda-se por um último fogacho de calor, no tal Verão de S. Martinho, mas já saem castanhas quentes na rotunda da Anémona. Perto dali vi Narciso. Estava ao telefone e ao mesmo tempo à conversa. O homem não pára. Será que tem tempo para reparar no tempo?
Somos empurrados pela velocidade da vida sem percebermos que vamos na direcção abismal. Qualquer segundo em que ousamos resistir à força do movimento...é um segundo a mais que ganhamos. Um segundo pode ser muito importante. Nas corridas de 100 metros é uma eternidade.
A Brito Capelo estava oca mas os poucos que lá passavam iam com pressa. De malinha ao tiracolo, percebi um amigo antigo. O mesmo estilo, mais alguns quilos, cabelos brancos. Não sei como se chama, só sei que faz parte das minhas memórias...
Parei no "Aliança", o mais antigo dos restaurantes de Matosinhos, e desta vez não comi a famosa alheira. A "jardineira" estava um regalo e ousei, apesar da acidez do aparelho digestivo que tem perturbado os meus dias e até algumas noites. A máquina já não é o que era.
Segui para um encontro que se desencontrou e regressei em passo lento. Entrei numa loja ao acaso. Utilidades, anunciava. Como nada de útil achei, entre esfregões e detergentes, voltei à luz diurna, paguei o estacionamento no parque das marisqueiras e dei duas voltas à Serpa Pinto. Por extraordinário que pareça, a "coisa" funciona e saúdo o facto de terem perpetuado os mecos, agora agarrados ao asfalto.
Segui com o mar à direita e mergulhei em mais um dia de trabalho. Pouco trabalho, confesso. E muito sono. Cumprida a pífia missão, voltei à base. E aqui estou com duas torradas e um chá de cidreira e, confesso, um pouco de doce de tomate, em homenagem ao meu amigo Punk, que tanto gosta deste momento do dia.
Dois toros ardem já na lareira e só lamento não a poder levar para o quarto para viajar com Newton na Londres do século XVII. Quando nada mais acontece, o que até nem foi o caso, um bom romance é sempre um bom pretexto para justificar o esforço de viver no ocaso de mais um dia de que amanhã já não teremos memória.
O mar hoje estava com uma cor metálica e os polvos deviam estar bem recolhidos nos seus covos. Os surfistas apenas se arriscavam no outro lado do paredão, depois do Titã.
Um frio madrugador sibilava sob um céu azul de anti-ciclone.
Aguarda-se por um último fogacho de calor, no tal Verão de S. Martinho, mas já saem castanhas quentes na rotunda da Anémona. Perto dali vi Narciso. Estava ao telefone e ao mesmo tempo à conversa. O homem não pára. Será que tem tempo para reparar no tempo?
Somos empurrados pela velocidade da vida sem percebermos que vamos na direcção abismal. Qualquer segundo em que ousamos resistir à força do movimento...é um segundo a mais que ganhamos. Um segundo pode ser muito importante. Nas corridas de 100 metros é uma eternidade.
A Brito Capelo estava oca mas os poucos que lá passavam iam com pressa. De malinha ao tiracolo, percebi um amigo antigo. O mesmo estilo, mais alguns quilos, cabelos brancos. Não sei como se chama, só sei que faz parte das minhas memórias...
Parei no "Aliança", o mais antigo dos restaurantes de Matosinhos, e desta vez não comi a famosa alheira. A "jardineira" estava um regalo e ousei, apesar da acidez do aparelho digestivo que tem perturbado os meus dias e até algumas noites. A máquina já não é o que era.
Segui para um encontro que se desencontrou e regressei em passo lento. Entrei numa loja ao acaso. Utilidades, anunciava. Como nada de útil achei, entre esfregões e detergentes, voltei à luz diurna, paguei o estacionamento no parque das marisqueiras e dei duas voltas à Serpa Pinto. Por extraordinário que pareça, a "coisa" funciona e saúdo o facto de terem perpetuado os mecos, agora agarrados ao asfalto.
Segui com o mar à direita e mergulhei em mais um dia de trabalho. Pouco trabalho, confesso. E muito sono. Cumprida a pífia missão, voltei à base. E aqui estou com duas torradas e um chá de cidreira e, confesso, um pouco de doce de tomate, em homenagem ao meu amigo Punk, que tanto gosta deste momento do dia.
Dois toros ardem já na lareira e só lamento não a poder levar para o quarto para viajar com Newton na Londres do século XVII. Quando nada mais acontece, o que até nem foi o caso, um bom romance é sempre um bom pretexto para justificar o esforço de viver no ocaso de mais um dia de que amanhã já não teremos memória.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
933
Reparem que tenho dois três no meu número de sócio, que até podia ser mais baixo pois quando deixei de ser atleta do andebol houve lapso e quando retomei a filiação perdi alguna anos. É o que menos interessa. Ser sócio do Leixões, e ser um sócio...superior, não é um estatuto, é uma condição. E um orgulho. O clube dos peixeiros continua a fazer história e segue a todo o pano. Cuidem-se.AVISO
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
O CEGUINHO
« um contributo de José Manuel Simões Lopes
O CEGUINHO, APESAR DE TODA SUA JUVENTUDE, ESTAVA Há TEMPOS SEM DAR UMA E VIVIA PEDINDO: - 'Arruma uma mulher pro ceguinho, arruma !'
Um Amigo, já de saco cheio, resolve dar uma força pro ceguinho e diz que vai arrumar uma mulher pra ele. O ceguinho vai para casa e fica esperando...
Logo batem à porta. - Quem é ???
- É a Suely. Vim a mando de um amigo pra resolver o seu problema.
Ele diz: - Como é que você está vestida, heim, heim ?
- Botinha de couro, saia justa, uma blusinha de seda, e nada por baixo.
- Ahhh!!! - suspira o ceguinho - é hoje! Tira a botinha, tira. Como é que você está agora ?
- Descalça, deitada na cama !
- Ai meu Deus, é hoje. Tira a blusinha, tira.
Como você está agora ?
- De seios nus, só de sainha.
- Tira a saia. Tira a saia, pelo amor de Deus !
E agora ? Como está ?
- Estou nua, deitada na cama, só esperando o meu garanhão dizer como quer.
- Suely, ..... você já fez 69 ??
- AINDA NÃO. FAÇO DAQUI A DOIS MESES...
O CEGUINHO, APESAR DE TODA SUA JUVENTUDE, ESTAVA Há TEMPOS SEM DAR UMA E VIVIA PEDINDO: - 'Arruma uma mulher pro ceguinho, arruma !'
Um Amigo, já de saco cheio, resolve dar uma força pro ceguinho e diz que vai arrumar uma mulher pra ele. O ceguinho vai para casa e fica esperando...
Logo batem à porta. - Quem é ???
- É a Suely. Vim a mando de um amigo pra resolver o seu problema.
Ele diz: - Como é que você está vestida, heim, heim ?
- Botinha de couro, saia justa, uma blusinha de seda, e nada por baixo.
- Ahhh!!! - suspira o ceguinho - é hoje! Tira a botinha, tira. Como é que você está agora ?
- Descalça, deitada na cama !
- Ai meu Deus, é hoje. Tira a blusinha, tira.
Como você está agora ?
- De seios nus, só de sainha.
- Tira a saia. Tira a saia, pelo amor de Deus !
E agora ? Como está ?
- Estou nua, deitada na cama, só esperando o meu garanhão dizer como quer.
- Suely, ..... você já fez 69 ??
- AINDA NÃO. FAÇO DAQUI A DOIS MESES...
BULDOGUE

Apanhei ontem, no PortoCanal, um debate sobre o metro com Renato Sampaio, Guilherme Pinto e Costa Amorim. Dois "xuxas" e presumo um social-democrata da linha Menezes que um dia se pegou comigo, ali mesmo, no canal 13, num debate sobre corrupção no desporto. Mas essa é outra estória. Confesso que tinha de Renato Sampaio, líder da distrital do Porto do PS, a ideia de que era um rústico. Estava enganado. O Renato que ali vi é um tipo determinado e que não dá ponto sem nó. O homem a falar do Metro é quase tão bom como o meu amigo Luís Graça a falar de pornografia, ou seja, é insinuante e ao mesmo tempo enciclopédico. Face a uma moderadora ainda a cheirar a dodots mas que não era nada de deitar fora, como começa a ser tradição na nossa televisão, Sampaio validou o andante e tomou conta do programa, com uma ou outra intervenção de Pinto só para confirmar o timbre de 2.º barítono. Costa Amorim ia fazendo contas de cabeça. Foi assim que fiquei a perceber que quem manda no Metro não são os seus utentes mas sim os presidentes de câmara. Basicamente, cada um puxa conforme pode a linha para a sua sardinha. Renato Sampaio sabia do que estava a falar e, no melhor estilo mestre-escola anos 50 de varinha na mão, não deu hipóteses de contestação e zurziu Rui Rio e as suas corridas de automóveis na Boavista. Costa Amorim continuou a fazer contas de cabeça e Guilherme Pinto pigarreou. Continuou Sampaio a toda a brida - claramente numa velocidade superior à do metro que temos, o que também não é difícil - e Costa Amorim lá acordou para dizer que uma derrapagem de uns milhões de contos é coisa pouca pois há quem derrape mais... Com políticos assim estamos feitos! Acabei por mudar de canal, pouco fiquei a saber mas percebi que, afinal, este Renato Sampaio é um "bicho político" de respeito. Não apenas rosna como também morde. Cuidado com ele.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
VOLVO OCEAN RACE

Sei que grande parte da nossa clientela nasceu com o mar e no mar continua a ter um porto de abrigo. Nada de mais relaxante pode haver, para mim, que contemplar o mar de Leça da Palmeira numa tarde de sol como a de hoje... Para eles, aqui vai um link que recomendo:
Podem acompanhar uma das maiores regatas de circunavegação e também "comprar" um barco para uma corrida simulada. Eu tenho o meu, dá pelo nome de "Leixões" e embora tenha começado atrasado está a recuperar, a todo o pano, posições.
Na foto, o Green Dragon, o primeiro a dobrar a bóia em Fernando de Noronha, rumo a Cap Town.
MÁQUINAS EM MANOBRAS
As máquinas já trabalham no aterro da marginal de Perafita entre a ETAR e a Aldeia Nova. É surpreendente vera taxa de utilização da marginal Leça da Palmeira/Cabo do Mundo. Mais ainda do que verificar que durante mais de 20 anos a nossa autarquia não mexeu uma palha para qualificar uma zona de excelência e que tudo o que está a acontecer é uma espécie de reacção tardia ao movimento de especulação imobiliária que ali aconteceu...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
LEITURA RECOMENDADA
http://circunvalacao.blogspot.com/O dissidente deste blog continua a dar-lhe. É isso mesmo, Rafa, dá-lhe com força...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
NUMA GALÁXIA MUITO DISTANTE...
Cândida Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, alertou para o regresso da corrupção "à moda de Al Capone" e diz que "faltou coragem" na reforma penal para a combater. A responsável do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) recordou as "prendas" dadas pelo gangster americano aos agentes da autoridade, para os ter do seu lado, num seminário organizado pelo Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna, em Castelo Branco. "Em 2000 conseguimos a criminalização das 'prendas', mas a moldura penal é ridícula: prisão de dois anos ou multa de 240 dias. Ou seja, com um prazo de prescrição até 5 anos", referiu. "Na era da globalização, volta a estar na moda o processo de actuação de Al Capone, que não pedia, nem prometia ou dava vantagens. Disponibilizava generosas avenças mensais para todos os agentes de que dependia a sua vida criminosa e não lhes pedia nada. No momento certo, o polícia não via, o juiz absolvia, o director-geral absolvia o pedido", salientou Cândida Almeida. Olhando à moldura actual, disse que "se fossem recolhidas provas contra o agente corrupto, este podia ser condenado apenas em multa, porque não se provou ter praticado qualquer acto ilícito: eram apenas prendas por questão de simpatia". "Aqui sim, a reforma penal deveria revestir um acto de coragem demonstrativo da vontade de lutar contra este tipo de criminalidade, mas nada se passou. Ficou tudo como dantes", destacou a directora do DCIAP. "O mesmo se passa em relação a fortunas extraordinárias, rápidas, inexplicáveis e muito significativas de quadros superiores da administração pública e políticos do poder local e central", em poucos anos de função pública. Segundo Cândida Almeida, falta "uma cultura contra a corrupção que deve começar nas escolas", apontando como o exemplo o que já se passa ao nível da educação ambiental. "A cultura contra a corrupção tem que fazer parte de cultura de escola, numa disciplina de cidadania, em que crianças sejam habituadas a exigir do Estado aquilo a têm direito, pagando a sua taxa ou imposto, mas sem ceder ao pagamento de luvas".
in JORNAL DE NOTÍCIAS
in JORNAL DE NOTÍCIAS
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
AS ELEIÇÕES NO CAZAQUISTÃO

O PS tem em Matosinhos um dos seus bastiões mas não tão inexpugnável como parece ou como se quer fazer parecer. Recuando às primeiras eleições autárquicas, em Dezembro de 1976, verifica-se que o partido da rosa arrancou uma vitória difícil, com uma margem de pouco mais de dois mil votos em relação ao PSD, precisamente 16.136 contra 13.991. Mário Maia foi quem fez o PS arrancar bem dos tacos, deixando para trás Sérgio Bacelar. Nesta primeira estafeta, Narciso Miranda fez o terceiro percurso, atrás de Emídio Pinho, numa equipa socialista que contava ainda com João Laranjo e Manuel Renato Silva. Três anos depois, em 1979, Narciso avança como cabeça de lista e embora o PS tenha passado de 16.136 votos para 29.711, a verdade é que o PSD com o CDS (na famosa AD) voltou a ficar perto, com um total de 26.319 votos e tantos mandatos (4) como o PS. Mais uma vez Sérgio Bacelar foi cabeça de lista ao lado de Teixeira Dias. De então para cá, nunca mais os dois maiores partidos representados em Matosinhos estiveram tão perto. Em 1982, Narciso marca a diferença para Domingos Silva, com um score de 39.533 votos contra 12.455 dos laranjas, com estes quase transformados em terceira força, pois a APU somou 10.667 votos e o CDS 8517. O PS recupera a maioria absoluta de 1976 de Mário Maia que Narciso tinha perdido em 1979. Em 1985, o PS acusa algum desgaste e baixa de 39.533 votos para 31.638 e o PSD recupera de 12.455 para 18.701 votos, colocando 4 vereadores em onze. Os comunistas não conseguem mais que 7.982 votos e o CDS deixa-se ultrapassar pelo PRD. Domingos Silva continua a assumir-se como líder laranja. Em 1989, António Canotilho surge como cabeça de cartaz do PSD e tem como lugar tenente o jovem advogado António Carlos. Ficou tudo pela esperança. Narciso consegue pela primeira vez ultrapassar a barreira dos 40 mil votos, precisamente 41.222, conseguindo a melhor percentagem de sempre (59,90) até à época. O PSD fica-se pelos 17.789 votos (25,85%) e o PCP derrapa para os 5.613 votos enquanto o CDS quase desaparece, com 1.867 votos. Com Narciso Miranda partilham esta grande vitória Guilherme Vilaverde, o meu pai Joaquim Queirós e Guilherme Pinto, que é o 4.º da lista. As eleições de 1993 enchem as medidas ao PS: 52.952 votos, 65,55%!!!!!!! Se alguém me puder ajudar que me diga quem foi o candidato do PSD que, de facto, merece ser esquecido pela história, pois não foi além dos 16.980 votos (21%), enquanto os comunas somavam 5.113 votos e o CDS espevitava um pouco somando 3.237 votos. Este é o Everest do PS. De então para cá, foi sempre a descer. Pouco mas a descer: 46.547 votos em 1997, 37.231 em 2001 e 35.900 em 2005. Ou seja, o score de Guilherme Pinto em 2005 foi apenas o 5.º melhor da história do PS em Matosinhos, ficando a 17.052 votos do pecúlio de Narciso no fantástico ano de 1993. Ninguém deu muita importância ao facto mas o que é certo é que o trofense João Sá conseguiu, em 2005, a melhor votação de sempre do PSD, com 23.376 votos enquanto lá por baixo Honório Novo tinha de pedalar para ganhar a Gonçalo Torgal, com o PCP a somar 6536 votos e o Bloco de Esquerda 5.316. É sempre bom recordar. As conclusões devem ser tiradas por si. Fico à espera do fogo cruzado. Cá por mim, acredito que o PSD com um bom candidato poderá manter-se acima dos 20 mil votos e com um bocado de sorte até pode ganhar se o PS se partir ao meio. Repare-se: se Narciso e Guilherme dividirem o último pecúlio, cada um somará apenas 17.950 votos. Com um último registo de 23.376 votos, o PSD tem uma oportunidade histórica para colocar a sua bandeira em Matosinhos e até o PCP e o Bloco de Esquerda (11.852 votos nas últimas eleições) podem fazer umas cócegas às...duas candidaturas socialistas. Obviamente, nem o PS se partirá ao meio, nem o PSD conseguirá evitar uma grande transferência de voto da zona laranja para as zonas rosas... E, depois, há sempre o velho problema dos "anarcas" como eu que a caminho do velho liceu mudam sete vezes o sentido de voto...
PAUSE+ DELETE
Uma calma de morte envolve a cidade na forma de um nevoeiro que se corta à faca. 'O Desejado' e 'O Eleito' farejam no ar o cheiro a pólvora. Mas desta vez não é um fogo preso de Senhor de Matosinhos que se anuncia. Desta vez é fogo de morteiro. O melhor mesmo é começar a cavar uma trincheira.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
ESTE ANO NÃO VAI HAVER PRESÉPIO
Por JOSÉ MOREIRA
Este ano não vai haver presépio!...
Lamentamos mas:
- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental;
- Os camelos estão no governo;
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;
- A vaca está louca e não se segura nas patas;
- O burro está na Escola Básica a dar aulas de substituição;
- Nosso Senhora e São José foram chamados à Escola Básica para avaliar o burro;
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;
- A ASAE fechou temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo, até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da UE.
Este ano não vai haver presépio!...
Lamentamos mas:
- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental;
- Os camelos estão no governo;
- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;
- A vaca está louca e não se segura nas patas;
- O burro está na Escola Básica a dar aulas de substituição;
- Nosso Senhora e São José foram chamados à Escola Básica para avaliar o burro;
- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;
- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;
- A ASAE fechou temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo, até serem corrigidas as péssimas condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da UE.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
E CONTUDO ELE MOVE-SE...
Não percebo a perplexidade e até a indignação que vai para aí a propósito do movimento cívico lançado por e para Narciso Miranda. Sempre tive a certeza que o Barroselas ia lançar-se mesmo, a solo, na corrida eleitoral, tentando resolver a seu favor o caso que começou a perder na lota de Matosinhos. Está no seu pleno direito. Aqueles que hoje se indignam foram os que votaram nele, que andaram com ele ao colo, que lhe deram palmadinhas nas costas e que dele se aproveitaram para construir uma carreira na função pública ou afins. Narciso Miranda tem, em Matosinhos, um capital que não caiu do céu aos trambolhões, foi construído ao longo de mais de 20 anos na presidência da Câmara, onde era senhor absoluto até ao dia em que decidiu experimentar os gabinetes do poder em Lisboa. Rapidamente verificou que uma coisa é ser o responsável pelas marinas e pelos portos e outra ser o suserano das terras de Bouças. Na altura disse que esta decisão lhe podia sair caro porque alguns matosinhenses jamais iriam perceber que tivesse trocado a governação da nossa terra por um posto tão insignificante. Mas a vida é feita de boas e más decisões e todos temos o direito de tentar corrigir o que não esteve tão bem. Narciso voltou, Narciso foi cuspido pelo aparelho do PS, Narciso tentou digerir mas rapidamente concluiu que não é homem para reformas antecipadas. Por isso está de novo no terreno. Um movimento cívico é algo que todos devemos respeitar sobretudo quando surge à margem dos partidos. Não será bem o caso deste mas pelo menos estamos perante um agitar de águas interessante. Se Valentim arrasou em Gondomar, se Isaltino e Felgueiras ganham com processos embaraçosos às costas...porque razão não pode Narciso aspirar a recuperar o ceptro e a coroa? Conquistou esse direito e tal deve ser respeitado. Eu, que por ele nunca morri de amores, mas que sempre admirei o lado exótico e singular da figura, respeito-o. Não vou ao beija-mão, não participo em comícios, não aspiro a tachos mas até Outubro de 2009 vou pensar se voto ou não nele. Gosto de ter esta liberdade que está isenta de IVA e de disciplinas partidárias.quarta-feira, 15 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
O HOMEM ESTÁ IMPARÁVEL
Narciso Miranda lança amanhã, em Matosinhos, uma associação cívica que inclui nomes de seis freguesias do Concelho e cujos objectivos poderão estar relacionados com a sua intenção de se candidatar à presidência da Câmara. A associação, cujo nome ainda não é conhecido mas que já foi registada no serviço nacional de pessoas colectivas e com personalidade jurídica, conta entre os seus fundadores com o general Alfredo Assunção, um militar de Abril que foi adjunto de Salgueiro Maia e que reside na Freguesia da Senhora da Hora. Alfredo Assunção, presidente da Assembleia Geral do Movimento de Intervenção e Cidadania (MIC), fundado por Manuel Alegre, foi protagonista de uma das histórias famosas do 25 de Abril, quando, no Largo do Carmo, em Lisboa, foi esbofeteado por um brigadeiro do regime deposto. A resposta do militar de Abril, registada no filme sobre a Revolução dos Cravos da autoria de Inês de Medeiros, foi colocar-se em sentido e fazer continência ao oficial adversário. A lista de fundadores da associação inclui nomes menos conhecidos, como Alexandra Gavina (residente em Matosinhos), Alexandra Pereira (Custóias), Ana Fernandes (Lavra), Erica Sousa (Senhora da Hora), Liliana Moreira (Perafita), Pedro Negreiro Pereira Pinto (Matosinhos) e Pedro Andrezo Taboada (Leça da Palmeira). Os fundadores da associação contactados pela Lusa recusam-se a assumir que ela vá funcionar como suporte a uma candidatura de Narciso Miranda, afirmando apenas que ela irá realizar "acções de cidadania". Narciso Miranda tinha já referido a formalização de uma associação cívica que iria funcionar como suporte jurídico à sua intenção de apresentar candidaturas não apenas à Câmara de Matosinhos mas também à Assembleia Municipal e às juntas de freguesia.
in LUSA
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